🔴 TOUROS E URSOS: LULA 3 FAZ 3 ANOS, OS DADOS ECONÔMICOS E A POPULARIDADE DO GOVERNO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Olivia Bulla

Olivia Bulla

Olívia Bulla é jornalista, formada pela PUC Minas, e especialista em mercado financeiro e Economia, com mais de 10 anos de experiência e longa passagem pela Agência Estado/Broadcast. É mestre em Comunicação pela ECA-USP e tem conhecimento avançado em mandarim (chinês simplificado).

A Bula do Mercado

Mercados em compasso de espera

Expectativa por eventos envolvendo bancos centrais no Brasil e no exterior tende a redobrar postura defensiva dos investidores

Olivia Bulla
Olivia Bulla
20 de agosto de 2019
5:38 - atualizado às 9:43
Riscos de contágio da crise na Argentina potencializa pressão nos ativos locais

A terça-feira está esvaziada em termos de divulgações e eventos econômicos relevantes, o que tende a deixar o mercado financeiro em compasso de espera pelo que reserva a agenda a partir de amanhã. Com isso, os investidores tendem a redobrar a postura defensiva, alternando momentos de cautela e volatilidade nos negócios.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Afinal, é grande a ansiedade pelos eventos envolvendo os bancos centrais nos próximos dias (veja mais abaixo). Enquanto aguarda, o mercado vive momentos de tensão, com os sinais de desaceleração da economia global e o temor de recessão afetando, principalmente, os países emergentes, em meio à saída de recursos estrangeiros dos ativos mais arriscados.

A crise na Argentina tende a agravar esse movimento na região, com o Brasil sofrendo os efeitos de contágio técnico e de fluxo. Alguns grandes fundos com exposição relevante no país vizinho sofreram fortes perdas e resgataram recursos, o que levou gestores a fazer caixa e reduzirem posição também em ativos mais líquidos, como é o caso de Brasil.

Ontem foi feriado na Argentina, o que adiou para hoje a reação dos ativos do país à troca de comando na Fazenda. O novo ministro argentino, Hernán Lacunza, toma posse hoje, no lugar de Nicolás Dujóvne, que renunciou no sábado, em meio à crise econômica e à instabilidade política, desde a derrota expressiva de Mauricio Macri na prévia das eleições.

Pressão aliviada

Hoje, portanto, os ativos emergentes podem sofrer renovada pressão, com o contágio externo penalizando novamente os negócios locais. Mas o sinal positivo vindo das bolsas lá fora pode aliviar essa carga. Os índices futuros das bolsas de Nova York apontam para uma sessão de ganhos, abrindo espaço para um terceiro pregão de alta na Europa.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Relatos de estímulo fiscais pairam no ar, com a Casa Branca começando a falar em um corte temporário na folha de pagamentos, enquanto a Alemanha e a Itália planejam um “choque” de bilhões de euros. Já na Ásia, as principais bolsas encerraram de forma mista, com Xangai e Hong Kong registrando leves perdas, enquanto Tóquio subiu.

Leia Também

As praças chinesas reagiram à decisão do Banco Central chinês de fixar a nova taxa de empréstimos de um ano em 4,25%., de 4,31% um dia antes. No sábado, o PBoC anunciou a criação dessa taxa, de modo a reduzir custos de financiamento para empresas, alterando âncoras cambial e monetária para reduzir os impactos da guerra comercial na atividade.

Nos demais mercados, o petróleo ensaia alta, enquanto o dólar ganha terreno das moedas rivais. Destaque, porém, para o xará australiano, após a ata da última reunião do BC do país (RBA) revelar que a autoridade monetária considera estímulos adicionais, se necessário.

BCs no radar

O Federal Reserve publica na quarta-feira a ata da reunião de julho, quando a taxa de juros norte-americana sofreu um “ajuste de meio de ciclo” e caiu 0,25 ponto. Os investidores devem buscar no documento os motivos que levaram ao “corte preventivo”, bem como pistas sobre o que poderia justificar quedas adicionais - quiçá em setembro. Porém, ontem, declarações de membro do Fed indicam que talvez não seja necessário mais estímulo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

No mesmo dia, tem início os leilões de swaps cambiais e de dólares à vista ofertados pelo BC brasileiro. A atuação da autoridade monetária visa, em última análise, injetar liquidez no mercado, diante dos sinais de maior demanda por dinheiro em espécie. Ontem, a moeda norte-americana encerrou cotada acima de R$ 4,00 pelo segundo dia seguido, sendo que o real foi a moeda emergente a perder mais valor.

