O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Em comunicado, ela disse que a “prioridade número um é o retorno seguro do modelo 737 MAX” e que vai priorizar a entrega de aeronaves já armazenadas em seu estoque
Depois de toda a crise envolvendo um dos principais lançamentos da Boeing, a companhia informou hoje (16) ao mercado que vai suspender a produção do modelo 737 MAX, a partir de janeiro de 2020.
Em comunicado, ela disse que a "prioridade número um é o retorno seguro do modelo 737 MAX" e que vai priorizar também a entrega das 400 aeronaves que possui no estoque.
Mesmo antes de ter a confirmação da Boeing, a notícia de que a produção poderia ser suspensa não caiu bem para os investidores. As ações da Boeing (BA) terminaram o pregão de hoje em Nova York com queda de 4,29%, cotadas em US$ 327.
Isso tudo porque os negócios envolvendo o modelo MAX da Boeing ficaram cada vez mais escassos por conta dos problemas com a versão 737.
Tudo começou depois que dois aviões produzidos pela Boeing caíram e levaram a morte de 346 pessoas. Com isso, os voos do modelo foram suspensos em março deste ano e desde então a fabricante de aeronaves passa por uma de suas maiores crises.
E o resultado do último trimestre da Boeing apenas traduz a situação complicada que vive a empresa. No terceiro trimestre deste ano, a companhia reportou um lucro de US$ 1,17 bilhão, o que representa uma queda de 51% ante o mesmo período do ano passado.
Leia Também
O valor por ação, indicador bastante utilizado nos Estados Unidos, também sofreu uma contração de 50% na comparação ano a ano e passou de US$ 4,07 no terceiro trimestre de 2018 para US$ 2,05 no último balanço.
A receita, por sua vez, recuou 21% e fechou em US$ 20 bilhões. O resultado foi impactado, principalmente pela uma deterioração no desempenho da divisão comercial, que reportou prejuízo operacional de US$ 40 milhões no trimestre ante um lucro de US$ 2 bilhões visto um ano antes.
Ao olhar os números do segmento de aeronaves comerciais, os valores são ainda mais preocupantes. A receita da companhia nesse segmento fechou o período em US$ 8,2 bilhões, o que representa uma queda de 41% ante o mesmo período de 2018. A contração é reflexo na queda das entregas do 737.
Durante o período, a companhia informou que foram entregues apenas 62 aeronaves contra 190 no terceiro trimestre do ano passado.
Como reflexo do cenário atual mais complicado, a Boeing também anunciou que a produção do 787 Max será reduzida de 14 para 12 aeronaves mensais por um período de dois anos contados a partir de 2020.
A possibilidade de reabertura da janela de IPOs atrai empresas dispostas a abrir o capital, mas movimento nessa direção ainda é tímido
Com o início do horário de verão nos Estados Unidos e na Europa, a bolsa brasileira encurta o tempo de negociação para manter a sincronia com os mercados globais
Escalada da guerra no Oriente Médio e disparada do petróleo marcaram a semana na bolsa brasileira; veja as ações com maiores altas e quedas
A fabricante de aeronaves registrou resultados abaixo do esperado pelo mercado e ações reagem em queda: o que aconteceu com a Embraer?
Veja quais são os fundos imobiliários favoritos dos analistas neste mês e como posicionar sua carteira de FIIs agora
Mesmo com juros altos e volatilidade global, analistas veem um grupo seleto de empresas capaz de atravessar a turbulência e se valorizar na bolsa neste ano
Ao Seu Dinheiro, analistas da Empiricus Research recomendaram seus investimentos preferidos para março, entre ações, fundos imobiliários e criptoativos
O principal índice de ações do Brasil tomba 4,64% por volta das 12h10, aos 180.518,33 pontos; dólar avança mais de 3,18%, negociado aos R$ 5,3045
Gerido por gestora próxima ao agro, novo Fiagro negociado na bolsa brasileira pretende levar o setor para mais perto dos investidores comuns; conheça
O que determina que empresas petroleiras vão ganhar mais com esse conflito não é só o preço da commodity; entenda
Greg Abel defende quatro empresas norte-americanas favoritas que devem continuar na carteira por décadas — e cinco empresas japonesas que também compõem o portfólio
Escalada no Oriente Médio fez os preços do petróleo subirem e levou junto as petroleiras no B3; ouro terminou o dia com alta de mais de 1%, enquanto a prata caiu
Fluxo estrangeiro impulsiona a bolsa brasileira, mas resultados fracos e endividamento pesado derrubam algumas ações no mês; veja os destaques
Se o risco virar escassez real, o barril pode mudar de patamar; entenda os três fatores que o mercado monitora e o possível efeito sobre a Petrobras
A agência de classificação de risco não descarta novos rebaixamentos para a Cosan (CSAN3) e a ação liderou as quedas do Ibovespa nesta sexta (27)
Apesar da queda de 2,7% após o balanço do 4º trimestre de 2025, analistas recomendam compra para as ações da Axia (AXIA3)
Em até 60 dias, a Bradsaúde pode estrear na B3 — mas antes precisa passar por assembleias decisivas, concluir a reorganização societária e obter o aval da ANS e da CVM
Retomada das ofertas ainda enfrenta incertezas, diz Vinicius Carmona ao Money Times; entenda o que falta para o caminho abrir de vez
O novo preço-alvo para a empresa de saneamento tem uma projeção de queda de 41,95% no valor da ação em relação ao último fechamento
Mudança afeta ações, opções e contratos futuros de índice após o fim do horário de verão no exterior