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Conheço muita gente que deseja investir na bolsa, mas não tem saco de ficar acompanhando balanços de empresas e noticiário corporativo para escolher suas ações. Compra uma só e deu? Sei não… é arriscado colocar todas as suas fichas em um único negócio. E, sinceramente, tem um jeito bem fácil de comprar várias ações com um clique e pouco dinheiro.
Estou falando dos ETFs. Provavelmente você já esbarrou nessas letrinhas por aí, já que elas vêm se multiplicando no Brasil. São fundos que replicam o Ibovespa ou outros índices, como S&P 500 ou “combos” de ações de um certo segmento, como o financeiro ou as small caps. É uma moda que veio para ficar (ainda bem) e pode ser uma mão na roda para muitos investidores.
Por exemplo, se você quiser replicar a carteira do Ibovespa por conta própria, teria que comprar 68 papéis diferentes, dentro de uma proporção definida, para ter seu retorno idêntico ao do índice. Outra opção mais fácil, rápida e barata é comprar um ETF. Hoje existem três ETFs que replicam o Ibovespa e custam cerca de R$ 100.
Ficou interessado? O Victor Aguiar explica tudo sobre os ETFs nesta reportagem. Recomendo muito a leitura.

O mercado financeiro resgata um otimismo cauteloso com a proximidade das negociações comerciais entre Estados Unidos e China nesta semana. O encontro ofusca a notícia de que os EUA vão colocar na “lista negra” oito empresas chinesas de tecnologia e pode influenciar positivamente o rumo dos negócios locais.
Leia Também
Por ora, na Ásia, a volta da Bolsa de Xangai após pausa de uma semana foi sem brilho. O índice Xangai Composto subiu 0,3%, assim como em Hong Kong. Tóquio subiu 1%. No Ocidente, os índices futuros das bolsas de Nova York alternam entre leves altas e baixas. O vaivém influencia a abertura do pregão europeu.
Ontem, ruídos de comunicação e especulações a respeito da reforma da Previdência e da guerra comercial fizeram o Ibovespa recuar 1,93%, aos 100.572,77 pontos. O dólar à vista subiu 1,19%, a R$ 4,1045. Consulte a Bula do Mercado para saber o que esperar de bolsa e dólar hoje.
A Verde Asset, de Luis Stuhlberger, disse na sua última carta que o Brasil continua dando sinais de melhora. A seu ver, os efeitos da Selic a 5% ao ano ainda não foram sentidos e vamos assistir a um novo ciclo de crédito. Mas o otimismo da Verde não foi suficiente para aumentar sua posição em ações no Brasil em setembro, como vinha fazendo nos meses anteriores. O Eduardo Campos traz os principais pontos da carta nesta matéria.
Parece que uma onda de recauchutadas pegou as empresas de educação com capital aberto. Depois de a Estácio mudar de nome para Yduqs, a gigante Kroton decidiu que é o seu momento de dar uma repaginada. A companhia trocará de nome, terá uma nova estrutura e um braço de venture capital. Com a mudança, as ações também passam a ser negociadas sob outro código. Confira nesta matéria os detalhes dessa decisão e, enfim, como a companhia vai se chamar.
A reforma da Previdência se aproxima de seus estágios finais e todos esperam que a reforma tributária seja a próxima estrela no Congresso. Mas, se depender do governo, os planos são outros. Segundo matéria do Estadão, a reforma administrativa, que reconfigura as carreiras do funcionalismo federal e estabelece novas regras para a contratação, a promoção e o desligamento de servidores, está recebendo os ajustes finais para ser encaminhada. Saiba mais.

Hoje pode ser um dia de boas notícias para milhões de brasileiros. É que a Receita Federal liberou a consulta ao quinto lote da restituição do Imposto de Renda. Desta vez, serão 2,3 milhões de contemplados, que devem receber sua grana no próximo dia 15. Veja se seu nome está na lista.
Bancos Centrais
- BC faz leilão de até US$ 525 milhões em contratos de swap cambial reverso e de venda à vista de até US$ 525 milhões
- BC oferta até R$ 3 bilhões em operações compromissadas
- Tesouro leiloa até 600 mil NTN-B
Indicadores
- Alemanha divulga produção industrial de agosto
- Estados Unidos publicam dados semanais sobre o mercado de petróleo
- China divulga resultado de suas reservas internacionais em setembro
Para Renato Cohn, primeira abertura de capital desde 2021 pode destravar o mercado brasileiro — e banco vê apetite mesmo com juros altos e tensão global
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A semana teve mudanças relevantes em Axia Energia (AXIA3), Tenda (TEND3) e Cemig (CMIG4)
Ex-presidente da B3 e ex-diretor do Santander, Gilson Finkelzstain foi escolhido em março para substituir Mario Leão no comando do banco no Brasil
Nesta sexta-feira (8), as ações da estatal completaram cinco sessões de quedas consecutivas, acompanhando a forte desvalorização do Brent na semana
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De acordo com a empresa, a gestão de Reynaldo Passanezi Filho, que deixa o cargo, foi marcada por um ciclo de crescimento da companhia, avanços em eficiência operacional e investimentos em níveis recordes
Fenômeno com a Carmed e cada vez mais pop nas redes, a farmacêutica viu margens pressionadas, estoques travados e queima de caixa em 2025. Agora, tenta equilibrar crescimento acelerado com disciplina financeira
A varejista teve prejuízo líquido de R$ 55,2 milhões no primeiro trimestre de 2026, revertendo o lucro de R$ 12,8 milhões registrado no mesmo período do ano passado, em meio à pressão da Selic elevada sobre as despesas financeiras
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Marcos Cruz será o novo CEO da Tenda a partir de junho de 2027. O executivo comandou a Nitro Química na última década e acumula passagens pela McKinsey e Secretaria Municipal da Fazenda de São Paulo