O comportamento do dólar começa a levantar dúvidas sobre o espaço para cortes adicionais na Selic, que pode chegar a 5% até dezembro deste ano. O problema é que esse nível de taxa reduz a atratividade no diferencial de juros pago no Brasil em relação a outros países e isso provoca uma disfuncionalidade no mercado de câmbio, impactando na formação de preço da moeda estrangeira.

Já na quinta-feira, o Banco Central Europeu (BCE) também publica a ata do encontro do mês passado, quando frustrou as expectativas por novos estímulos na zona do euro e manteve a política monetária estável. No mesmo dia, tem início o simpósio anual que reúne banqueiros centrais em Jackson Hole (Wyoming, EUA).

Mas o grande destaque fica com o discurso do presidente do Fed, Jerome Powell, na sexta-feira. Os investidores querem sentir a disposição dos BCs, em especial do Fed, em atuar de modo mais ativo para dirimir os riscos de uma recessão global. Para tanto, querem indicações mais precisas sobre o rumo dos juros norte-americanos no mês que vem.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
POR QUE É TÃO RUIM?

Maior queda do Ibovespa: saída de CFO do Pão de Açúcar (PCAR3) deixa CEO novato com “bombas” na mão

9 de janeiro de 2026 - 17:21

A saída do executivo que liderava a desalavancagem e as negociações fiscais aumentou a percepção de risco do mercado e pressionou as ações da varejista

SUBINDO NA BOLSA

Alívio para Minerva (BEEF3): Sinal verde para acordo entre UE e Mercosul abre portas depois de a China cortar asinhas do Brasil

9 de janeiro de 2026 - 12:49

Analistas veem impacto positivo para a cadeia de carnes com a abertura do mercado europeu, mas alertam que o acordo não é suficiente para substituir a China no curto prazo

UM PORTO-SEGURO NA BOLSA?

Banco revela um dos setores mais promissores da bolsa em 2026; descubra as ações preferidas dos analistas

8 de janeiro de 2026 - 19:02

Em meio a incertezas políticas e sobre juros, BTG Pactual vê utilities como o melhor setor e lista empresas de saneamento e energia com potencial

NO CORAÇÃO DO BRASIL

Fundo imobiliário anuncia compra bilionária em um dos maiores empreendimentos do país

8 de janeiro de 2026 - 10:13

O imóvel ainda está em fase de construção e será composto por quatro torres comerciais de padrão classe “A”

EM BUSCA DE CAPITAL

PicPay, Agibank e Abra querem IPO nos EUA. Por que Wall Street está mais atraente para abrir capital do que o mercado brasileiro?

7 de janeiro de 2026 - 6:16

Uma fila parece ter começado a se formar em direção ao mercado norte-americano. PicPay, Agibank e Abra sinalizaram planos para ofertas de ações por lá, enquanto a B3 segue em jejum de IPOs há quatro anos

GIGANTE VERDE

SNEL11 se torna o maior FII de energia renovável da B3 após captar mais de R$ 620 milhões; entenda a operação

6 de janeiro de 2026 - 13:00

A emissão de cotas do FII segue uma tendência do mercado, que encontrou no pagamento em cotas uma solução para adquirir ativos de peso em meio às altas taxas de juros

FII DO MÊS

BTLG11 (de novo) no topo: FII de galpões logísticos volta a ser o favorito em janeiro com expectativa de corte de juros; veja o ranking completo

6 de janeiro de 2026 - 6:07

Embora já tenha registrado alta de 8,95% em 2025, o fundo contou com três recomendações entre os nove bancos e corretoras consultados pelo Seu Dinheiro

FRIGORÍFICOS

Minerva (BEEF3): existe um atalho para escapar das tarifas chinesas, mas o buraco é mais embaixo. O que esperar?

5 de janeiro de 2026 - 17:35

Com forte exposição ao mercado chinês, o frigorífico pode apelar para operação no resto do continente para enviar carne bovina ao gigante asiático, mas essa não é a bala de prata

DE OLHO NA SEGURANÇA

Nem Petrobras (PETR4) nem PRIO: veja qual ação brasileira está em alta após invasão da Venezuela pelos EUA

5 de janeiro de 2026 - 17:29

Tradicional ativo de proteção, o ouro sobe em meio ao aumento das tensões globais, intensificadas pela invasão da Venezuela, e uma ação pode ganhar com esse movimento

VAI CAIR?

