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Ações do Magazine Luiza tiveram a maior alta do ano; já as da Cielo fecharam na lanterna. Confira o ranking das maiores altas e maiores baixas da bolsa em 2018
Às vésperas de estourar o champanhe nas festas de fim de ano, os investidores da Bolsa também tem o que comemorar. O Ibovespa (principal índice da Bolsa) encerrou o ano no azul com valorização de 15,03%, mesmo sem o tradicional rali de Natal. No último pregão de 2018, o índice fechou a sexta-feira, 28, em 87.887 pontos.
Ao contrário do ano passado em que a Bolsa apresentou alta de 26,03% no ano, o percentual de 2018 foi menor. Mesmo assim, é uma alta relevante, considerando a grande volatilidade do ano em todos os mercados e os tombos nas bolsas lá fora. Em Tóquio, por exemplo, houve a primeira desvalorização desde 2011, com queda de 12,11% no acumulado do ano.
As dez ações do Ibovespa que apresentaram maior alta em 2018 foram as de Magazine Luiza ON (126,36%), Cemig PN (116,76%), B2W Digital ON (104,98%), Suzano ON (104,73%), Gol PN (71,92%), Fibria ON (52,64%), Banco do Brasil ON (52,40%), Petrobras ON (51,67%), Petrobras PN (46,84%), Santander UNIT (41,22%).
Mas nem tudo são flores. No fechamento do ano, 20 das 66 ações do índice apresentaram queda. Os dez papéis com maior desvalorização foram Cielo ON (-58,15%), Qualicorp ON (-56,90%), Kroton ON (-50,09%), Via Varejo ON (-44,56%), BRF ON (-40,08%), Smiles ON (-39,31% ), Raia Drogasil ON (-37,17% ), Fleury ON (-30,88% ), Ultrapar ON (-27,26% ), CCR ON (-26,84%).
No ano passado, o resultado foi melhor. Apenas nove das 59 ações terminaram o ano no negativo.
O ano começou com bastante otimismo na bolsa. Em janeiro, o Ibovespa fechou em alta de 11,14%, por conta da condenação do ex-presidente Lula pelo TRF-4 e dos ajustes econômicos feitos pelo governo Temer.
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Tudo parecia ir bem, até que as disputas comerciais entre Estados Unidos e China se intensificaram. Em seguida, a greve dos caminhoneiros chegou para abalar o mercado, especialmente os papéis da Petrobras.
No sobe e desce, o Ibovespa chegou a acumular queda de 8,6% em 2018, e foi aos trancos e barrancos até as eleições. Mas a vitória de Jair Bolsonaro fez com que a bolsa voltasse a viver bons momentos, levando-a a atingir a máxima histórica de 89.821 pontos, no começo deste mês.
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