Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Bruna Furlani

Bruna Furlani

Jornalista formada pela Universidade de Brasília (UnB). Fez curso de jornalismo econômico oferecido pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). Tem passagem pelas editorias de economia, política e negócios de veículos como O Estado de S.Paulo, SBT e Correio Braziliense.

ONDE INVESTIR EM 2019

As duas faces do câmbio: queridinho ou vilão em 2019?

Após conversar com quatro especialistas, todos foram categóricos e disseram que estão mais favoráveis ao real do que ao dólar para o próximo ano. Diante de um cenário negativo para o exterior e mais positivo para Brasil, o fundo cambial ainda parece uma boa opção para quem quer se proteger

Bruna Furlani
Bruna Furlani
29 de dezembro de 2018
13:29 - atualizado às 12:42
Imagem: Pomb

Assim  que entrei no mercado financeiro, um dos primeiros conceitos que aprendi é que não dá para apostar todas as suas fichas em uma única moeda. Logo, a solução foi procurar um ativo que fosse simples e que funcionasse como uma espécie de seguro para amortecer perdas eventuais que eu poderia ter por conta de uma piora no cenário brasileiro.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Pesquisei bastante e optei por um fundo cambial. O nome pode soar um pouco complicado, mas o fato de existir um gestor que administra o ativo facilita bastante. Olhei a taxa de administração e escolhi um que cobrava 1% ao ano e que permitia aporte inicial de R$ 1 mil.

Entrei um pouco antes da Greve dos Caminhoneiros que parou o Brasil e que fez com que as ações de empresas como a Petrobras, - que tem peso relevante sobre o Ibovespa - , caíssem bastante.

Apostei no fundo para o longo prazo. Por isso, optei por deixar o dinheiro rendendo por lá até surgir uma viagem ou uma crise que pudesse atrapalhar os ganhos da minha carteira. Mas diante do agravamento da crise externa e do maior otimismo com a Bolsa, confesso que aumentar a posição em dólar não está mais nos meus planos por agora.

Onde investir em 2019

Esta matéria faz parte de uma série de reportagens sobre onde investir em 2019, com as perspectivas para os diferentes ativos. São eles:

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Onde investir em 2019: Seu Dinheiro vai mostrar o cenário esperado para cada classe de ativos - Imagem: Ilustração: Pomb

Conversei com alguns especialistas em câmbio para detalhar o que você deve esperar desse tipo de aplicação no ano que vem e quais as oportunidades de investimento.

Leia Também

Incertezas dominam

Ao falar sobre câmbio, a primeira resposta que eu sempre recebo dos analistas é que é quase impossível prever como o dólar estará no futuro, já que a moeda é o ativo com mais variáveis exógenas que existe no mercado financeiro mundial. Para piorar, como o cenário agora é um dos mais desafiadores por conta da possível recessão americana e da desaceleração global, fica ainda mais difícil traçar qualquer perspectiva para o ano que vem.

Mesmo a boa performance do dólar no ranking de investimentos anual (com valorização de 17,12%), não anima. Após conversar com quatro especialistas, todos foram categóricos e disseram que estão mais favoráveis ao real do que ao dólar. Pablo Spyer, diretor de operações da corretora Mirae Asset, destacou que diante da sinalização de que há uma recessão nos Estados Unidos e que o Federal Reserve (Fed, banco central americano) pode desistir mais cedo de subir o juro, as apostas do mercado estão fora do câmbio.

Isso porque o juro em alta por lá é uma das variáveis que podem incentivar o movimento de migração de recursos para a renda fixa americana (flight to quality), o que desvaloriza outras moedas. Nesse caso, a recessão pode trazer uma desvalorização maior do real ou valorização maior de dólar.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Mas a visão de Pablo é mais otimista com a moeda brasileira do que com a americana. Segundo ele, há boas perspectivas para o Brasil com a parte econômica e isso deve trazer uma enxurrada de capital estrangeiro para cá, o que vai forçar o dólar para baixo.

"Hoje, por exemplo, eu estou no menor nível de investimento em moeda americana. Por outro lado, estou bem posicionado em Bolsa à espera do estrangeiro, já que o cenário externo vive um momento de arrefecimento com discussões sobre Brexit, dificuldades na Itália e desaceleração chinesa", disse o diretor.

Assim como ele, um relatório divulgado recentemente pelo Morgan Stanley com as perspectivas e estratégias globais para o próximo ano aponta na mesma direção. De acordo com o documento, o crescimento abaixo do esperado nos Estados Unidos junto com a política de aperto de juros e o possível aumento da inflação podem levar à queda da moeda. Segundo as projeções do banco, o dólar pode chegar aos R$ 3,55 já no primeiro semestre do ano que vem, caso o presidente eleito aprove a Reforma da Previdência no Brasil.

Dois lados da moeda

E isso vem fazendo o gringo se mexer. Como informou o repórter Eduardo Campos, na última quinta-feira (27), a aposta do estrangeiro na alta da moeda americana caiu de US$ 9,2 bilhões para US$ 48 milhões. E uma das saídas para manter a posição comprada em dólar pode ser o Brasil, como explica Roberto Motta, chefe da mesa institucional de futuros da Genial Investimentos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"Hoje, o nosso país tem um dos juros mais baixos entre os países emergentes e pela primeira vez, eles se mantiveram de maneira mais constante. Logo, para os estrangeiros, ficou barato comprar dólar aqui para se proteger (hedge), se você está comprado em Bolsa", disse Motta. 

Ainda que a possibilidade seja de maior valorização do real frente ao dólar, o especialista da Genial alerta para outro cenário. Se a crise piorar no mundo, todas as aplicações de risco podem ser afetados. Logo, a cotação do dólar pode voltar a subir, mesmo que o Fed prefira não aumentar os juros. Para Motta, também há um risco interno.

Segundo ele, hoje o mercado já colocou o preço da reforma. Porém, se começar a ter notícias ruins sobre a gestão, é possível que a moeda americana volte a subir.

O que fazer?

Para lidar com as incertezas do cenário externo e interno, a sugestão é apostar em um fundo cambial, assim como eu fiz. O interessante é que ele aloca pelo menos 80% da carteira em ativos expostos à moeda estrangeira, geralmente, o dólar. Já os 20% restantes podem ser investidos em outros tipos de ativo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A facilidade de apostar nesse tipo de ativo é que o funcionamento é semelhante ao de um condomínio. Nele, o cotista (proprietário) adquire uma cota (apartamento). O síndico é representado pela figura do gestor, que é o responsável pela composição dos ativos da carteira. Um dos pontos mais interessantes é que o CNPJ de um fundo está apenas ligado ao nome do cotista. Logo, se ele preferir ou se a gestora quebrar, ele pode apenas transferir a sua cota para outro fundo.

As vantagens desse tipo de investimento estão ligadas à liquidez e menor burocracia, já que o trabalho é delegado a um gestor. Além disso, ele também é mais prático do que a opção em espécie porque o investidor não precisa comprar ou vender a moeda.

Já a desvantagem é a rentabilidade. Apesar da facilidade de resgatar o dinheiro investido, o investidor abre mão de uma retorno maior que poderia obter ao aplicar em ações ou fundos imobiliários.

No dia a dia, portanto, o seu objetivo deve ser ganhar dinheiro com posições em Bolsa e na renda fixa. A ideia é que essas aplicações sejam responsáveis pelo lucro consolidado da sua carteira no longo prazo, e não os seguros. É preciso entender que você terá prejuízos se decidir aplicar neles, e que por isso, eles devem representar apenas uma pequena parcela da sua carteira, algo entre 5% e 10%.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Além dos possíveis prejuízos, é preciso pensar na tributação do fundo. Esse tipo de ativo está sujeito à tabela regressiva de renda fixa: para ganhos até 180 dias, o Imposto de Renda é de 22,5%; de 181 a 360 dias, há 20% de IR; de 361 a 720 dias, 17,5%; e, acima de 720 dias, 15%.

Selecionando um fundo

E qual escolher? A dica é pensar em um fundo de câmbio em que o gestor acompanhe a variação da moeda e cobre taxas de administração mais baixas, de até 1% ao ano. Na hora de indicar, segui a indicação da especialista em fundos do Seu Dinheiro, Luciana Seabra.

Ela aponta que as duas boas opções que estão disponíveis no mercado são os fundos Occam FI Cambial e Votorantim Dólar FIC Cambial. O primeiro possui taxa de administração de 0,75% ao ano e aporte inicial de R$ 5 mil. Já o segundo possui investimento inicial de R$ 1 mil e taxa de administração de 1% ao ano.

É o momento?

O interessante de apostar em fundos passivos de dólar é que eles são baratos e mais transparentes para a pessoa física comprar, segundo o que me contou Vitor Cândido Oliveira, economista-chefe da Guide. Mas, ainda que sejam uma opção interessante para se proteger, talvez o momento não seja o melhor para comprá-los.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"Acredito que ainda possam existir algumas descompressões pontuais que podem criar janelas bem interessantes em termos de ativos para se aplicar. Estou mais otimista com Bolsa e com apostas na curva de juros. Por isso, a minha recomendação é esperar um pouco. Pelo menos até o primeiro trimestre do ano", destacou o especialista.

Para ele, agora o cenário é bem diferente do período eleitoral em que havia maior assimetria com o cenário externo do que interno, o que levou a uma boa valorização da moeda americana. Na visão de Oliveira, hoje há um horizonte um pouco mais positivo para Brasil e menos para fora. Logo, a indicação do economista é que os investidores esperem. 

E eu particularmente, acredito que é melhor aguardar. O governo começará o mandato com muitos desafios e será preciso fôlego e jogo de cintura político para aprovar as reformas necessárias para o país e para a melhora das perspectivas econômicas para os próximos anos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
PEGOU MAL

Netflix aumenta valor de mensalidades, mas justiça declara o reajuste ilegal e manda streaming devolver dinheiro aos assinantes

10 de abril de 2026 - 9:30

Netflix terá que ressarcir usuários em valores entre 250 e 500 euros, segundo advogados que representaram os consumidores

MEIO MILIONÁRIOS

Lotofácil 3657 coloca 3 pessoas (quase) no meio do caminho do primeiro milhão de reais; Mega-Sena acumula de novo e prêmio em jogo salta para R$ 40 milhões

10 de abril de 2026 - 7:13

Assim como aconteceu na rodada anterior, a Lotofácil foi a única loteria a ter ganhadores na rodada de quinta-feira (9). Além da Mega-Sena, a Quina, a Dia de Sorte e a Timemania também acumularam.

GALPÕES EM ALTA

A ação da Log (LOGG3) já subiu, mas ainda está barata? CFO aponta dividendos de até 17%

9 de abril de 2026 - 19:30

Empresa surfa o boom logístico, combina proventos elevados e ainda negocia com desconto, segundo a própria gestão

QUEDA NO PIB?

Pressão sobre o fim da escala 6×1: CNI e mais de 400 instituições assinaram manifesto contra a redução da jornada do trabalho

9 de abril de 2026 - 12:52

Entidades dizem reconhecer as discussões como um debate legítimo, mas defendem que o impacto será severo sobre a economia, investimentos e geração de empregos formais

O PREÇO DO CONFLITO

Derrota para o governo Lula: petroleiras travam taxa de exportação de petróleo no Brasil para mitigar efeitos da guerra

9 de abril de 2026 - 11:08

Até então, as alíquotas para a exportação dessas companhias eram de 0%. Em evento, ministro de Minas e Energia defendeu o imposto

BOLA DIVIDIDA

Lotofácil 3656 tem dezenas de ganhadores e ninguém fica milionário; Mega-Sena 2994 divide holofotes de hoje com a Timemania 2738

9 de abril de 2026 - 7:10

Lotofácil foi a única loteria a ter ganhadores na noite de quarta-feira (8). Todas as demais modalidades sorteadas ontem acumularam. Hoje (9), a Timemania divide as atenções com a Mega-Sena.

TOUROS E URSOS #266

Faria Lima em apuros: fundos sofrem com Trump e aposta errada na Selic

9 de abril de 2026 - 7:02

Lais Costa, analista da Empiricus Research, explica por que tantos fundos sofreram com o conflito e mostra que outra classe corre risco em um cenário de juros altos

É HOJE

Leilão da Receita Federal começa hoje com iPhone no ‘precinho’, bracelete Swarovski por R$ 600 e vinhos raros

9 de abril de 2026 - 5:55

Do universo digital ao musical, itens apreendidos ganham nova chance em leilão da Receita Federal que começa hoje

XADREZ POLÍTICO

Lula, Bolsonaro ou terceira via? Analistas dizem o que está em jogo para a decisão das eleições de 2026 — e acreditam que eleitor está mais à direita

8 de abril de 2026 - 19:43

Para os analistas, o foco dos eleitores agora não é somente quem deve ganhar a corrida para a presidência, mas também para o Congresso

QUEM QUER UM IMÓVEL?

