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A guerra esquentou

EUA formalizam proposta de tarifas sobre produtos da China, que faz críticas aos norte-americanos via OMC

Proposta visa taxar aproximadamente US$ 300 bilhões em produtos chineses que ainda não sofreram barreiras

13 de maio de 2019
20:36 - atualizado às 20:37
Guerra comercial, China, Estados Unidos EUA
Xi Jinping (China) e Donald Trump (EUA) - Imagem: Shutterstock

O Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR, na sigla em inglês) formalizou na noite desta segunda-feira a proposta de impor tarifas de 25% sobre produtos chineses importados pelo país que ainda não sofreram barreiras pelos americanos.

O montante é de aproximadamente US$ 300 bilhões em produtos chineses que serão tarifados caso o USTR siga adiante com o procedimento. O presidente americano, Donald Trump, havia instruído o órgão a seguir com o processo no fim da semana passada.

De acordo com o USTR, a audiência pública será feita em 17 de junho, enquanto comentários finais ocorrerão em 24 de junho. A lista final divulgada pelo representante comercial dos EUA exclui produtos farmacêuticos, alguns produtos médicos, materiais raros e alguns minerais. Celulares e computadores, contudo, foram incluídos pelo USTR na lista de produtos a serem tarifados.

Chineses fazem críticas

Em retaliação às ações norte-americanas, a China indicou nesta segunda-feira que as políticas dos Estados Unidos estão ameaçando a existência da Organização Mundial do Comércio (OMC) e submeteu ao painel do órgão multilateral uma série de queixas em uma "proposta de reforma" da OMC.

Sem citar os EUA, os chineses apontam que a tendência recente de práticas unilaterais e protecionistas "desferiu golpes ao multilateralismo e ao sistema de livre-comércio" e enfatizam que "o abuso da exceção de segurança nacional, medidas unilaterais inconsistentes com as regras da OMC, bem como o uso indevido ou abusivo das medidas de reparação comercial existentes danificaram gravemente a ordem internacional de livre-comércio".

O documento da China foi protocolado nesta segunda-feira no site da OMC. Os chineses não mencionam os EUA no documento, mas se referem ao bloqueio na nomeação de juízes de apelação da organização e a tarifas de segurança nacional sobre alumínio, aço e veículos, práticas que têm sido associadas a Washington.

De acordo com a China, "um certo membro da OMC" levantou unilateralmente barreiras comerciais e impôs tarifas de importação de forma arbitrária e sem autorização da organização multilateral.

*Com Estadão Conteúdo.

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