Com invasão dos EUA na Venezuela, como fica o preço do petróleo e o que pode acontecer com a Petrobras (PETR3) e junior oils

5 de janeiro de 2026 - 16:09

Empresas petroleiras brasileiras menores, como Brava (BRAV3) e PetroRio (PRIO3), sofrem mais. Mas a causa não é a queda do preço do petróleo; entenda

HORA DE BOTAR A MÃO NA MASSA?

Pão de Açúcar (PCAR3) tem novo CEO depois de meses com cargo ‘vago’. Ele vai lidar com o elefante na sala?

5 de janeiro de 2026 - 11:15

Alexandre Santoro assume o comando do Grupo Pão de Açúcar em meio à disputa por controle e a uma dívida de R$ 2,7 bilhões

AÇÃO DO MÊS

Nem banco, nem elétrica: ação favorita para janeiro de 2026 vem do canteiro de obras e está sendo negociada com desconto

5 de janeiro de 2026 - 6:03

Com um desconto de 27,18% no último mês, a construtora recebeu três recomendações entre os nove bancos e corretoras consultados pelo Seu Dinheiro

QUEDA FORTE NA BOLSA

Ação da Azul (AZUL54) em queda livre: por que os papéis estão sendo dizimados na bolsa, com perdas de 50% só hoje (2)?

2 de janeiro de 2026 - 17:31

Papéis derretem na bolsa após o mercado precificar os efeitos do Chapter 11 nos EUA, que envolve conversão de dívidas em ações, emissão massiva de novos papéis, fim das preferenciais e forte diluição para os atuais acionistas

R$ 1,2 BILHÃO

Dasa (DASA3): vender ativos por metade do preço pago foi um bom negócio? Analistas respondem

2 de janeiro de 2026 - 15:19

Papéis chegaram a disparar com a venda de ativos, mas perderam força ao longo do dia; bancos avaliam que o negócio reduz dívida, ainda que com desconto relevante

COMEÇOU MAL

Minerva (BEEF3) e MBRF (MBRF3) caem forte com tarifas da China sobre a carne bovina brasileira

2 de janeiro de 2026 - 14:47

País asiático impôs uma tarifa de 55% às importações que excederem a cota do Brasil, de 1,1 milhão de toneladas

RETROSPECTIVA DO IFIX

FIIs de galpões logísticos foram os campeões de 2025; confira o ranking dos melhores e piores fundos imobiliários do ano

2 de janeiro de 2026 - 6:03

Entre os destaques positivos do IFIX, os FIIs do segmento de galpões logísticos vêm sendo beneficiados pela alta demanda das empresas de varejo

MENOS DINHEIRO NO BOLSO

Petrobras (PETR4): por que ação fechou o ano no vermelho com o pior desempenho anual desde 2020

31 de dezembro de 2025 - 17:27

Não foi só o petróleo mais barato que pesou no humor do mercado: a expectativa em torno do novo plano estratégico, divulgado em novembro, e dividendos menos generosos pesaram nos papéis

VEJA A LISTA COMPLETA

As maiores quedas do Ibovespa em 2025: o que deu errado com Raízen (RAIZ4), Hapvida (HAPV3) e Natura (NATU3)?

31 de dezembro de 2025 - 7:30

Entre balanços frustrantes e um cenário econômico hostil, essas companhias concentraram as maiores quedas do principal índice da bolsa brasileira

ACABOU O RALI?

Ouro recua quase 5% e prata tomba quase 9% nesta segunda (29); entenda o que aconteceu com os metais preciosos

29 de dezembro de 2025 - 18:07

Ouro acumula alta de 66% em 2025, enquanto a prata avançou cerca de 145% no ano

RESUMO DOS MERCADOS

Na reta final de 2025, Ibovespa garante ganho de 1,5% na semana e dólar acompanha 

27 de dezembro de 2025 - 9:15

A liquidez reduzida marcou as negociações na semana do Natal, mas a Selic e o cenário eleitoral, além da questão fiscal, continuam ditando o ritmo do mercado brasileiro

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar