🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Bruna Furlani

Bruna Furlani

Jornalista formada pela Universidade de Brasília (UnB). Fez curso de jornalismo econômico oferecido pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). Tem passagem pelas editorias de economia, política e negócios de veículos como O Estado de S.Paulo, SBT e Correio Braziliense.

De olho nelas

Localiza, Unidas e Movida são as empresas mais beneficiadas pelo corte de juros, segundo estudo da XP

No relatório, os analistas da corretora destacaram que mais de 90% das dívidas das três empresas de locação de carros são pós-fixadas e atreladas à Selic

Bruna Furlani
Bruna Furlani
31 de outubro de 2019
13:47 - atualizado às 10:50
Bandeiras das empresas Movida, Localiza e Unidas em carros de fórmula um
Imagem: Montagem Andrei Morais / Shutterstock

Quem acompanha o mercado financeiro há um certo tempo, provavelmente demorou a acreditar que hoje veríamos a Selic alcançar o patamar dos 5% ao ano, conforme decidiu ontem (30) o Copom.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Além de afetar os investimentos de renda fixa tornando os seus retornos cada vez menos rentáveis ou até mesmo negativos dependendo do caso, a queda na taxa básica de juros provoca, especialmente, a redução no custo de dívida das companhias, que está atrelada à Selic.

Entre os setores que mais seriam impactados pela contração da taxa básica de juros está o setor de locação de veículos, com companhias como Localiza (RENT3), Unidas (LCAM3) e Movida (MOVI3). É isso o que aponta um estudo feito pela equipe de análise da XP Investimentos divulgado nesta semana e que levou em consideração apenas as empresas que a corretora faz cobertura.

Em sua justificativa, os analistas destacam que as três companhias estão crescendo cada vez mais e operando com níveis maiores de endividamento. Além disso, mais de 90% das dívidas das três são pós-fixadas e atreladas à Selic.

Ao olhar o índice de alavancagem das três, é possível perceber que a razão entre a dívida líquida e o potencial de geração de caixa (Ebitda) varia entre 2,7 e 3,0 vezes, o que mostra que as empresas são atrativas, já que as dívidas não comprometem tanto o potencial de geração de caixa.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

"Isso as torna sensíveis a oscilações na taxa básica de juros. Estimamos que um corte percentual na taxa Selic resulte em um incremento médio próximo de 10% no preço-alvo dessas companhias", destacam os especialistas.

Leia Também

Eles ainda afirmaram que "considerando a trajetória esperada para a taxa Selic em 2020, esperamos uma redução superior a 1,0 ponto percentual no custo médio da dívida em relação a 2019 [se tudo se mantiver constante]".

Hoje, o preço-alvo das ações da Localiza é de R$ 49,50. Já o da Movida é de R$ 19 e o da Unidas é de R$ 20.

De olho nos shoppings

Após o setor de locação de carros, o segundo setor que mais seria beneficiado é o de shoppings. No relatório, os analistas afirmam que Iguatemi (IGTA3) e Multiplan (MULT3) são administradoras que possuem respectivamente 85% e 70% de suas dívidas atreladas à Selic. A brMalls (BRML3), por sua vez, apresenta 42% de sua dívida atrelada à taxa básica de juros.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

E não é só isso. Ao olhar o indicador que mostra a alavancagem média das empresas, a relação entre a dívida líquida e o potencial de geração de caixa (Ebitda) média das duas primeiras está em 2,5 vezes. Já no caso da brMalls o indicador está em aproximadamente 1,9 vez.

"No geral, o setor possui alta sensibilidade à variação da taxa de juros, porém opera a níveis de alavancagem abaixo da média histórica devido ao menor crescimento, sendo a maior parte das recentes emissões voltada à gestão dos passivos."

E diante de um cenário de corte de juros de 0,5 ponto percentual no custo da dívida das companhias, os analistas esperam um incremento médio de cerca de 6,5% no preço-alvo dos papéis.

Hoje, o preço-alvo das ações da Iguatemi é de R$ 58. Já o da Multiplan é de R$ 31 e da brMalls é de R$ 17.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Com muita energia (literalmente)

Outro setor que poderia ser bastante beneficiado é o elétrico. De acordo com os analistas, empresas como Copel (CPLE6), AES Tietê (TIET11), Equatorial (EQTL3) e Cemig (CMIG4) possuem, em média, 42% de suas dívidas atreladas à Selic.

Em sua análise, os analistas apontam que um corte de 0,5 ponto percentual na taxa Selic levaria a uma expansão entre 3% e 6% nos preços-alvo das companhias do setor elétrico.

