🔴 TOUROS E URSOS: LULA 3 FAZ 3 ANOS, OS DADOS ECONÔMICOS E A POPULARIDADE DO GOVERNO – ASSISTA AGORA

Julia Wiltgen

Julia Wiltgen

Jornalista formada pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) com pós-graduação em Finanças Corporativas e Investment Banking pela Fundação Instituto de Administração (FIA). Trabalhou com produção de reportagem na TV Globo e foi editora de finanças pessoais de Exame.com, na Editora Abril. Hoje é editora-chefe do Seu Dinheiro.

Carteira arrojada

Onde investir para realmente ganhar dinheiro com o juro baixo

Conversei com quatro especialistas que sugeriram carteiras de investimentos para quem se considera arrojado e quer lucrar com o cenário de Selic baixa

Julia Wiltgen
Julia Wiltgen
9 de agosto de 2019
5:30 - atualizado às 9:43
Imagem mostra miniaturas de bonecos ao lado de moedas
Imagem: Shutterstock

A taxa básica de juros atingiu, na semana passada, o seu menor patamar da história, 6,00% ao ano. Mas não é de hoje que o investidor brasileiro se preocupa com a Selic baixa.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O retorno das aplicações de renda fixa indexadas à Selic e ao CDI, taxa de juros que segue a taxa básica de perto, caiu para valer nos últimos anos. Nesta outra matéria, por exemplo, eu mostrei como ficaram os rendimentos das aplicações mais conservadoras com a Selic em 6,00% ao ano.

Os amantes da renda fixa ainda tiveram, recentemente, chance de lucrar com a valorização dos títulos públicos prefixados e atrelados à inflação, negociados via Tesouro Direto, e também com a alta das debêntures, que a pessoa física normalmente acessa via fundos.

Mas essa renda fixa prefixada de menor risco - títulos públicos e títulos privados de altíssima qualidade - já não tem mais tanto espaço para valorizar. Embora o mercado ainda espere novos cortes de juros, o potencial de alta desses papéis já minguou bastante.

Ou seja, o investidor que ainda não se adequou à nova era de juros baixos vai ter que se mexer e correr atrás.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

É claro que se você é conservador e assim pretende continuar, seu escopo de atuação é um pouco limitado. Ainda assim, nesta outra reportagem, eu deixei algumas sugestões de carteiras e ativos que podem dar uma turbinada nos seus rendimentos.

Leia Também

Agora, se você se considera arrojado e quer mesmo ganhar dinheiro nesse cenário, a gama de opções é mais vasta. Isso porque, com os juros baixos, inflação controlada e perspectivas de retomada econômica, abrem-se oportunidades entre os ativos de risco.

Bolsa é a maior aposta

A maior parte do mercado está bastante otimista com a bolsa. As ações são os ativos preferidos de gestores e analistas, mas fundos imobiliários e fundos multimercados com uma pitada de renda variável também aparecem entre os queridinhos.

Eu conversei com especialistas de quatro instituições financeiras, e todos têm, como aposta principal, a bolsa de valores.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Segundo Ronaldo Guimarães, head da plataforma de investimentos do Modalmais, já se vê a migração do investidor que antes era majoritariamente conservador para ativos com mais risco.

Ele conta que alguns dos seus clientes que compraram títulos prefixados na época das eleições estão migrando os recursos para fundos de ações, multimercados e imobiliários à medida que os títulos vão vencendo.

“As pessoas não estão renovando a renda fixa prefixada. A alocação está hoje muito diferente do que costumava ser”, comenta.

Importante notar que todos os especialistas com quem conversei preferem o investimento em ações via fundos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Marco Bismarchi, sócio gestor da TAG Investimentos, por exemplo, reforça que o investidor deve preferir fundos de ações ativos, em que o gestor escolhe as ações, e não apenas segue um índice - visão, aliás, predominante entre os especialistas ouvidos.

“Os gestores profissionais sabem identificar as melhores empresas e o momento certo de entrar”, diz.

Mesmo com o Ibovespa na máxima histórica, o mercado acredita que as ações ainda têm espaço para valorização.

“Acreditamos que estamos no meio de um ciclo. Os Estados Unidos já estão mais para o final. Mas ainda tem espaço para a bolsa brasileira caminhar”, diz Alexandre Hishi, responsável pela área de gestão de investimentos da Azimut Brasil Wealth Management.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“Com os juros mais baixos, aumenta o consumo e diminui o custo da dívida das empresas, o que é benéfico para a sua lucratividade. Os juros menores também favorecem as empresas a tirar projetos do papel, pois eles ficam economicamente viáveis. Essas condições abrem a possibilidade de um novo ciclo de valorização. Há espaço para aumentar as posições em renda variável, até porque os estrangeiros ainda podem entrar na bolsa brasileira”, explica Martin Iglesias, especialista em investimentos do Itaú Unibanco, para quem o Ibovespa pode chegar aos 125 mil pontos no fim deste ano.

Outras classes de ativos também aparecem entre as sugestões

Na renda fixa, as oportunidades devem se concentrar nos títulos públicos atrelados à inflação, o Tesouro IPCA+ (NTN-B), que pode ser adquirido pelo Tesouro Direto. Os especialistas com quem eu conversei citam os títulos de longo prazo que ainda estão pagando 3,5% ou mais acima da inflação.

Fundos de debêntures incentivadas e de crédito privado voltados para títulos de maior risco também têm bons prognósticos - lembrando que, no caso do crédito privado, o investimento pode ter alto risco de calote, apesar de não ter volatilidade, então é bom investir apenas uma pequena parte da carteira por meio de gestores especializados.

Finalmente, investimentos no Brasil são preferidos aos investimentos no exterior, uma vez que o cenário externo se mostra complicado. Mas alguns especialistas com quem eu falei sugerem uma pequena alocação em ativos atrelados ao dólar como forma de proteção.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

No guia do Seu Dinheiro sobre onde investir no segundo semestre de 2019, nós falamos sobre todos esses ativos mais promissores para o restante do ano e ensinamos como investir. Você pode baixá-lo na forma de e-book aqui.

A seguir, você confere as carteiras arrojadas para o cenário de Selic a 6,00% sugeridas pelos especialistas com quem eu conversei para esta matéria.

Modalmais

A Modalmais espera novo corte de 0,5 ponto percentual na Selic ainda neste ano. Ou seja, espera que o ano termine com a Selic em 5,5% ao ano, embora não descarte a possibilidade de queda para 5,25% ou mesmo 5% ainda em 2019 ou início de 2020.

Carteira do investidor arrojado sugerida pelo head da plataforma de investimentos, Ronaldo Guimarães:

Carteira arrojada do Modalmais com Selic em 6%

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O Modalmais sugere deixar um quarto da carteira na renda fixa, distribuído entre títulos públicos atrelados à inflação (NTN-B) e aplicações conservadoras atreladas ao CDI (reserva de emergência e objetivos de curto prazo). O dólar aparece na carteira apenas como hedge (proteção).

TAG Investimentos

Para a TAG, juros podem cair mais e ficar num patamar baixo por um período prolongado de tempo.

Carteira do investidor arrojado sugerida pelo sócio gestor Marco Bismarchi:

Composição mínima da carteira arrojada da TAG com Selic em 6%

Composição máxima da carteira arrojada da TAG com Selic em 6%

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A TAG Investimentos sugere faixas de percentuais para a composição da sua carteira arrojada. Por exemplo, o investidor pode destinar de 30% a 40% a fundos de ações, 20% a 25% a multimercados e 10% a 40% à renda fixa conservadora atrelada ao CDI e com liquidez diária, para a reserva de emergência e objetivos de curto prazo.

Segundo Marco Bismarchi, o sócio gestor da TAG com quem eu conversei, a alocação em renda variável deve ser distribuída tanto por fundos de ações long only (tradicionais, que basicamente só atuam comprados em ações) quanto fundos de ações long biased (que fazem operações de proteção para ganhar tanto na alta quanto na baixa). A alocação sugerida é que dois terços dos recursos investidos em ações sejam destinados aos fundos long only e um terço aos fundos long biased.

Já a parcela destinada aos multimercados deve ser distribuída entre fundos macro e fundos de outras classificações, com long & short, quantitativos e com investimento no exterior.

Entre os títulos atrelados à inflação (Tesouro IPCA+), destacam-se os papéis de longo prazo, que ainda estão pagando taxas prefixadas de 3,5% ou mais. Finalmente, os fundos de crédito privado podem investir em títulos high yield (títulos de dívida de maior risco), desde que estes contem com garantias robustas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Azimut Brasil Wealth Management

Carteira do investidor arrojado sugerida pelo responsável pela área de gestão de investimentos, Alexandre Hishi

Carteira arrojada da Azimut com Selic em 6%

Para a Azimut, 20% da carteira arrojada pode ficar alocada em renda fixa, dividindo-se entre títulos públicos atrelados à inflação Tesouro IPCA+ (NTN-B), fundos de debêntures incentivadas (títulos de renda fixa emitidos por empresas para financiar projetos de infraestrutura e isentos de imposto de renda) e aplicações conservadoras atreladas ao CDI (reserva de emergência e objetivos de curto prazo). O dólar também aparece na carteira como forma de hedge (proteção).

Itaú Unibanco

Para o Itaú, a Selic permanecerá baixa pelo menos até o fim de 2020 e, se subir, será só lá para o fim de 2021. “E, mesmo assim, não para níveis como tínhamos antes”, disse Martin Iglesias, especialista em investimentos do Itaú Unibanco.

A carteira a seguir é a mais arrojada montada pelo banco, voltada para o que a instituição considerada como "investidor agressivo". Este é definido como aquele que busca uma rentabilidade mais alta e que sabe que, no curto e médio prazos, pode ter algum tipo de perda. E isso não necessariamente o assusta.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"O investidor agressivo é aquele que consegue esperar o aparecimento dos prêmios de longo prazo", explica Iglesias. A rentabilidade esperada pelo Itaú para esta carteira é de 200% do CDI.

Carteira do investidor arrojado sugerida pelo especialista em investimentos do Itaú Unibanco, Martin Iglesias:

Carteira arrojada do Itaú Unibanco com Selic em 6%

Diferentemente das outras instituições financeiras, o Itaú sugere uma pequena alocação em fundos de ações que investem no exterior e em títulos públicos prefixados (LTN e NTN-F). O dólar aparece na carteira como hedge (proteção). As NTN-B indicadas também são as de longo prazo.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
VAI CAIR?

Com invasão dos EUA na Venezuela, como fica o preço do petróleo e o que pode acontecer com a Petrobras (PETR3) e junior oils

5 de janeiro de 2026 - 16:09

Empresas petroleiras brasileiras menores, como Brava (BRAV3) e PetroRio (PRIO3), sofrem mais. Mas a causa não é a queda do preço do petróleo; entenda

HORA DE BOTAR A MÃO NA MASSA?

Pão de Açúcar (PCAR3) tem novo CEO depois de meses com cargo ‘vago’. Ele vai lidar com o elefante na sala?

5 de janeiro de 2026 - 11:15

Alexandre Santoro assume o comando do Grupo Pão de Açúcar em meio à disputa por controle e a uma dívida de R$ 2,7 bilhões

AÇÃO DO MÊS

Nem banco, nem elétrica: ação favorita para janeiro de 2026 vem do canteiro de obras e está sendo negociada com desconto

5 de janeiro de 2026 - 6:03

Com um desconto de 27,18% no último mês, a construtora recebeu três recomendações entre os nove bancos e corretoras consultados pelo Seu Dinheiro

QUEDA FORTE NA BOLSA

Ação da Azul (AZUL54) em queda livre: por que os papéis estão sendo dizimados na bolsa, com perdas de 50% só hoje (2)?

2 de janeiro de 2026 - 17:31

Papéis derretem na bolsa após o mercado precificar os efeitos do Chapter 11 nos EUA, que envolve conversão de dívidas em ações, emissão massiva de novos papéis, fim das preferenciais e forte diluição para os atuais acionistas

R$ 1,2 BILHÃO

Dasa (DASA3): vender ativos por metade do preço pago foi um bom negócio? Analistas respondem

2 de janeiro de 2026 - 15:19

Papéis chegaram a disparar com a venda de ativos, mas perderam força ao longo do dia; bancos avaliam que o negócio reduz dívida, ainda que com desconto relevante

COMEÇOU MAL

Minerva (BEEF3) e MBRF (MBRF3) caem forte com tarifas da China sobre a carne bovina brasileira

2 de janeiro de 2026 - 14:47

País asiático impôs uma tarifa de 55% às importações que excederem a cota do Brasil, de 1,1 milhão de toneladas

RETROSPECTIVA DO IFIX

FIIs de galpões logísticos foram os campeões de 2025; confira o ranking dos melhores e piores fundos imobiliários do ano

2 de janeiro de 2026 - 6:03

Entre os destaques positivos do IFIX, os FIIs do segmento de galpões logísticos vêm sendo beneficiados pela alta demanda das empresas de varejo

MENOS DINHEIRO NO BOLSO

Petrobras (PETR4): por que ação fechou o ano no vermelho com o pior desempenho anual desde 2020

31 de dezembro de 2025 - 17:27

Não foi só o petróleo mais barato que pesou no humor do mercado: a expectativa em torno do novo plano estratégico, divulgado em novembro, e dividendos menos generosos pesaram nos papéis

VEJA A LISTA COMPLETA

As maiores quedas do Ibovespa em 2025: o que deu errado com Raízen (RAIZ4), Hapvida (HAPV3) e Natura (NATU3)?

31 de dezembro de 2025 - 7:30

Entre balanços frustrantes e um cenário econômico hostil, essas companhias concentraram as maiores quedas do principal índice da bolsa brasileira

ACABOU O RALI?

Ouro recua quase 5% e prata tomba quase 9% nesta segunda (29); entenda o que aconteceu com os metais preciosos

29 de dezembro de 2025 - 18:07

Ouro acumula alta de 66% em 2025, enquanto a prata avançou cerca de 145% no ano

RESUMO DOS MERCADOS

Na reta final de 2025, Ibovespa garante ganho de 1,5% na semana e dólar acompanha 

27 de dezembro de 2025 - 9:15

A liquidez reduzida marcou as negociações na semana do Natal, mas a Selic e o cenário eleitoral, além da questão fiscal, continuam ditando o ritmo do mercado brasileiro

A MIGRAÇÃO COMEÇOU?

Apetite por risco atinge o maior nível desde 2024, e investidores começam a trocar a renda fixa pela bolsa, diz XP

26 de dezembro de 2025 - 15:05

Levantamento com assessores mostra melhora no sentimento em relação às ações, com aumento na intenção de investir em bolsa e na alocação real

ÍNDICE RENOVADO

Perto da privatização, Copasa (CSMG3) fará parte do Ibovespa a partir de janeiro, enquanto outra ação dá adeus ao índice principal

26 de dezembro de 2025 - 9:55

Terceira prévia mostra que o índice da B3 começará o ano com 82 ativos, de 79 empresas, e com mudanças no “top 5”; saiba mais

CENÁRIOS ALTERNATIVOS

3 surpresas que podem mexer com os mercados em 2026, segundo o Morgan Stanley

25 de dezembro de 2025 - 14:00

O banco projeta alta de 13% do S&P 500 no próximo ano, sustentada por lucros fortes e recuperação gradual da economia dos EUA. Ainda assim, riscos seguem no radar

TOUROS E URSOS #253

Ursos de 2025: Banco Master, Bolsonaro, Oi (OIBR3) e dólar… veja quem esteve em baixa neste ano na visão do Seu Dinheiro

24 de dezembro de 2025 - 8:00

Retrospectiva especial do podcast Touros e Ursos revela quem terminou 2025 em baixa no mercado, na política e nos investimentos; confira

AINDA MAIS PRECIOSOS

Os recordes voltaram: ouro é negociado acima de US$ 4.450 e prata sobe a US$ 69 pela 1ª vez na história. O que mexe com os metais?

22 de dezembro de 2025 - 12:48

No acumulado do ano, a valorização do ouro se aproxima de 70%, enquanto a alta prata está em 128%

BOMBOU NO SD

LCIs e LCAs com juros mensais, 11 ações para dividendos em 2026 e mais: as mais lidas do Seu Dinheiro

21 de dezembro de 2025 - 17:10

Renda pingando na conta, dividendos no radar e até metas para correr mais: veja os assuntos que dominaram a atenção dos leitores do Seu Dinheiro nesta semana

B DE BILHÃO

R$ 40 bilhões em dividendos, JCP e bonificação: mais de 20 empresas anunciaram pagamentos na semana; veja a lista

21 de dezembro de 2025 - 16:01

Com receio da nova tributação de dividendos, empresas aceleraram anúncios de proventos e colocaram mais de R$ 40 bilhões na mesa em poucos dias

APÓS UMA DECISÃO JUDICIAL

Musk vira primeira pessoa na história a valer US$ 700 bilhões — e esse nem foi o único recorde de fortuna que ele bateu na semana

21 de dezembro de 2025 - 11:30

O patrimônio do presidente da Tesla atingiu os US$ 700 bilhões depois de uma decisão da Suprema Corte de Delaware reestabelecer um pacote de remuneração de US$ 56 bilhões ao executivo

DESTAQUES DA SEMANA

Maiores quedas e altas do Ibovespa na semana: com cenário eleitoral e Copom ‘jogando contra’, índice caiu 1,4%; confira os destaques

20 de dezembro de 2025 - 16:34

Com Copom firme e incertezas políticas no horizonte, investidores reduziram risco e pressionaram o Ibovespa; Brava (BRAV3) é maior alta, enquanto Direcional (DIRR3) lidera perdas

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar