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Mudando de mãos

Negócio fechado! BRMalls vende sua participação em sete shoppings por R$ 700 milhões

Um fundo imobiliário administrado pelo BTG Pactual será o novo dono da fatia detida pela BRMalls em sete shoppings. O valor integral da transação será distribuído aos acionistas

Shopping center
Imagem: Shutterstock

A operadora de shoppings centers BRMalls já tinha avisado: estava em "tratativas avançadas" para vender sua participação em sete ativos de seu portfólio para um fundo imobiliário administrado pelo BTG Pactual. E, na noite desta sexta-feira (2), o negociação foi concluída.

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A transação envolve as fatias detidas pela BRMalls em três shoppings no Rio de Janeiro (Ilha Plaza, Casa & Gourmet e Plaza Macaé), um no Paraná (Londrina Norte), um em São Paulo (Osasco Plaza), um em Minas Gerais (Contagem) e um no Tocantins (Capim Dourado), pelo valor total de R$ 696,4 milhões — a cifra já foi liquidada.

"Os ativos alienados são shoppings sólidos, mas dentro de um portfólio maior, recebiam menor priorização e poderão receber mais investimentos e atenção pelo novo comprador", diz a BRMalls, em mensagem aos acionistas. A companhia ainda afirma que pretende vender sua fatia em outros dois empreendimentos — os shoppings São Luis (MA) e Via Brasil (RJ) — nos próximos trimestres.

A companhia possuía 100% de participação em apenas três dos empreendimentos negociados com o fundo imobiliário do BTG Pactual: os shoppings Casa & Gourmet, Londrina Norte e Capim Dourado. Com a venda da fatia detida nos sete estabelecimentos, a BRMalls ficará com 29 ativos em seu portfólio.

"Acreditamos que a correta alocação de capital é uma variável crítica de sucesso no nosso setor, que possui natureza capital-intensiva", afirma a companhia. "Manteremos nossa disciplina nos investimentos e continuaremos perseguindo a nossa estrutura ótima de capital".

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A operadora ainda diz que o valor integral dessa transação será distribuído aos acionistas, tendo como base a posição do dia 7 de agosto. Dos R$ 696,4 milhões, R$ 526,4 milhões serão repassados sob a forma de dividendos — os R$ 170 milhões restantes serão pagos em juros sobre o capital próprio (JCP).

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