O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
De acordo com dados divulgados pela Comissão, foram 109 julgamentos em 2018, ante 45 no ano anterior, com arrecadação de R$ 350 milhões em multas
O número de processos sancionadores (PAS) julgados pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) mais que dobrou em 2018, em relação ao ano anterior. Foram 109 julgamentos ante 45 no ano anterior, com arrecadação de R$ 350 milhões em multas, 111% a mais do que em 2017. Para o superintendente de processos sancionadores, Carlos Guilherme Aguiar, o resultado é fruto do trabalho que a CVM tem feito em todas as áreas para reduzir o estoque e a idade média dos processos.
"Houve um esforço muito grande das áreas técnicas da CVM, dos diretores, do colegiado. Não é coincidência que o recorde tenha acontecido no ano em que tivemos o colegiado por mais tempo completo, com cinco diretores", afirma o superintendente, para quem a aplicação de multas recorde em alguns casos também contribuiu para o resultado.
O Relatório de Atividade Sancionadora do ano passado, que a CVM divulgou nesta quarta-feira, mostra também que a autarquia arquivou 27 processos sancionadores por termo de compromisso, como são chamados os acordo na autarquia. No total, foram 57 termos de compromissos firmados, uma alta de 33% em relação ao ano anterior, mas nem todos os processos sancionadores puderam ser encerrados porque restaram acusados a serem julgados.
Ao final do período, restavam 157 PAS por serem julgados pelo regulador do mercado de capitais, 14% menos do que no ano anterior. O número de termos de acusação formulados (87) diminuiu 30% em relação a 2017, quando foram apresentados 124.
O estoque de processos administrativos com potencial sancionador, ou seja, que podem resultar na punição dos culpados, ficou praticamente estável. Ao final de 2018, havia 284 processos com esse perfil nas seis superintendências da CVM, contra 287 em dezembro de 2017. O ano também terminou com 13 inquéritos administrativos, três a mais do que no ano anterior.
Metade dos processos administrativos com esse perfil foi instaurado no próprio ano de 2018. O estoque de processos de anos anteriores diminui em todas as áreas. Ao final do ano, havia 143 processos administrativos com potencial sancionador, 14% menos que no ano anterior.
Leia Também
"Maior quantitativo de processos com potencial sancionador são processos que foram originados em 2018. São casos recentes. Demonstra que estamos conseguindo trabalhar muito pari passu com os acontecimentos. Essa é uma preocupação muito grande internamente", disse o superintendente.
A CVM comunicou 130 indícios de crime aos Ministérios Públicos Federal e Estaduais no ano passado. A informação também consta do Relatório de Atividade Sancionadora, divulgado pela autarquia. A maior parte dos comunicados - 83 - foi endereçada ao Ministério Público Federal (MPF).
Entre os indícios de crime, estão suspeitas de lavagem de dinheiro e de uso de informação privilegiada. Os comunicados vêm aumentando ano a ano. Em 2015, foram 76 informes. No ano seguinte, 93, e, em 2017, 121 comunicados.
De acordo com o superintendente de processos sancionadores, Carlos Guilherme Aguiar, as comunicações acontecem no momento em que a autarquia percebe que o fato que está sendo apurado pode configurar crime, ou seja, não há necessidade de aguardar o final do processo sancionador.
Aguiar destaca ainda o aumento da colaboração da CVM com o Ministério Público de uma forma geral. Segundo ele, não é só a autarquia que faz os comunicados. O próprio MP toma a iniciativa de sinalizar o órgão regulador do mercado de capitais quando identifica algum indício de crime contra o sistema financeiro.
Negociações para vender até 60% da CSN Cimentos ao grupo J&F, por cerca de R$ 10 bilhões, animam analistas e podem gerar caixa para reduzir parte da dívida, mas agências alertam que o movimento, isoladamente, não elimina os riscos de refinanciamento e a necessidade de novas medidas de desalavancagem
A varejista deu adeus à loja em um dos shoppings mais luxuosos da cidade e encerrou 193 pontos físicos no último ano
Em meio à escalada das tensões globais, a fabricante brasileira reforça sua presença no mercado internacional de defesa com novos acordos estratégicos e aposta no KC-390 como peça-chave
Leilão envolveu frações de ações que sobraram após bonificação aos investidores; veja quando o pagamento será depositado na conta dos acionistas
Leilão de OPA na B3 garantiu 75% das ações preferenciais em circulação; veja o que muda para a aérea agora
Investidores precisam estar posicionados até o início de março para garantir o pagamento anunciado pelo banco
A agência rebaixou nota de crédito da companhia para B2 e acendeu o alerta sobre a dívida bilionária
Banco mantém visão positiva no longo prazo, mas diz que expectativas altas e trimestre fraco podem mexer com a ação
A companhia tem uma dívida considerada impagável, de R$ 2,7 bilhões, praticamente o dobro do seu valor de mercado
À primeira vista, o mercado teve uma leitura positiva da proposta de migração da empresa para o nível mais elevado de governança corporativa da B3; saiba o que muda
Operação reúne as empresas Exiro Minerals, Orion Resource Partners e Canada Growth Fund, e prevê investimento de US$ 200 milhões
Citi cortou preço-alvo, mas manteve a recomendação de compra graças a uma arma que pode potencializar o negócio da companhia de software
Para o BTG, a situação financeira para as empresas do setor será mais apertada em 2026; veja quais são as empresas mais eficientes e que podem gerar mais retornos
A parceria dá à Unipar Indupa o direito de adquirir, após cumprir algumas condições, uma participação de 9,8% do capital total da Ventos de São Norberto Energias Renováveis
Empresa convoca acionistas para votar migração ao segmento mais alto de governança da B3; veja o que muda para os investidores
A venda da operação na Rússia era a última peça que faltava para a conclusão da estratégia de simplificação corporativa da Natura e retorno ao foco na América Latina
O tombo da mineradora foi o grande responsável por colocar o Ibovespa no terreno negativo nesta quarta-feira (18); sem o impacto de VALE3, o principal índice da bolsa brasileira teria subido 0,21%
Analistas da XP apontam quais são as perspectivas para as construtoras de alta renda em 2026 e os desafios que o investidor pode esperar
Com cortes de até 51% nas taxas logísticas e redução na mensalidade dos vendedores, a gigante norte-americana eleva a pressão sobre o Mercado Livre no México e reacende o temor de uma escalada na guerra do e-commerce na América Latina
Banco aponta spreads baixos, queima de caixa acelerando e avalia que Petrobras dificilmente fará aporte para evitar impacto na política de dividendos