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Depois de se desfazer de US$ 8 bilhões, não residente recompõe posição em dólar e diminuiu exposição à bolsa
O pregão de quarta-feira ainda foi de euforia nos mercados locais, com alta firme da bolsa e dólar em baixa. Agora com os dados da B3 sobre os contratos futuros, podemos ter uma ideia de quem comprou e vendeu os ativos locais.
Depois de vender US$ 8 bilhões em dois dias, o estrangeiro recompôs posição na quarta-feira. O gringo comprou o equivalente a US$ 5,4 bilhões em contratos futuros de dólar e cupom cambial (DDI, juro em dólar no mercado local). Na ponta de venda, bancos e investidores institucionais com US$ 2,8 bilhões e US$ 2,6 bilhões, respectivamente.
Após essas movimentações, os estoques de contratos mostravam o estrangeiro carregando uma posição comprada de US$ 36,4 bilhões. Os institucionais, categoria na qual se encontram os fundos de investimento, estavam vendidos em US$ 19,3 bilhões, e os bancos também vendidos em US$ 19,1 bilhões.
Em tese, o comprado aposta na alta e o vendido na queda. Sempre se fale em tese, pois os investidores podem ter posições em moeda estrangeira no mercado à vista e em derivativos de balcão.
Ibovespa
No mercado de índice futuro da bolsa de valores, o não residente vendeu 42.267 contratos. Quem atuou na ponta de compra foi o institucional, tomando 45.105 contratos. Nesse mercado a participação dos bancos é pouco relevante.
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Olhando agora os estoques, o estrangeiro segue comprado em 109.455 contratos de Ibovespa futuro. Na outra ponta estão dos fundos, com posição vendida líquida de 111.942 contratos.
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