🔴 ONDE INVESTIR EM MARÇO: ESPECIALISTAS TRAZEM INSIGHTS SOBRE MACRO, AÇÕES, RENDA FIXA, FIIS E CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Julia Wiltgen

Julia Wiltgen

Jornalista formada pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) com pós-graduação em Finanças Corporativas e Investment Banking pela Fundação Instituto de Administração (FIA). Trabalhou com produção de reportagem na TV Globo e foi editora de finanças pessoais de Exame.com, na Editora Abril. Hoje é editora-chefe do Seu Dinheiro.

Na trave!

Em dia histórico, Ibovespa bate o recorde de 100 mil pontos, mas perde força e fecha a apenas 6 pontos da marca

Em semana com grandes expectativas em torno da reforma da Previdência e decisões sobre juros no Brasil e EUA, bolsa brasileira finalmente supera marca histórica de 100 mil pontos, mas fecha um pouquinho abaixo; dólar termina pregão em queda

Julia Wiltgen
Julia Wiltgen
18 de março de 2019
10:21 - atualizado às 9:54
Selo marca a cobertura de mercados do Seu Dinheiro para o fechamento da Bolsa
Bolsa supera marca psicológica e bate recorde intraday, mas perde força no fim do dia. - Imagem: Seu Dinheiro

Hoje foi um dia histórico para a bolsa brasileira. Depois de muita expectativa, o Ibovespa bateu a marca psicológica dos 100 mil pontos, atingindo os seis dígitos pela primeira vez. Foi às 14h44 que o principal índice da bolsa brasileira superou a marca, subindo 0,88% e chegando a 100.006 pontos. Na máxima do dia, o índice chegou a 100.037 pontos, novo recorde intraday.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A marca, entretanto, não se sustentou por muito tempo. A bolsa perdeu força e terminou o dia batendo na trave, fechando com alta de 0,86%, aos 99.994 pontos. Mesmo assim, trata-se de um novo recorde de fechamento. Já o dólar à vista, por sua vez, fechou em queda de 0,76%, a R$ 3,7914, em linha com a cotação da moeda americana frente a outras divisas.

O mercado doméstico operou com otimismo nesta segunda (18), com as atenções voltadas para o andamento da reforma da Previdência. O mercado entende que o governo tem feito esforços para conseguir o apoio de parlamentares. Há grande expectativa pela entrega da proposta para os militares, na próxima quarta-feira (20).

Pela manhã, o presidente da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) na Câmara, Felipe Francischini (PSL-PR), afirmou que o mais "executável" é que a Nova Previdência seja votada no colegiado por volta do dia 3 de abril. Ele deve indicar o relator da reforma na CCJ ainda nesta semana, logo após o envio da proposta dos militares ao Congresso.

Os juros futuros fecharam em queda, com a queda do dólar, a alta da bolsa, o aumento do apetite por risco no exterior e as perspectivas de crescimento mais fraco para 2019, conforme mostraram os dados do Focus e do IBC-Br. O DI para janeiro de 2020 caiu 0,31% para 6,355%; o DI para janeiro de 2023 recuou 0,62% para 8,00%; e o DI para janeiro de 2025 teve queda de 0,58%, para 8,54%.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O dia foi de otimismo também no exterior. O Dow Jones fechou em alta de 0,25%, aos 25.913 pontos; o S&P500 terminou o dia com valorização de 0,37%, aos 2.822 pontos; e a Nasdaq fechou com ganho de 0,34%, aos 7.714 pontos.

Leia Também

Os mercados internacionais operaram na expectativa de que o Fed, o banco central americano, se mantenha "dovish" na reunião da próxima quarta-feira, pegando leve no movimento de alta nos juros do país.

A previsão é de que o Fed mantenha os juros americanos na faixa entre 2,25% e 2,50% ao ano e de que também reduza as projeções para futuros aumentos, assim como para o crescimento econômico dos Estados Unidos.

Espera-se, ainda, que o BC americano interrompa o processo de redução do seu balanço patrimonial, formado por US$ 3,9 trilhões em títulos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

As bolsas da Europa fecharam majoritariamente em alta nesta segunda-feira, com ganhos liderados pela bolsa de Londres, depois que a terceira votação do Brexit, esperada para amanhã, foi barrada pelo presidente da Câmara dos Comuns do Reino Unido. Para o dirigente, a votação só deve ocorrer após mudanças no texto que já foi rejeitado duas vezes no Parlamento.