E no quesito endividamento, as companhias operam com uma razão entre a dívida líquida e o potencial de geração de caixa (Ebitda) entre 2,0 vezes e 4,0 vezes, na média.

Mas conforme explicam os analistas, o motivo para o nível de endividamento ser um pouco maior está atrelado à própria dinâmica operacional do setor.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Nele, as companhias fazem dívidas para captar recursos com o objetivo de financiar a construção de novos empreendimentos ou a aquisição de outras empresas. Com isso, os financiamentos vão sendo pagos por meio da geração de caixa dos próprios ativos.

Outro ponto é que a queda da taxa de juros torna mais atrativas as empresas que pagam dividendos mais elevados, especialmente nos segmentos de transmissão como Taesa (TAEE11) e Cteep (TRPL4), e de geração de energia, como AES Tietê e Engie Brasil.

Hoje, o preço-alvo das ações da Copel é de R$ 68. Já o da AES Tietê é de R$ 16,50 e da Equatorial é de R$ 110 e o da Cemig é de R$ 16.

Compras e mais compras

E o varejo não fica para trás. Conforme explicam os analistas, a Lojas Renner (LREN3), Lojas Americanas (LAME4), B2W (BTOW3), Via Varejo (VVAR3), Magazine Luiza (MGLU3), Grupo Pão de Açúcar (PCAR4) e Carrefour (CRFB3) possuem entre 75% e 100% das dívidas atreladas à Selic.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Porém, pelo fato de serem pouco alavancadas, com indicadores de dívida líquida/Ebitda entre 0,3 e 2,5 vezes, elas não seriam tão beneficiadas quanto os demais setores.

Os analistas pontuam que o varejo tem, como particularidade, a questão do desconto de recebíveis, que faz com que as companhias sejam capazes de antecipar as vendas realizadas a prazo e transformar o montante a receber no futuro em entrada imediata de caixa. Tal processo é feito por meio de instituições financeiras, que cobram uma taxa atrelada à Selic.

O cenário de juros mais baixos para as varejistas implica em menores despesas financeiras com empréstimos e financiamentos bem como com a antecipação de recebíveis.

"Nossa análise de sensibilidade sugere que Lojas Americanas, B2W, Via Varejo, Magazine Luiza são as mais impactadas, seja por endividamento mais elevado e/ou maior saldo de recebíveis, com incremento de 3% a 4% no preço-alvo para cada corte de 0,5 ponto percentual na Selic", destacam os analistas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Hoje, o preço-alvo das ações da Lojas Americanas é de R$ 18. Já o da B2W é de R$ 58, o da Via Varejo é de R$ 8,60 e o da Magazine Luiza é de R$ 39.

Mineração e siderurgia

E não são só eles. Entre os outros setores que podem ser bastante beneficiados está o de mineração e siderurgia. Nele, os analistas afirmam que os níveis de dívida pós-fixada e atrelada à Selic chegam a patamares elevados, como é o caso da Usiminas (USIM5).

Sua relação entre a dívida líquida e o potencial de geração de caixa, por exemplo, é de 2,30 vezes, levando em consideração os dados do segundo trimestre, e de 2,49 vezes, se considerarmos o terceiro trimestre deste ano.

Mas a empresa considerada mais "sensível" no setor é a CSN (CSNA3), porque possui os níveis mais altos de alavancagem. Nela, a relação entre a dívida líquida e o potencial de geração de caixa (Ebitda) foi de 4,11 vezes no segundo trimestre de ano e aumentou para 5,18 vezes no último balanço.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Para os analistas, o corte de 0,5 ponto percentual na Selic deve resultar em um incremento de cerca de 1,7% no preço-alvo da empresa.

Por outro lado, a Vale (VALE3) é a menos sensível do setor. O motivo é que ela possui um baixo volume de dívida atrelado à Selic, logo a redução no juro não "produz alterações significativas no nosso preço-alvo".

Já Usiminas e Gerdau (GGBR4) devem ver um aumento menor no preço-alvo de suas ações de 0,7% e de 0,4% , respectivamente.

Hoje, o preço-alvo das ações da Usiminas é de R$ 8,50. Já o da CSN é de R$ 17 e da Vale é de R$ 68 e o da Gerdau é de R$ 19.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Papel e celulose

As companhias do setor de papel e celulose, por sua vez, têm apenas 25% da dívida pós-fixados e atrelados à Selic. Entre as empresas cobertas pela XP, os analistas pontuaram que a Suzano (SUZB3) é a que tem menor percentual de dívida atrelada à Selic, mas que é mais sensível em termos de oscilação de taxa de juros porque é mais alavancada do que a Klabin (KLBN11).

A expectativa dos especialistas é que a queda de 0,5 ponto percentual na taxa básica de juros promova um incremento de 0,4% no preço-alvo das ações da Suzano. Já no caso da Klabin, o impacto deve ser um pouco menor e ficar em torno de 0,3%.

Hoje, o preço-alvo das ações da Suzano é de R$ 40. Já o da Klabin é de R$ 19.

Alimentos e bebidas

Além de todos os setores listados antes, outro que deve ser impactado é o setor de alimentos e bebidas. Entre os destaques, os analistas colocam o nome da BRF (BRFS3), que teria uma variação de 0,9% no preço-alvo para cada redução de 0,5 ponto percentual da Selic.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

JBS (JBSS3) e Marfrig (MRFG3), por outro lado, não devem ser muito impactadas porque ambas possuem poucas dívidas em reais, já que a maior parte é dolarizada. A Ambev (ABEV3), por sua vez, também não deve sofrer porque as dívidas em reais seguem taxas fixas, conforme explicam os analistas.

Hoje, o preço-alvo das ações da BRF é de R$ 47. Já o da Marfrig é de R$ 14 e o da Ambev é de R$ 21.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
VIROU PASSEIO

Ouro ultrapassa os US$ 5.500 pela 1ª vez e faz BTG elevar preço-alvo da Aura (AURA33) para US$ 87; Ibovespa alcança inéditos 186 mil pontos

29 de janeiro de 2026 - 12:39

Apetite dos BC, fuga do dólar e incertezas no Japão impulsionaram os metais preciosos a recordes, enquanto por aqui, o principal índice da bolsa brasileira reverberou a sinalização do Copom, dados e balanços nos EUA

A VISÃO DO GESTOR

BTRA11 e BTAL11: por que o BTG está convertendo esses FIIs em fiagros — e como isso pode turbinar os seus dividendos

29 de janeiro de 2026 - 6:04

Tiago Lima, sócio e head de distribuição da BTG Pactual Asset Management, conta ao Seu Dinheiro que a mudança é um marco de modernização e destravará dividendos para os cotistas

GLOW UP NA BOLSA

A troca de look da Riachuelo: Guararapes define data para a estreia do novo ticker na B3

28 de janeiro de 2026 - 19:52

Segundo a varejista, a iniciativa busca aproximar o código de negociação do nome pelo qual a marca é amplamente reconhecida pelo público

BOLSA E CÂMBIO

Uma Super Quarta nos mercados: Ibovespa bate novo recorde aos 184 mil pontos e ouro atinge marca histórica; dólar fica estável a R$ 5,20

28 de janeiro de 2026 - 19:25

Índice supera 185 mil pontos intradia em dia de decisão sobre juros nos EUA e no Brasil; Vale e Petrobras puxam ganhos, enquanto Raízen dispara 20%

REFORÇO FINANCEIRO

Raízen (RAIZ4) dispara 20% com expectativa por aumento de capital de R$ 1 bilhão; ação volta a valer mais de R$ 1

28 de janeiro de 2026 - 17:55

A forte valorização desta quarta-feira começou no dia anterior (27), em meio à expectativa de que a companhia realize uma reestruturação financeira

BOLSA EM FESTA

Recorde do Ibovespa é fichinha: bolsa brasileira pode ir a 300 mil pontos — e o investidor brasileiro pode chegar atrasado

28 de janeiro de 2026 - 17:02

Com fluxo estrangeiro forte e juros ainda altos, gestores alertam para o risco de ficar fora do próximo ciclo da bolsa

BOLSA E CÂMBIO

Dólar leva tombo e fecha a R$ 5,20 — o menor nível desde maio de 2024 — graças a empurrão de Trump 

27 de janeiro de 2026 - 20:04

Ibovespa volta a renovar máxima durante a sessão e atinge os inéditos 183 mil pontos; mas não é só o mercado brasileiro que está voando, outros emergentes sobem ainda mais

ALOCAÇÃO GLOBAL

Mesmo em recorde, a bolsa brasileira segue barata para o gringo — e fiscal não apavora o estrangeiro, diz UBS

27 de janeiro de 2026 - 17:30

Na avaliação de Ulrike Hoffmann e Arend Kapteyn, mesmo com incertezas fiscais, ações brasileiras seguem atraentes no cenário global

FOGUETE NÃO TEM RÉ

Ibovespa bate mais um recorde, e mérito não é (só) do Brasil; veja as ações preferidas dos estrangeiros

27 de janeiro de 2026 - 12:31

As ações que compõem o Ibovespa são bastante buscadas, já que muitas compras ocorrem por meio do próprio índice ou ETF do índice

NEM TUDO QUE RELUZ...

