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2019-10-31T12:16:41-03:00
Eduardo Campos
Eduardo Campos
Jornalista formado pela Universidade Metodista de São Paulo e Master In Business Economics (Ceabe) pela FGV. Cobre mercado financeiro desde 2003, com passagens pelo InvestNews/Gazeta Mercantil e Valor Econômico cobrindo mercados de juros, câmbio e bolsa de valores. Há 6 anos em Brasília, cobre Banco Central e Ministério da Fazenda.
Juros

Trump: Nosso problema não é a China, mas sim nosso Banco Central

Presidente americano Donald Trump volta a criticar o Federal Reserve (Fed), banco central americano, por não deixar o juro negativo nos EUA

31 de outubro de 2019
12:16
Presidente dos EUA, Donald Trump, e presidente do Fed, Jerome Powell
Imagem: Official White House Photo by Andrea Hanks

As pessoas estão muito desapontadas com Jerome Powell e o Federal Reserve (Fed), banco central americano. É assim que começa o tuíte do presidente americano Donald Trump, no qual pede juro negativo nos EUA e diz que a China não é o problema, mas sim o banco central.

Segundo Trump, que é crítico contumaz do Fed, os juros altos e o dólar estão prejudicando as empresas americanas. Para ele, o juro nos EUA deveria ser menor que o da Alemanha, Japão e outros países. “Somos, de longe, o maior e mais forte país, mas o Fed nos coloca em desvantagem competitiva”, escreveu, complementando que “vamos vencer de qualquer forma”.

A canelada de Trump até que demorou, geralmente ele bate no Fed e em Powell logo após as decisões. A reunião do Fed foi ontem, quando o colegiado anunciou a terceira redução consecutiva do custo do dinheiro nos EUA, que agora tem taxa básica entre 1,5% e 1,75% ao ano.

Segundo Powell, o Fed atuou para dar suporte à economia americana diante do risco de desaceleração global, incertezas sobre a guerra comercial e inflação abaixo das metas. Mas o cenário básico é de crescimento, com mercado de trabalho forte.

Ainda de acordo com Powell, o atual patamar de juros deve continuar dando suporte ao crescimento dos EUA, indicando que o Fed pode fazer uma pausa nos cortes para avaliar o efeito das medidas já tomadas sobre a atividade, ainda mais agora com uma redução das tensões comerciais e menor preocupação com uma recessão global.

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