O índice pan-europeu Stoxx 600 fechou em alta de 0,27%, aos 382 pontos. A libra esterlina se enfraqueceu frente ao dólar.

Churrasco em alta

As ações dos frigoríficos operaram em alta nesta segunda-feira, dando continuidade a um movimento iniciado na última sexta, diante da expectativa de que o ministro da Economia, Paulo Guedes, tente acordo com os EUA para incentivar a importação de carne pelos americanos durante a viagem do presidente Jair Bolsonaro ao país nesta segunda.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A ministra da Agricultura, Tereza Cristina, tem um encontro agendado amanhã com o chefe do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA), Sonny Perdue, a fim de pedir para retirar as suspensões de importação de carne bovina, que já vem de dois anos.

As ações da Minerva (BEEF3) fecharam em alta de 6,10%, do Marfrig (MRFG3) subiram 4,00%. As duas maiores altas do Ibovespa nesta segunda-feira foram as das ações da BRF (BRFS3), que fecharam com ganho de 4,82%, e as da JBS (JBSS3), que avançaram 4,71%.

A BRF, no caso, também foi impulsionada pela alta no preço das aves, após o pior surto de peste suína já registrado na China, além de uma recomendação de compra do Bradesco BBI.

A boa do Carnaval

As ações da Ambev (ABEV3) fecharam em alta de 3,28%, depois que o Sindicato Nacional da Indústria da Cerveja disse que as vendas da indústria cervejeira durante o Carnaval somaram aproximadamente 1,3 bilhão de litros, melhor resultado para o período em quatro anos. Foi quase 10% do volume de vendas esperado para o ano.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Blue chips em alta - exceto Vale e BB

Entre as principais blue chips, as ações da Petrobras fecharam em alta de 2,02% (PETR3) e 1,73% (PETR4), em dia de vencimento de opções sobre ações, diante da alta do petróleo e da expectativa dos 100 mil pontos. Já as ações da Eletrobras fecharam em alta de 0,19% (ELET3) e 0,91% (ELET6).

Os papéis da Vale (VALE3), por sua vez, fecharam em baixa 0,18%, depois que a Justiça de Nova Lima (MG) ter bloqueado recursos no valor de R$ 1 bilhão e ter determinado que a mineradora terá de arcar com custos de assistência à população da região de Macacos, evacuada em fevereiro pela empresa, como parte do plano de ação após o rompimento da barragem em Brumadinho.

Além disso, na sexta-feira, a Vale anunciou que as operações da mina de Timbopeba foram suspensas, gerando um impacto de 12,8 milhões de toneladas de minério de ferro por ano.

A crise na Vale beneficia as operações de mineração da CSN. As ações da siderúrgica (CSNA3) fecharam em alta de 4,42% nesta segunda, dobrando seu valor de mercado em 12 meses, de R$ 11 bilhões para R$ 22 bilhões.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A alta dos preços internacionais do aço e do minério de ferro beneficiam a companhia, que também vem sendo puxada pelos bons resultados do quarto trimestre de 2018, bem como pelos planos da companhia para o ano.

No embalo, outras siderúrgicas também fecharam em alta: as ações da Gerdau (GGBR4) avançaram 2,71%, e as da Usiminas (USIM5) tiveram alta de 2,17%.

Em relatório divulgado hoje para os setores de mineração e siderurgia, o Credit Suisse fez uma projeção de queda de 2% na produção mundial de aço em cada um dos próximos anos. Caso a não haja demanda suficiente por parte da China, essa queda pode ser ainda maior, o que pode manter os preços do aço em patamares elevados.

Os bancos fecharam majoritariamente em alta, com exceção do BB (BBAS3), que recuou 0,76%. Itaú (ITUB4) subiu 0,16%, Santander (SANB11) avançou 0,24% e Bradesco teve ganho de 0,73% (BBDC3) e 0,53% (BBDC4).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

As ações da Cosan (CSAN3) fecharam com ganho de 1,63%, após a XP Investimentos iniciar a cobertura do papel com recomendação de compra. O preço-alvo da ação é de R$ 60, o que reflete um ganho potencial de 35%.

