O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Papéis preferenciais do Grupo Pão de Açúcar (GPA) estiveram entre as maiores perdas do Ibovespa nesta quinta-feira (9), em meio ao burburinho cada vez maior em relação aos planos do Casino

O Casino, dono do Grupo Pão de Açúcar (GPA), Assaí e Via Varejo no Brasil, veio a público para comentar os rumores de que estaria planejando uma reestruturação de seus ativos na América Latina. E a declaração dos franceses aumentou ainda mais o burburinho no mercado — como resultado, os papéis do GPA foram novamente castigados na bolsa nesta quinta-feira (9).
Em curta nota, o Casino confirmou que estuda diversas opções estratégicas na região, no contexto de uma revisão permanente de seus investimentos. No entanto, a empresa diz que, até o momento, esses esforços não geraram elementos novos que justificassem uma divulgação ao mercado.
O mercado começou a se movimentar no fim da tarde de quarta-feira (8), quando o jornalista Lauro Jardim, de O Globo, afirmou em seu blog que o Casino planeja combinar os seus ativos na América Latina — no caso, as operações no Brasil com o Grupo Êxito, da Colômbia —, numa estrutura que seria capitaneada pelo GPA.
Em reação à notícia, os papéis fecharam o pregão de quarta-feira em queda de 7,43%. E, nesta quinta-feira, em meio à indefinição, as ações tiveram nova queda expressiva, fechando em baixa de 4,32%, a R$ 83,99: por volta de 13h30, as ações PN do GPA recuavam 5,96%, a R$ 82,55, o pior desempenho do Ibovespa — na mínima do dia, chegaram a cair 7,95%, a R$ 80,80.

O mercado aguarda há tempos pela venda da Via Varejo pelo Grupo Pão de Açúcar, e a eventual reestruturação das operações latino-americanas do Casino pode frustrar essa expectativa.
Leia Também
Em meio a esse noticiário corporativo, o mercado pouco reagiu ao balanço do GPA, divulgado na noite de ontem. A empresa encerrou o primeiro trimestre de 2019 com lucro líquido aos acionistas controladores de R$ 149 milhões, um aumento de 94,5% na base anual — os números consideram apenas as operações em continuidade.
A receita líquida do GPA avançou 12% na mesma base de comparação, para R$ 12,7 bilhões, impulsionada especialmente pelo bom desempenho do Assaí, cuja receita chegou a R$ 6,32 bilhões nos três primeiros meses deste ano (+25,1%). A divisão multivarejo gerou R$ 6,38 bilhões de receita (+1,5%).
Em relatório, o Bradesco BBI afirmou que os números do GPA foram fortes, mas ficaram em linha com o esperado. "No entanto, os resultados tendem a ser ofuscados pelo noticiário envolvendo a combinação dos ativos do Casino na América Latina", diz o banco. "As preocupações devem continuar até que informações mais claras sejam providenciadas".
CARTA DE MAIO
ESTRATÉGIA DE INVESTIMENTO
VAI PINGAR NA CONTA?
DE OLHO NO VP
CONVERSÃO DE AÇÕES
FECHAMENTO DAS BOLSAS
FII DO MÊS
MERCADOS
AÇÃO DO MÊS
ONDE INVESTIR
PEGOU UMA GRIPE?
OFERTA DO HGRU11
OPORTUNIDADE À VISTA
NOVO TARIFAÇO
BOTÃO DE CAUTELA
AVANÇANDO NO SETOR DE SAÚDE
NEGOCIAÇÕES EM FOCO
BALANÇO DO MÊS
MERCADOS HOJE
UMA NOVA ERA