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A mediana das previsões para a taxa básica de juros neste ano subiu de 3,25% para 3,50% ao ano, de acordo com o relatório Focus, divulgado pelo Banco Central
Aceleração da inflação e riscos do lado fiscal levam analistas a estimarem que primeira alta virá antes que o esperado
Decisão do BC de abrir mão do compromisso de não mexer com os juros foi acertada, mas a adoção do instrumento mais ajudou ou atrapalhou a economia?
Retirada do instrumento pode vir acompanhada de uma sinalização de que seu fim não tem relação mecânica com o começo do ciclo de aperto monetário
Com a crise provocada pela pandemia do coronavírus, os investidores vivenciaram momentos incomuns, inesperados e alguns beirando o bizarro ao longo de 2020
Documento reduz percepção de mudança iminente na trajetória do juro básico; leilão do Tesouro Nacional de títulos indexados à inflação, que teve oferta menor do que a de pleitos anteriores, pesa em taxas futuras
Durante as minhas merecidas (e infelizmente rápidas) férias na semana passada, acompanhei a última reunião do Copom como quem sabe de um jogo de futebol apenas pelo resultado. A manutenção dos juros em 2% ao ano era amplamente esperada, mas o mercado reagiu com euforia no dia seguinte. Isso porque o Banco Central sinalizou que […]
No Boletim Focus, do Banco Central, a alta dos juros é esperada para setembro, mas cada vez mais analistas projetam uma elevação em meados de 2021
Definição acontece em meio a um avanço da inflação; para BC, choque de preços é temporário; autoridade monetária indicou que forward guidance pode estar perto do fim
Em anúncio desta quarta, autoridade monetária deve seguir com “forward guidance”; inflação impõe postura firme da instituição, que ainda tem risco fiscal no radar
Mudança é feita por causa da alteração nos horários de fechamento dos mercados domésticos; resultado agora sai às 18h30
Percepção externa sobre eleição favorece bolsas, com leitura de que onda democrata não ocorreu, sem ameaças de regulamentações da economia. Além disso, a liderança de Joe Biden em alguns Estados pode trazer resultado mais rapidamente, eliminando incertezas contínuas da disputa. Cenário político local alivia câmbio e juros
Projeções já constavam do comunicado emitido pelo Copom na última quarta-feira, quando Selic foi mantida em 2% ao ano
Emparedado pelo repique da inflação e pelo aumento do risco fiscal, o BC foi inflexível e sustentou o “forward guidance”, a sinalização de que a Selic permanecerá baixa por um longo período
Apesar de deterioração do ambiente de reformas e alta da inflação no curto prazo, BC ainda não avalia necessidade de alta de juros. Um novo corte, no entanto, é difícil. Enquanto isso, mensagem sobre risco fiscal ganha força, segundo economista
Selic atualmente está em 2% ao ano; mercado presta atenção em postura que será adotada pelo Copom em meio à alta da inflação e ao risco fiscal
Os fundos imobiliários são umbilicalmente ligados aos juros, isso é verdade. Mas é preciso muita calma ao proclamar seu fim caso a Selic volte a subir em breve. Essa é sempre uma questão relativa; entenda.
Para comprar as LFTs, os investidores passaram a pedir uma remuneração acima da Selic; adicional já bateu em 0,42% ao ano
Economistas veem também uma menor contração da economia brasileira em 2020
Algo frágil se desmorona diante da adversidade, enquanto algo robusto apenas se preserva. Algo antifrágil, por sua vez, ganharia valor perante um ambiente difícil