Tanure na Gafisa

Fora do Ibovespa, as ações da Gafisa (GFSA3) fecharam em alta de 11,44%, diante da indicação de Nelson Tanure para participar do seu conselho de administração. O empresário é conhecido pela compra de ações em companhias que caminham para a recuperação judicial.

De acordo com reportagem do jornal "Valor Econômico" nesta manhã, Tanure estaria negociando compra de participação na incorporadora.

Além disso, a Planner pediu aos acionistas que autorizem o atual conselho de administração da Gafisa a contratar um banco ou consultoria para elaborar novo plano estratégico de longo prazo para a companhia.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Maior queda do dia

O destaque negativo de hoje ficou por conta da BR Malls (BRML3), que recuou 1,21%, a maior queda do Ibovespa. A queda ainda é reflexo dos resultados do quarto trimestre de 2018, que trouxe alguns dados negativos, como a dificuldade na recuperação dos aluguéis cobrados dos lojistas e o aumento das despesas administrativas.

O aluguel por metro quadrado nos shoppings caiu 3,8% entre o quarto trimestre de 2017 e o quarto trimestre de 2018. Já o lucro operacional dos shoppings (NOI) por metro quadrado caiu 4,8% na mesma base de comparação.

Com Estadão Conteúdo

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
FATIA MAIOR

Vale (VALE3) cancela quase 100 milhões de ações mantidas em tesouraria; entenda a vantagem para o acionista

13 de março de 2026 - 11:15

Quando a companhia decide cancelar as ações em tesouraria, o acionista acaba, proporcionalmente, com uma fatia maior da empresa, uma vez que parte dos papéis não existe mais

O MOTIVO DA QUEDA

Ouro naufraga na tempestade do Oriente Médio. É o fim da linha para o porto seguro dos investidores?

12 de março de 2026 - 16:14

O metal precioso fechou em baixa de 1% e levou com ele a prata, que recuou menos, mas acompanhou o movimento de perdas

MERCADOS

Sem colete à prova de balas, Ibovespa cai mais de 2% e dólar vai às máximas do dia; bolsa sangra com Irã-EUA e fogo amigo do IPCA 

12 de março de 2026 - 12:47

Bolsas ao redor do mundo sentiram os efeitos do novo capítulo do conflito no Oriente Médio, enquanto o barril do Brent voltou a ser cotado aos US$ 100

PEGOU UM SHAPE

Smart Fit (SMFT3) dá salto de 6% na bolsa. Para o BTG, a era fitness pode gerar lucro de 56% aos investidores

11 de março de 2026 - 16:41

A rede teve um salto de quase 20% no lucro líquido recorrente do 4º trimestre de 2025 e planeja abrir até 350 de academias neste ano

INVESTIMENTOS

Recuperação extrajudicial do GPA (PCAR3) acende alerta em fundo imobiliário; varejista responde por 22% da receita do FII

11 de março de 2026 - 14:15

GPA afirma estar adimplente com o FII; acordos firmados entre fundos imobiliários e grandes empresas costumam incluir mecanismos de proteção para os proprietários dos imóveis

CRESCIMENTO FRACO

Dividendos da Telefônica (VIVT3) vão minguar? UBS alerta que sim. Entenda por que o banco agora recomenda venda das ações

11 de março de 2026 - 11:30

Relatório aponta desaceleração na geração de caixa da dona da Vivo e avalia que dividendos e valuation já não compensam o menor crescimento esperado

O FLUXO NÃO PAROU

R$ 42,5 bilhões em dinheiro gringo na B3: guerra não afasta o estrangeiro da bolsa brasileira

10 de março de 2026 - 19:35

O montante considera o período de janeiro até a primeira semana de março e é quase o dobro do observado em 2025, quando os gringos injetaram R$ 25,5 bilhões na B3

MOMENTO DE DECISÃO

Depois do rali do petróleo, vem a dúvida: manter posição ou realizar lucros? Aqui está a resposta

10 de março de 2026 - 19:00

A alta do petróleo animou o mercado, mas um alerta de analistas está chamando atenção; confira o que diz a Genial Investimentos

CONFLITO COM OS DIAS CONTADOS?

A guerra vai acabar? Verde diz o que pode parar Trump no Irã — e não é a disparada do petróleo

10 de março de 2026 - 12:35

Na carta de fevereiro, o fundo de Stuhlberger avalia o conflito no Oriente Médio e diz quais as peças do tabuleiro foram mexidas — o lendário investidor deu tchau para o euro

O CÉU É O LIMITE

Até onde o petróleo pode chegar após atingir o maior nível desde 2022?

9 de março de 2026 - 18:29

Segundo analistas, os preços da commodity só vão se acomodar se ficar claro para o mercado quanto tempo o conflito no Oriente Médio vai durar

EM BUSCA DE ABRIGO

Brasil vira porto seguro do UBS: por que o banco suíço está comprado em câmbio, juros e ações brasileiras?

9 de março de 2026 - 18:00

Enquanto o Oriente Médio ferve, o UBS vê o Brasil como um dos emergentes menos expostos ao conflito

AO LADO DA PRIO

O que o gringo vê na Petrobras (PETR4)? Saiba por que a estatal é uma das preferidas entre os investidores estrangeiros

9 de março de 2026 - 15:04

Embora o risco político da Petrobras afete a inclinação dos investidores brasileiros em investir na ação, os estrangeiros são mais otimistas com a ação

REAÇÃO AOS RESULTADOS

O calcanhar de Aquiles da MRV (MRVE3) ainda é o mesmo: o que está por trás da queda forte nas ações após balanço do quarto trimestre?

9 de março de 2026 - 14:19

Resultado do quarto trimestre mostra avanço nas operações de incorporação, mas perdas da Resia continuam pressionando o balanço e preocupando analistas

MERCADOS HOJE

Petróleo dispara com guerra no Oriente Médio, volta aos US$ 100 e coloca mercados em alerta; Focus prevê Selic mais alta no Brasil

9 de março de 2026 - 9:37

Alta da commodity chegou a superar 25% durante a madrugada, empurrou investidores para ativos de proteção e reacendeu temores de inflação e juros altos — inclusive no Brasil

VALE ENTRAR?

Compass, Aegea, BRK: quais são as empresas na fila do IPO e como elas podem não repetir os erros de 2021

9 de março de 2026 - 6:03

A possibilidade de reabertura da janela de IPOs atrai empresas dispostas a abrir o capital, mas movimento nessa direção ainda é tímido

ATENÇÃO, INVESTIDORES

Novos horários da B3: confira a programação da bolsa do Brasil a partir de segunda-feira, 9 de março

8 de março de 2026 - 17:01

Com o início do horário de verão nos Estados Unidos e na Europa, a bolsa brasileira encurta o tempo de negociação para manter a sincronia com os mercados globais

DESTAQUES DA SEMANA

Braskem (BRKM5), Prio (PRIO3) e Petrobras (PETR3) lideram as maiores altas do Ibovespa na semana

7 de março de 2026 - 14:50

Escalada da guerra no Oriente Médio e disparada do petróleo marcaram a semana na bolsa brasileira; veja as ações com maiores altas e quedas

DECEPCIONOU O MERCADO

Tarifaço de Trump afeta lucro da Embraer (EMBJ3) no 4º trimestre de 2025, mesmo com receita recorde; ações caem mais de 5%

6 de março de 2026 - 12:00

A fabricante de aeronaves registrou resultados abaixo do esperado pelo mercado e ações reagem em queda: o que aconteceu com a Embraer?

FII DO MÊS

Fundo imobiliário defensivo para lucrar com juros ainda altos domina as recomendações de analistas para março; saiba qual é 

6 de março de 2026 - 6:04

Veja quais são os fundos imobiliários favoritos dos analistas neste mês e como posicionar sua carteira de FIIs agora

O MAPA DO TESOURO

Onde apostar na bolsa agora? Itaú BBA revela 26 ações que podem brilhar em meio ao caos de mercado em 2026

5 de março de 2026 - 18:10

Mesmo com juros altos e volatilidade global, analistas veem um grupo seleto de empresas capaz de atravessar a turbulência e se valorizar na bolsa neste ano

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar