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2018-10-01T08:16:41-03:00
Luis Ottoni
Luis Ottoni
Jornalista formado pela Universidade Mackenzie e pós-graduando em negócios pela Fundação Getúlio Vargas. Atuou nas editorias de economia nos portais G1, da Rede Globo, e iG.
Ainda está alto

UE tem queda no desemprego mas taxa ainda é alta

Apesar da melhora, a taxa continua alta para padrões internacionais; Grécia e Espanha têm as maiores taxas de desemprego do bloco

1 de outubro de 2018
8:00 - atualizado às 8:16
União Europeia
Apesar da melhora, a taxa na União Europeia continua alta para padrões internacionaisImagem: shutterstock

A taxa de desemprego na União Europeia recuou de 8,2% em julho a 8,1% em agosto, segundo divulgou nesta segunda-feira, 1º, a agência oficial de estatísticas do bloco, Eurostat.

Segundo os dados, o número de desempregados caiu em 19 países da zona do euro, recuando 102 mil no mês. Com isso, apesar de uma desaceleração generalizada do crescimento econômico do bloco, houve geração de vagas.

Ainda alta

Apesar da melhora, a taxa continua alta para padrões internacionais. Nos Estados Unidos, por exemplo, a taxa foi de 3,9% no mesmo período.

As menores taxas

Segundo o relatório, a menor taxa de desemprego em agosto foi na República Checa (2.5%) seguida da Alemanha e Polônia (3.4%). Já as maiores foram na Grécia (19.1%) e Espanha (15.2%).

Veja todas as taxas:

  • República Checa: 2.5%
  • Alemanha: 3.4%
  • Polônia: 3.4%
  • Hungria: 3.7%
  • Malta: 3.8%
  • Países baixos: 3.9%
  • Reino Unido: 4%
  • Romênia: 4.3%
  • Áustria: 4.8%
  • Dinamarca: 4.9%
  • Bulgária: 5.2%
  • Luxemburgo: 5.2%
  • Estônia: 5.3%
  • Eslovênia: 5.3%
  • Irlanda: 5.6%
  • Lituânia: 6.2%
  • Suécia: 6.4%
  • Bélgica: 6.5%
  • Eslováquia: 6.6%
  • Portugal: 6.8%
  • Letónia: 7.4%
  • Chipre: 7.5%
  • Finlândia: 7.6%
  • Croácia: 8.5%
  • França: 9.3%
  • Itália: 9.7%
  • Espanha: 15.2%
  • Grécia: 19.1%

*Com Estadão Conteúdo

 

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