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Em vez disso, Wall Street tem tido um dos piores dezembros de todos os tempos, com Nasdaq experimentando o “bear market” e Dow Jones abaixo dos 23 mil
Bom dia, investidor! No último pregão antes do Natal, ninguém espera um dia mais fácil hoje, talvez já com menor liquidez, com o investidor antecipando as festas. Nos Estados Unidos, o presidente americano, Donald Trump briga pelo muro do México, ameaça com o "shutdown" e piora o humor dos mercados.
Em Nova York, teremos a divulgação do PIB e do PCE de novembro, o índice de inflação preferido do Federal Reserve, o banco central dos EUA. Aqui, o IPCA‐15 vem com deflação, contas externas, com deficit, e a arrecadação, menor do que em outubro.
O Natal chegou e o rali (quando vários investidores voltam à Bolsa) não veio… Em vez disso, Wall Street tem tido um dos piores dezembros de todos os tempos, com Nasdaq experimentando o “bear market”, Dow Jones abaixo dos 23 mil e S&P 500 também abaixo de 2.500 pontos.
A confiança do FED no bom desempenho da economia americana no ano que vem não convence o mercado, que continua vendo o fantasma da recessão assombrando os EUA. É um banho de sangue por dia. Os pessimistas botam tudo no mesmo balaio, e crise é o que não falta: aumento do juro com desaceleração global, guerra comercial com a China, Brexit, Itália, o impacto nos emergentes e, agora, o muro e a ameaça de paralisação do governo americano, o “shutdown”.
Ontem à noite, a Câmara dos EUA (ainda republicana) aprovou um pacote de US$ 5,7 bilhões para construir o muro do México, mas o Senado deve rejeitar o projeto de Orçamento, o que aproxima o governo de uma paralisação. Na véspera, a tentativa dos senadores de aprovar um projeto que evitasse o shutdown a partir da zero hora do sábado, irritou ainda mais Trump, que mandou dizer que não vai sancionar o Orçamento sem essa verba.
Para o Goldman Sachs, a paralisação “parece bem provável”, mas, apesar do imbróglio político, as implicações econômicas seriam limitadas. “Os gastos afetados são uma fração do que foram no shutdown de 2013”. Em nota aos clientes, o banco também previu que a volatilidade dos mercados pode continuar, “pelo menos, mais algumas semanas”, que os ativos de risco vão se debater até que os sinais do crescimento melhorem.
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Ontem, depois da decepção com o índice do Fed, o índice de a atividade da Filadélfia veio no menor nível desde 2016, caindo de 12,9 pontos em novembro para 9,4 em dezembro. O mercado esperava avanço até 15 pontos. Hoje, a expectativa é de que a leitura final do PIB do terceiro trimestre (11h30) confirme a expansão de 3,5% da preliminar. No mesmo horário, as encomendas de bens duráveis têm previsão de +1,3% em novembro (‐4,4% em outubro).
Às 13h, além do sentimento do consumidor de Michigan, é importante o PCE de novembro. O núcleo do índice de preços deve subir 0,2% na margem e 1,9% no ano, acima de outubro (+0,1% e +1,8%). Finalmente, às 14h, o Fed/Kansas City divulga o índice de atividade industrial composto de dezembro.
Na zona do euro, o PIB da França e o PIB do Reino Unido abrem o dia, e também podem influenciar as bolsas europeias. Em toda parte, qualquer indicador que mostrar enfraquecimento causará preocupação.
No Japão, a inflação ao consumidor (CPI) divulgada hoje avançou 0,8% em novembro na comparação com novembro do ano passado, frustrando as estimativas de alta de 1,4% e com forte desaceleração contra outubro (+1,4%).
O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) de dezembro (9h) vem com deflação. A mediana é negativa em 0,12%, segundo pesquisa do Broadcast. Já as contas externas de novembro (10h30) devem mostrar déficit de US$ 1,68 bilhão. Também às 10h30, saem os dados da arrecadação fiscal de novembro, com previsão de um resultado em torno de R$ 120,5 milhões, abaixo de outubro (R$ 131,88 bilhões). Um pouco depois, o BC faz novo leilão de linha.
Mesmo com o dólar em queda, a R$ 3,8561 (‐0,83%), o BC anunciou após o fechamento novo leilão de linha para hoje, com duas operações, no total de US$ 1 bilhão. As ofertas serão às 12h15 (com recompra em 4/2/19) e às 12h35 (recompra em 6/3/19). A atuação, segundo o Banco Central, visa garantir liquidez para as remessas de fim de ano, pressão que deve se encerrar hoje. No futuro, o dólar/janeiro fechou em baixa de 1,41%, cotado a R$ 3,8420.
A queda do dólar frente ao real ocorre em sintonia com a desvalorização da moeda em escala global. Um dos indicadores desse enfraquecimento foi o recuo de 0,88% do índice DXY, que mede o dólar ante uma cesta de moedas fortes, atingindo mínimas desde meados de novembro (96,183 pontos).
Mas o ajuste também é atribuído à desmontagem de posições compradas dos investidores estrangeiros, que poucos dias atrás levaram o dólar para R$ 3,94. Ontem, a cotação bateu R$ 3,8349 na mínima.
Em um momento do dia, o dólar só estava à frente do rublo russo e do rand sul‐africano. Entre as moedas fortes, caiu frente ao euro (US$ 1,1467), ao iene (111,15/US$) e à libra esterlina (US$ 1,2672).
Mercados em NY deram sequência ontem à reação mal‐humorada ao Fed, que manteve o aperto dos juros, apostando que a economia dos EUA continuará em expansão, embora mais moderadamente.
Os investidores não acham isso, temem pelo contágio da desaceleração global, que pode atingir o crescimento americano mais cedo do que mais tarde. Já no ano que vem.
Ontem, os índices acionários perderam suportes importantes, como no caso do Dow Jones, que caiu 2,02% (22.853 pontos), e do S&P 500, ‐1,59% (2.467 pontos), enquanto o Nasdaq chegou ao bear market. No intraday, superou 20% de queda em relação à sua máxima. Fechou menos pior, a 6.528 pontos (‐1,63%), mas o índice da bolsa eletrônica, castigado pelas high techs, está no menor nível desde setembro/2017.
As ações da Apple, Netflix, Alphabet, Facebook e Twitter entraram em queda livre. Twitter caiu 11%. Operando abaixo da marca perigosa dos 2.500 pontos, o S&P 500 pode cair mais, segundo traders no Twitter, chegando perto dos 2.400 pontos, ou até mesmo furar essa marca, para algo entre 2.400 e 2.370 pontos.
Os próximos suportes do S&P 500 estão em 2.450 pontos, 2.430 pontos e 2.400 pontos. O índice se encaminha para apresentar o pior desempenho trimestral desde a crise do Lehman Brothers, em 2008.
O índice de volatilidade VIX (com as opções do S&P 500) chegou a superar os 30 pontos, e ainda fechou feio, com alta acima de 10%, aos 28,38 pontos. É conhecido como o “índice do medo”.
No ambiente de tensão, quem vende risco corre para os Treasuries, e quando a demanda aumenta, os preços sobem e os rendimentos caem. Por isso, os yields (rendimentos) estão afundando nesses dias.
No meio do pregão, o chamado “achatamento da curva”, quando se estreita a diferença entre as taxas mais curtas e as mais longas, voltou a assustar. O spread ficou abaixo de dez pontos no pior momento.
A inversão da curva, quando os juros das Notes de dois anos ficam maiores do que os das Notes de dez anos, é sintoma clássico de pré‐recessão. E como esse é maior receio, olhar a curva dos Treasuries virou obrigação.
O fechamento foi um pouco mais leve, com os yields tentando uma recuperação no horário do fechamento das bolsas em NY. A taxa de dois anos subia para 2,683%, de dez anos, a 2,801%, e de 30 anos, a 3,038%.
Além dos Treasuries, o investidor aproveita o dólar baixo para recompor as posições vendidas em ouro, outro ativo considerado seguro em tempos difíceis. Fechou na Comex a US$ 1.267,89 por onça‐troy (+0,91%).
Na Bovespa, os fundos locais estão determinados a sustentar o mercado, que tem aguentado bem o tranco. Ontem, o índice ameaçou perder os 85 mil pontos, um forte suporte gráfico, mas deu a volta Ainda fechou em baixa (‐0,47%), longe das máximas, quando chegou a subir 1%, mas acima da zona de perigo, aos 85.269,29 pontos. O volume financeiro foi robusto, somando R$ 16,2 bilhões.
Os receios com a economia global atingiram, principalmente, as ações das siderúrgicas: Usiminas (‐4,6%), Gerdau (‐3,96%) e CSN (‐3,3%). E o novo tombo do petróleo não poupou Petrobras PN (‐3,4%, R$ 21,49). O petróleo fechou no menor preço desde julho/2017, com o WTI/fevereiro a US$ 45,88 (‐4,75%), na Nymex.
Também o Brent/fevereiro, referência da Petrobras, caiu feio na Ice Londrina, para US$ 54,35 (‐5,04%). A commodity reflete as perspectivas de retração do consumo, que coincidem com o excesso da oferta. Desde o último pico, no início de outubro, o WTI já acumula perdas de quase 40% e o Brent, de mais de 37%.
Outros papéis foram bem e impediram perdas maiores do índice, como companhias aéreas (Gol e Azul), B2W e Cemig, todos com ganhos acima de 3%. Vale caiu pouco (‐0,4%) e bancos subiram.
Armínio Fraga e Paulo Tafner integrarão conselho de Paulo Guedes para elaborar reforma da Previdência, informou o blog de Valdo Cruz. O tema segue em análise na futura equipe econômica. Se for fatiada, como quer o presidente eleito, Jair Bolsonaro, a ideia é incluir na primeira etapa a idade mínima, regra de transição, fim de privilégios de servidores públicos e unificação dos sistemas de Previdência do setor público e privado.
Em entrevista ao Globo, futuro secretário da Receita, Marcos Cintra, disse que o futuro governo quer fazer a desoneração total da folha de pagamento, num choque de gestão para gerar empregos.
“A base de contribuição para o INSS (Instituto Nacional do Seguro Social) vai mudar (não explicou como) e penduricalhos, como valores recolhidos para o Incra (Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária), educação, além do Sistema S serão extintos”. A proposta ainda será apresentada a Bolsonaro.
O Ex‐assessor do filho do presidente eleito, Flávio Bolsonaro tem nova audiência marcada para hoje no Ministério Publico do Rio de Janeiro para explicar a movimentação atípica de sua conta bancária, identificada em relatório do Conselho de Controle de Atividades Financeiras.
Desejamos a você um Feliz Natal! O Esquenta dos Mercados volta no dia 26.
Petrobras antecipou pagamentos do financiamento ao BNDES, de R$ 2,56 bilhões, e ao Citibank, de US$ 650 milhões, e fez novos contratos com o Citi (US$ 650 milhões) e o BofA (US$ 500 milhões). A companhia também interrompeu venda de combustíveis com Vitol, Trafigura, Glencore, alvos da Lava Jato. Na Coluna do Estadão, o MPF apontou irregularidades em operações de trading de combustíveis das três.
A Ambev aprovou contratos de swap de até R$ 1,5 bilhão, limitados à exposição de 80 milhões de ações ON.
O Pão de Açúcar aprovou nova emissão de notas promissórias, R$ 800 milhões, com vencimento de três anos.
Na Minerva, o conselho homologou aumento de capital de R$ 964,725 milhões com emissão de 150.268.698 ON.
A Terra Santa Agro aprovou a reestruturação de sua dívida de US$ 85,140 milhões com o Itaú Unibanco.
Na Cemig, distribuição liquidou última parcela (R$ 153 milhões) do empréstimo com Cemig Geração.
O Banco Inter pagará juros sobre capital de R$ 0,090501515/ação, com base na posição de 28/12.
Na Guararapes (Riachuelo), assembleia aprovou a conversão de ações PN em ON, na proporção de uma por uma.
Na Ecorodovias, a Moody’s confirmou rating em BA2, com perspectiva negativa. Rating ainda aguarda a expectativa das investigações que podem envolver rodovias pedagiadas.
Editora Abril: Advogado Fábio Carvalho pagou R$ 100 mil pela editora e fica com a dívida de R$ 1,6 bilhão. A a família Civita não apenas sai do comando do que já foi um dos maiores grupos editoriais do País, como deixa uma dívida de R$ 1,6 bilhão com funcionários, bancos e fornecedores.
*Com informações do Bom Dia Mercado, de Rosa Riscala. Para ler o Bom Dia Mercado na íntegra, acesse www.bomdiamercado.com.br
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