Crédito imobiliário deve aumentar em 15% ainda em 2026, segundo o Bradesco BBI — e o motivo não é só a queda dos juros

8 de abril de 2026 - 17:22

Em 2025, o crédito imobiliário no Brasil somou aproximadamente R$ 324 bilhões em originações, segundo dados apresentados pelo banco

APOSTA NO BRASIL

Fundo Verde, de Stuhlberger, aumenta aposta na bolsa brasileira e alerta: energia cara deve persistir mesmo após fim da guerra

8 de abril de 2026 - 15:02

Fundo teve leve alta em março e acumula ganhos acima do CDI em 2026, com estratégia focada no Brasil e proteção contra inflação

O GUARDIÃO DAS IAS

Anthropic exposed: Após vazamento de dados do Claude, criadora deixa Apple, Amazon e outras empresas testarem inteligência artificial para prevenir ataques

8 de abril de 2026 - 12:00

Para Anthropic, há uma nova preocupação além dos erros humanos: a vulnerabilidade dos sistemas contra ataques cibernéticos

DESENCANTOU

Lotofácil 3655 tem mais de 40 ganhadores, mas só dois levam prêmio milionário; Mega-Sena acumula e prêmio sobe para R$ 20 milhões

8 de abril de 2026 - 6:58

Lotofácil foi a única loteria a ter ganhadores na rodada de terça-feira, 7 de abril. Além da Mega-Sena, a Quina, a Dia de Sorte e a Timemania também acumularam. +Milionária pode pagar R$ 34 milhões hoje.

ZONA DE RISCO

Nouriel Roubini decreta: Trump não tem saída além de escalar a guerra — e manda um recado ao Brasil

7 de abril de 2026 - 19:55

Durante evento do Bradesco BBI, o economista afirmou que vê conflito caminhando para intensificação e alertou para os efeitos no petróleo e nos mercados

OPORTUNIDADES GLOBAIS

Multimercados tiveram que dar ‘cavalo de pau’ na estratégia por causa da guerra e agora estão olhando para essas três teses de investimento

7 de abril de 2026 - 19:30

Genoa, Kapitalo e Ibiuna participaram de evento do Bradesco BBI e falaram sobre a dificuldade de leitura no cenário volátil atual

O MULTIVERSO DE SAM

De ‘humanos gastam muita energia para serem treinados’ a apoio à escala de trabalho 4×3: entenda a opinião de Sam Altman, CEO da OpenAi, sobre o avanço da inteligência artificial

7 de abril de 2026 - 16:02

Sam Altman, CEO da OpenAI, publicar artigo sobre o avanço da inteligência artificial e suas consequências para os seres humanos

RISCO E EMOÇÃO?

Selic a 14,75% ao ano pesa, mas pesquisa revela que há um outro vilão mudando o perfil de endividamento dos brasileiros

7 de abril de 2026 - 10:59

A explosão das apostas online já pesa mais que os juros no bolso do brasileiro e acende um alerta sobre uma nova crise financeira

POR CAUSA DE R$ 3,00

Ganhador da Lotomania 2908 comete erro ‘imperdoável’ e joga R$ 13 milhões no lixo; Lotofácil 3654 acumula e Mega-Sena 2993 tem rival à altura hoje

7 de abril de 2026 - 7:11

Uma pessoa errou todos os números na Lotomania e ainda assim vai embolsar mais de R$ 200 mil, mas cometeu um erro ainda maior na visão de quem entende da modalidade.

ALÍVIO NO BOLSO

Diesel mais barato? Governo amplia subsídios para conter impacto da guerra; gás de cozinha também terá redução

6 de abril de 2026 - 18:30

Redução no diesel pode passar de R$ 2,60 por litro, mas repasse ao consumidor ainda depende dos estados e das distribuidoras

BC SOB PRESSÃO

Guerra pode travar cortes na Selic? A resposta de Galípolo diante das tensões geopolíticas que não chegam ao fim

6 de abril de 2026 - 17:30

Com conflito entre EUA, Israel e Irã aparentemente longe de terminar, o presidente do BC vê cenário mais incerto; enquanto isso, inflação sobe nas projeções e espaço para queda dos juros diminui

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar
Jul.ia
Jul.ia
Jul.ia

Olá, Eu sou a Jul.ia, Posso te ajudar com seu IR 2026?

FAÇA SUA PERGUNTA
Dúvidas sobre IR 2026?
FAÇA SUA PERGUNTA
Jul.ia
Jul.ia