Menu
2019-04-04T15:55:56-03:00
Seu Dinheiro
Seu Dinheiro
Guerra tarifária

Trump volta a ameaçar China com mais tarifas

Presidente americano afirmou que pretende impor tarifas a mais bens chineses, caso não chegue a um acordo com presidente da China, Xi Jinping

27 de novembro de 2018
6:54 - atualizado às 15:55
Guerra comercial, China, Estados Unidos EUA
Xi Jinping (China) e Donald Trump (EUA) - Imagem: Shutterstock

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que espera avançar com tarifas de 10% ou 25% sobre bens chineses, às vésperas da cúpula do G-20, que começa nesta sexta-feira na Argentina, quando espera-se que ele tenha uma reunião com o presidente da China, Xi Jinping.

Em entrevista ao Wall Street Journal, o presidente americano afirmou que, caso não seja firmado um acordo entre as duas potências, pretende impor tarifas ao restante dos bens chineses que hoje ainda não são contemplados pelas barreiras de Washington.

Ele também acrescentou que é "altamente improvável" que aceite o pedido de Pequim para adiar o aumento das tarifas já impostas, cuja previsão é de elevação da atual taxa de 10% para 25% em janeiro.

Trump também afirmou que as tarifas podem afetar produtos como iPhones e computadores portáteis importados da China.

A Linha do Tempo da Crise

  • 1º de março: Trump anuncia tarifas em todas as importações de aço, alumínio e metais da China
  • 22 de março: Trump anuncia novos planos de impor tarifa de 25% sobre US$ 50 bilhões de bens chineses. A China responde, prometendo retaliar
  • 4 de abril: China anuncia uma lista de 100 bens que seriam tarifados equivalentes a US$ 50 bilhões
  • 21 de maio: após reunião, ambos os países anunciam um acordo comercial para evitar tarifas
  • 29 de maio: Casa Branca anuncia que seguirá em frente com as taxas sobre os bens chineses
  • 15 de junho: Trump apresenta nova lista de bens chineses a serem tarifados, equivalentes a US$ 34 bilhões
  • 18 de junho: Trump ameaça nova tarifa de 10% sobre mais US$ 200 bilhões de bens chineses
  • 6 de julho: as primeiras tarifas, equivalentes a US$ 34 bilhões em bens chineses, entram em vigor
  • 10 de julho: os EUA divulgam uma lista adicional de US$ 200 bilhões em bens chineses que receberiam tarifa de 10%
  • 1º de agosto: Washington anuncia que irá dobrar tarifas de 10% para 25%
  • 3 de agosto: China anuncia que irá impor novas tarifas sobre US$ 16 bilhões em bens, que entrarão em vigor no dia 23 de agosto
  • 7 de setembro: Trump ameaça impor novas tarifas sobre US$ 267 milhões em bens chineses
  • 17 de setembro: Trump anuncia tarifa de 10% sobre bens chineses ao dizer que a China não vem medindo esforços para “mudar suas práticas”
  • 18 de setembro: a China diz que não tem “escolha” a não ser retaliar as tarifas dos EUA

*Com Estadão Conteúdo

Comentários
Leia também
A REVOLUÇÃO 3.0 DOS INVESTIMENTOS

Quem é a Pi

Uma plataforma de investimentos feita para ajudar a atingir seus objetivos por meio de uma experiência #simples, #segura, #acessível e #transparente.

reação

Wiz institui comitê para investigar denúncias de fraudes e desvios

Sede da corretora de seguros foi alvo de operação da Polícia Federal que investiga organização criminosa

PREÇOS EM ALTA

IGP-M sobe 3,28% em novembro e fica acima das estimativas

Índice referência para reajuste de contratos de aluguel acelera ante leitura de outubro e acumula alta de 21,97% no ano, diz FGV

Esquenta dos mercados

Tensão com vacina e otimismo com dados chineses se chocam; investidores locais monitoram IGP-M

O cenário de cautela e otimismo se chocam no exterior. De um lado, a China parece se recuperar do coronavírus, de outro, a pandemia ainda parece longe de um fim. Com feriado nos Estados Unidos, liquidez deve seguir baixa

capítulo final

Acionistas da Klabin aprovam acordo para encerrar pagamentos para uso da marca

Dona da marca que dá nome à empresa, Sogemar será incorporada, em acordo que envolve repasse de ações

NÚMEROS DA PANDEMIA

Covid-19: Brasil tem 171 mil mortes e 6,2 milhões de casos acumulados

Nas últimas 24 horas foram apurados 37.614 diagnósticos positivos para a doença e 691 óbitos, diz Ministério da Saúde

Carregar mais notícias
Carregar mais notícias
Fechar
Menu
Advertisements

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies