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Gigante das redes sociais deseja criar uma cripto para integrar WhatsApp, Instagram e Facebook
A esta altura, você já deve ter ouvido falar da suposta criptomoeda que o Facebook deseja criar.
O Carnaval já acabou, mas mesmo assim uma rede social quer se “fantasiar” de banco central antes do fim do semestre.
Genial como ideia, mas perigoso como execução. Explico.
O resumo da história do Facebook com o universo cripto começa quando, no auge do frenesi cripto, a companhia decidiu proibir anúncios de qualquer natureza relacionados a criptomoedas.
Em 2017, fomos prejudicados com essa medida, assim como exchanges e veículos de mídia, que ficaram sem poder captar novos clientes na rede social.
A medida foi tomada porque a quantidade de golpes anunciados dentro do Facebook era imensa e se confundia com aqueles empreendedores que estavam em meio a projetos sérios.
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Nada de mais, até porque tudo indicava que, aos poucos, a medida seria deixada de lado e um crivo mais seletivo seria adotado – foi justamente o que aconteceu.
Desde então, Mark Zuckerberg, CEO do Facebook, foi cada vez mais se aproximado do tema blockchain e cripto e montando uma área inteira dedicada ao ecossistema em Menlo Park.
Atualmente, a equipe já conta com mais de 60 especialistas em blockchain e as primeiras notícias de que o Facebook deseja criar uma cripto para integrar WhatsApp, Instagram e Facebook já começaram a pipocar.
Mas por que criar uma cripto?
A ideia é fazer com que as plataformas controladas por Zuckerberg sirvam como meio de pagamento, assim como o WeChat (da gigante Tencent) na China.
Com o WeChat é possível fazer compras (por meio do WeChat Pay), reservar viagens e, claro, enviar mensagens instantâneas, tal qual o WhatsApp.
É como um app para todas as suas necessidades online – ou pelo menos as principais.
No entanto, se o intuito do Facebook for esse mesmo, não seria necessário uma criptomoeda, bastaria um sistema como o PayPal e pronto.
E é aí que começa a minha descrença na iniciativa.
Se o Facebook for na direção de criar um PayPal dentro dos seus aplicativos, tudo bem, pois estaríamos falando de um mercado regulado e com roadmap já explorado para implementação.
Por outro lado, se for de fato uma criptomoeda, com blockchain próprio, ou até um token dentro de uma outra rede, o Facebook poderia enfrentar problemas com os bancos centrais.
E, diferentemente do Bitcoin, por exemplo, existiria uma pessoa, uma equipe, uma empresa a qual os governos poderiam pressionar para desistir da ideia.
Exatamente nesse ponto mora a diferença entre uma cripto totalmente descentralizada e uma “com dono”.
A última possui claramente um ponto fraco e um alvo a ser atacado.
A boa notícia é que Facebook, Instagram e WhatsApp, podem fazer com que 2,7 bilhões de pessoas tenham acesso ao conceito de cripto e, assim, popularizar o tema de maneira acelerada, como nunca aconteceu.
Aguardarei até julho para poder pagar o meu almoço com Facebook Coin.
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