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Fernando Pivetti
Fernando Pivetti
Jornalista formado pela Universidade de São Paulo (USP). Foi repórter setorista de Banco Central no Poder360, em Brasília, redator no site EXAME e colaborou com o blog de investimentos Arena do Pavini.
CEO da BRF

Pedro Parente está otimista com o futuro do Brasil e da BRF – seja lá quem for o presidente

Para o executivo, negócios da BRF devem se beneficiar tanto em um governo Haddad como em um governo Bolsonaro

8 de outubro de 2018
14:43 - atualizado às 22:11
Pedro Parente, CEO da BRF - Imagem: José Cruz/Agência Brasil

Depois de passar a campanha eleitoral do primeiro turno em compasso de espera e alertando sobre riscos, Pedro Parente resolveu assumir seu lado otimista nesta segunda-feira pós-eleição. O CEO da BRF afirmou que está otimista com relação ao futuro "seja qual for a escolha do eleitor".

A fala do executivo feita em São Paulo ocorre em um momento de euforia do mercado com um segundo turno entre Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT), que possuem ideologias opostas. Para ele, tanto em um governo Haddad como um governo Bolsonaro, a BRF sairá favorecida.

"Não vejo o risco associado a um ou outro candidato, pois a produção de alimentos e as exportações, pontos fortes da empresa, continuam importantes em qualquer cenário", Pedro Parente

Vale lembrar que a vantagem de Bolsonaro teve efeito positivo sobre o dólar, que desabou 10 centavos nesta segunda. Citando essa forte movimentação, Parente informou que a queda da moeda norte-americana, no curto prazo, ajudará a BRF a reduzir a dívida da companhia. Já no médio e longo prazo, a desvalorização do real beneficia as exportações.

O otimismo do CEO, entretanto, não se refletiu nas ações da companhia. Enquanto os ativos seguiam o efeito manada de alta, os papéis da BRF fecharam o dia em queda de 0,09%.

E você, concorda com a visão do Pedro Parente? Deixe seu comentário aqui embaixo.

*Com Estadão Conteúdo.

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