Nem ouro, nem prata: metais ‘diferentões’ como platina, paládio e ródio chegam a altas de mais de 120%, mas não são para todo mundo 

26 de janeiro de 2026 - 6:04

Investir nesse tipo de ativo não é óbvio e exige um olhar atento às características específicas de cada metal; o Seu Dinheiro te dá o passo a passo, conta os riscos e vantagens desse tipo de investimento

FORA DO CONSENSO

Santander diz que o mercado minimiza os riscos do Banco do Brasil (BBAS3) e ignora outras boas ações; veja quais

25 de janeiro de 2026 - 12:52

Relatório do Santander destaca ações fora do consenso e aponta onde o mercado pode estar errando na precificação

ONDE INVESTIR 2026

Onde investir em 2026? Tudo que você precisa saber para montar sua carteira para este ano

25 de janeiro de 2026 - 8:00

Evento do Seu Dinheiro traz estratégias para investir em ações, FIIs, criptoativos, renda fixa e ativos internacionais neste ano

MERCADOS NA SEMANA

Bolsa brasileira nas alturas: Cogna (COGN3) lidera altas do Ibovespa, enquanto só uma dupla de ações fecha semana no vermelho

24 de janeiro de 2026 - 12:10

Nesta semana, o Ibovespa superou os 180 mil pontos pela primeira vez. Entenda o que esteve por trás da performance positiva da bolsa nos últimos dias

ONDE INVESTIR 2026

Não basta escolher o ativo perfeito: o segredo para ganhar dinheiro com investimentos é outro — veja a fórmula para 2026

24 de janeiro de 2026 - 10:00

No evento Onde Investir 2026, do Seu Dinheiro, Marcelo Bolzan, da The Hill Capital, fala o segredo para surfar um ano de corte de juros em 2026 e proteger sua carteira de riscos desnecessários

FAZENDO HISTÓRIA TODO DIA

Fome do estrangeiro pela bolsa brasileira leva o Ibovespa aos 180 mil pontos na máxima do dia; dólar vai a R$ 5,2862 

23 de janeiro de 2026 - 18:44

Na semana, o principal índice da bolsa brasileira acumulou ganho de 8,53%; já o dólar à vista perdeu 1,61% nos últimos cinco dias

OS FIIS DE EXTREMA À FARIA LIMA

Vacância em queda e aluguéis em alta: lajes corporativas e galpões logísticos aqueceram em 2025 — e isso é só o começo

23 de janeiro de 2026 - 17:05

A perspectiva para os setores é que sigam com uma dinâmica favorável aos proprietários, por conta da restrição de oferta nas regiões mais nobres e da demanda consistente

VEJA OS DADOS DE 2025

Surpresa até para a Anbima: mercado de capitais bate recorde de R$ 838,8 bilhões em 2025, puxado pela renda fixa, com FDICs em destaque

22 de janeiro de 2026 - 18:05

Volume recorde foi puxado pela renda fixa, com avanço dos FIDCs, debêntures incentivadas e maior liquidez no mercado secundário, enquanto a bolsa seguiu travada. Veja os dados da Anbima

ABERTURA DE CAPITAL

Precursor do Pix, PicPay lança oferta na Nasdaq com foco em open finance, seguros e jogos para rivalizar com bancos digitais

22 de janeiro de 2026 - 17:00

Oferta de ações na bolsa norte-americana Nasdaq pode avaliar o banco digital em até US$ 2,5 bilhões; conheça a estratégia do PicPay para atrair os investidores

MERCADOS

Foguete não tem ré: Ibovespa quebra novo recorde histórico e supera os 177 mil pontos. Entenda o que impulsiona o índice

22 de janeiro de 2026 - 14:49

Em meio a transferências globais de capital, o principal índice da B3 renovou máximas históricas puxado pelo fluxo estrangeiro, dólar em queda e expectativa de juros mais baixos nos EUA

ONDE INVESTIR 2026

FIIs de tijolo serão os destaques de 2026, mas fiagros demandam cautela; veja os melhores fundos imobiliários para investir neste ano

22 de janeiro de 2026 - 13:00

Em evento do Seu Dinheiro, especialistas da Empiricus e da Vinci falam das oportunidades para o setor em 2026 e recomendam fundos promissores

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar