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Companhia, que é dona da rede Farmais, atuava desde novembro para implementar um plano de recuperação judicial; ações da empresa reagem em queda de mais de 30%, cotadas a menos de R$ 1,00
Não tem mais remédio. A Brasil Pharma anunciou que o conselho de administração aprovou o pedido de falência da empresa, que é dona da rede Farmais. Com isso, as ações da empresa desabaram 36,96% e encerraram o dia cotadas a R$ 0,87. Na mínima do dia, chegaram a valer R$ 0,62.
A B3 chegou a suspender as negociações dos papeis da empresa até às 11h no pregão desta quinta. Ontem, as ações da companhia encerraram em queda de 4,83%, a R$ 1,38. Veja como foi a movimentação do mercado.
A empresa convocou uma assembleia geral extraordinária para discutir o pedido de falência, mas não definiu data para a reunião. O comunicado foi feito em fato relevante divulgado pela BR Pharma hoje.
A administração da companhia atuava desde novembro de 2018 para implementar um plano de recuperação judicial, que incluía a alienação de ativos e negócios da companhia, dentre os quais a rede Farmais.
Em comunicado, BR Pharma afirma que foi prejudicada pela deterioração do valor de mercado dos pontos comerciais, em função de inúmeras ações judiciais para retomada dos imóveis e não amparadas pelo benefício da recuperação judicial.
A empresa também culpa a suspensão do leilão da rede de drogarias “Farmais”, que aconteceria em março deste ano mas foi barrado pela Justiça.
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"A administração identificou que a companhia está impossibilitada mesmo de manter o pagamento de honorários advocatícios e de acessar seus sistemas de informática e de controle contábil", disse o diretor de Relações com Investidores, Leonardo Campos.
Ele ainda lembrou que a situação atual impossibilita gerenciar as operações da empresa e o pagamento integral da folha salarial de seus colaboradores.
A BR Pharma chegou a ser a terceira maior empresa do varejo farmacêutico nacional, com as redes Farmais, Sant'Ana e a distribuidora Big Ben. A empresa foi criada em 2009 pelo banco BTG Pactual e vendida, em abril de 2017, para a Lyon Capital pelo valor simbólico de R$ 1 mil.
Quando a companhia decide cancelar as ações em tesouraria, o acionista acaba, proporcionalmente, com uma fatia maior da empresa, uma vez que parte dos papéis não existe mais
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