O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O índice Dow Jones fechou estável, em 27.784,61 pontos, o Nasdaq teve leve recuo de 0,04%, a 8.479,02 pontos, e o S&P 500 subiu 0,09%, a 3.096,82 pontos
As bolsas de Nova York fecharam sem direção única nesta quinta-feira, com o índice S&P 500 renovando o oitavo recorde de fechamento em três semanas. Os mercados internacionais operaram com dúvidas sobre os desdobramentos das negociações comerciais entre os Estados Unidos e a China.
O índice Dow Jones fechou estável, em 27.784,61 pontos, o Nasdaq teve leve recuo de 0,04%, a 8.479,02 pontos, e o S&P 500 subiu 0,09%, a 3.096,82 pontos.
A abertura dos negócios foi negativa, com os investidores cautelosos diante de versões divergentes sobre a guerra comercial sino-americana. Na noite de ontem, o assessor de comércio da Casa Branca, Peter Navarro, negou que as conversas para a assinatura da chamada "fase 1" do acordo comercial entre Estados Unidos e China tenham travado, como havia informado mais cedo a Dow Jones Newswires.
Hoje, no entanto, fontes ouvidas pelo Financial Times confirmaram que Pequim e Washington enfrentam dificuldades para chegar a um consenso sobre questões como propriedade intelectual, compras agrícolas e remoção de tarifas.
No início da tarde, as bolsas americanas chegaram a reduzir perdas, em meio a discursos de dirigentes do Federal Reserve (Fed, o banco central americano). Entre outras coisas, o presidente da distrital de Nova York do Fed, John Williams, disse que prevê crescimento moderado do Produto Interno Bruto (PIB) dos EUA. Já o presidente da distrital de St. Louis, James Bullard, afirmou que a economia americana enfrenta risco de desaceleração maior do que o esperado.
Os investidores acompanharam, ainda, o segundo dia de discurso do presidente do Fed, Jerome Powell, no Congresso americano. O banqueiro central disse, entre outras coisas, que não vê "sinais alarmantes" e que a inflação não tem enfrentado muita pressão do "forte" mercado de trabalho.
Leia Também
Entre as ações em destaque, Apple recuou 0,69%, o que pressionou o Nasdaq. Já entre os bancos, Goldman Sachs subiu 0,05%, JPMorgan avançou 0,09% e Citigroup recuou 0,09%.
Entre os setores, o subíndice de energia do S&P500 liderou as perdas (-0,29%), seguido pelo do setor de consumo básico (-0,13%) e o do setor de tecnologia (-0,13%). Já o subíndice do setor imobiliário liderou os ganhos (+0,84%).
O metal precioso fechou em baixa de 1% e levou com ele a prata, que recuou menos, mas acompanhou o movimento de perdas
Bolsas ao redor do mundo sentiram os efeitos do novo capítulo do conflito no Oriente Médio, enquanto o barril do Brent voltou a ser cotado aos US$ 100
A rede teve um salto de quase 20% no lucro líquido recorrente do 4º trimestre de 2025 e planeja abrir até 350 de academias neste ano
GPA afirma estar adimplente com o FII; acordos firmados entre fundos imobiliários e grandes empresas costumam incluir mecanismos de proteção para os proprietários dos imóveis
Relatório aponta desaceleração na geração de caixa da dona da Vivo e avalia que dividendos e valuation já não compensam o menor crescimento esperado
O montante considera o período de janeiro até a primeira semana de março e é quase o dobro do observado em 2025, quando os gringos injetaram R$ 25,5 bilhões na B3
A alta do petróleo animou o mercado, mas um alerta de analistas está chamando atenção; confira o que diz a Genial Investimentos
Na carta de fevereiro, o fundo de Stuhlberger avalia o conflito no Oriente Médio e diz quais as peças do tabuleiro foram mexidas — o lendário investidor deu tchau para o euro
Segundo analistas, os preços da commodity só vão se acomodar se ficar claro para o mercado quanto tempo o conflito no Oriente Médio vai durar
Enquanto o Oriente Médio ferve, o UBS vê o Brasil como um dos emergentes menos expostos ao conflito
Embora o risco político da Petrobras afete a inclinação dos investidores brasileiros em investir na ação, os estrangeiros são mais otimistas com a ação
Resultado do quarto trimestre mostra avanço nas operações de incorporação, mas perdas da Resia continuam pressionando o balanço e preocupando analistas
Alta da commodity chegou a superar 25% durante a madrugada, empurrou investidores para ativos de proteção e reacendeu temores de inflação e juros altos — inclusive no Brasil
A possibilidade de reabertura da janela de IPOs atrai empresas dispostas a abrir o capital, mas movimento nessa direção ainda é tímido
Com o início do horário de verão nos Estados Unidos e na Europa, a bolsa brasileira encurta o tempo de negociação para manter a sincronia com os mercados globais
Escalada da guerra no Oriente Médio e disparada do petróleo marcaram a semana na bolsa brasileira; veja as ações com maiores altas e quedas
A fabricante de aeronaves registrou resultados abaixo do esperado pelo mercado e ações reagem em queda: o que aconteceu com a Embraer?
Veja quais são os fundos imobiliários favoritos dos analistas neste mês e como posicionar sua carteira de FIIs agora
Mesmo com juros altos e volatilidade global, analistas veem um grupo seleto de empresas capaz de atravessar a turbulência e se valorizar na bolsa neste ano
Ao Seu Dinheiro, analistas da Empiricus Research recomendaram seus investimentos preferidos para março, entre ações, fundos imobiliários e criptoativos