O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Farmacêutica é a segunda a apresentar pílula capaz de combater o novo coronavírus no estágio inicial da doença; primeira foi a Merck
A Pfizer (PFIZ34) revelou ter obtido bons resultados nos testes de um comprimido desenvolvido para combater o coronavírus causador da covid-19, usado em combinação com um medicamento amplamente usado contra o HIV.
Segundo dados revelados ontem pela companhia farmacêutica, a combinação dos medicamentos reduziu o risco de hospitalização ou morte em 89% em adultos com comorbidades expostos ao vírus.
Trata-se da segunda pílula antiviral a demonstrar eficácia no tratamento de covid-19 aos primeiros sinais da doença. O primeiro foi revelado pela Merck.
Caso sejam aprovados pelos reguladores, os medicamentos devem representar um divisor de águas na luta contra a pandemia.
À CNBC, o CEO da Pfizer, Albert Bourla, disse que a empresa pretende enviar os dados de suas pesquisas aos órgãos reguladores dos Estados Unidos nos próximos dias.
Ainda segundo ele, a empresa tem “a capacidade neste momento de produzir 500 milhões de comprimidos”, o que, segundo ele, se traduz em tratar 50 milhões de pacientes.
Leia Também
Cientificamente conhecido como PF-07321332, o compromido da Pfizer faz parte de uma classe de medicamentos chamados de inibidores da protease. Ele inibe uma enzima da qual o vírus precisa para se replicar em células humanas. Os inibidores de protease são usados para tratar outros patógenos virais, como HIV e hepatite C.
Segundo a Pfizer, o estudo foi feito em 1.219 adultos que tinham pelo menos uma comorbidade e apresentavam sintoma havia cinco dias. Os participantes também receberam uma dose baixa de ritonavir, medicamento comumente usado em tratamentos combinados para o HIV.
A Pfizer disse que houve seis hospitalizações e nenhuma morte entre os 607 participantes do estudo. No grupo de controle, no qual 612 pacientes receberam placebo, houve 41 hospitalizações e dez óbitos.
“Esses dados sugerem que nosso candidato a antiviral oral, se aprovado pelas autoridades regulatórias, tem o potencial de salvar a vida dos pacientes, reduzir a gravidade das infecções por covid-19 e eliminar até nove em cada dez hospitalizações”, disse Bourla por meio de nota.
Ao contrário do remdesivir, medicamento intravenoso da Gilead Sciences, os remédios desenvolvidos pela Pfizer e pela Merck podem ser tomados por via oral.
Embora as vacinas continuem a ser a melhor forma de proteção contra o vírus, os especialistas em saúde esperam que pílulas como essas impeçam a progressão da doença nas pessoas infectadas e reduzam internações.
Mesmo com menos dias úteis, companhia inicia o ano com lucro líquido ajustado de R$ 36,3 milhões nos três primeiros meses de 2026; veja outros destaques do balanço
A CEO Paula Harraca e o CFO Átila Simões da Cunha disseram ao Seu Dinheiro que o novo marco regulatório impulsionou os resultado, mas a adaptação às novas modalidades pressionou a evasão de alunos no período
Em um cenário pressionado pela inflação, a Moura Dubeux utilizou o modelo de condomínio fechado para se blindar, conta o Diego Villar, CEO da empresa
Lucro cresce pelo nono trimestre seguido e ROE continua a superar o custo de capital; confira os destaques do balanço
Resultado do primeiro trimestre do ano sinaliza retomada no vestuário e afasta dúvidas sobre problemas estruturais na operação
Expansão continua forte, mas avanço do crédito e aumento de provisões colocam qualidade dos resultados em xeque; o que dizem os analistas agora?
Lucro vem em linha, ROE segue elevado, mas ações caem após balanço; entenda se “fazer o básico” já não basta para o mercado
Milton Maluhy Filho afirma que aposta em ajuste fino no crédito e foco em clientes “certos”; veja a estratégia do CEO do banco
Com o acordo, a maior parte da dívida renegociada será paga apenas a partir de 2031, o que ajuda o caixa da empresa, mas há risco de diluição da participação no futuro
Mercado prevê que banco deve se destacar na temporada, com avanço de lucro e melhora operacional. Veja o que esperar do balanço dos três primeiros meses de 2026
Companhia vende participação no Shopping Curitiba, aumenta fatia em ativos estratégicos e faz permuta para turbinar desempenho operacional
O balanço mostrou crescimento operacional, melhora de rentabilidade e reversão da queima de caixa, em meio à continuidade dos ajustes na divisão de casas pré-fabricadas
Lucro cresce, ROE segue elevado, mas banco reforça disciplina em meio a sinais de pressão no crédito; confira os destaques do balanço
O Citi vê resultados mais fortes puxados por produção e petróleo, mas mantém cautela com a estatal e enxerga mais potencial de valorização em petroleiras independentes
Qualidade da subscrição surpreende e garante avanço das ações nesta terça-feira (5), mas incerteza sobre crescimento de prêmios ainda divide os grandes bancos sobre o que fazer com os papéis
A empresa entregou aumento no volume de cerveja, principalmente no Brasil, melhora de margens e ganhos estimados de participação em vários mercados
Nova empresa do grupo Bradesco nasce com números robustos, mas CEO Carlos Marinelli revela qual será o grande motor de crescimento futuro
Pressão de dividendos e crédito mais desacelerado devem aparecer no desempenho dos três primeiros meses do ano; analistas revelam se isso compromete a visão de longo prazo para o banco
O banco avalia que, apesar da pressão, algumas construtoras e incorporadoras ainda contam com receitas sustentadas por vendas fortes registradas nos últimos meses, o que deve ajudar nos balanços
Após anos de tentativa e uma reestruturação profunda, a Saint-Gobain finalmente assinou a venda da Telhanorte. Saiba o que motivou a saída da gigante francesa do varejo brasileiro.