O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A Coca-Cola teve um trimestre forte, registrando crescimento no lucro, na receita e nas vendas. E os mercados ficaram com sede após os resultados
A Coca-Cola passou os últimos anos esquecida na geladeira dos mercados financeiros. Suas ações exibiam variações muito pequenas, sem grandes avanços ou recuos no passado recente. E, em termos de noticiário corporativo, a gigante do setor de bebidas também dava passos curtos e calculados, sem grandes emoções.
Só que, em 2019, a Coca-Cola começou a dar indícios de que não perdeu o gás. Os papéis da companhia vêm ganhando tração num ritmo relativamente constante desde o início do ano — e o balanço trimestral da empresa, divulgado na manhã desta terça-feira (23), aumentou ainda mais a sede dos agentes financeiros.
A fabricante de refrigerantes, sucos e outras bebidas encerrou o segundo trimestre deste ano com lucro líquido de US$ 2,6 bilhões, um crescimento de 13% em relação ao mesmo período do ano passado. A receita líquida da Coca-Cola também avançou, chegando a US$ 10 bilhões entre abril e junho de 2019 — uma alta de 6% na base anual.
Mas não foram somente os dados de lucro e receita da companhia que ajudaram a refrescar os mercados. Os resultados operacionais da empresa no trimestre também melhoraram, em especial no mercado asiático. Além disso, as vendas de Coca-Cola sem açúcar continuaram crescendo num ritmo elevado.
Como resultado, as ações da Coca-Cola despontaram entre os destaques positivos do mercado acionário americano nesta terça, fechando em alta de 6,07%, a US$ 54,33 — um novo recorde histórico de fechamento para os papéis.
Com o desempenho desta terça, os ativos da gigante do setor de bebidas já acumulam valorização de mais de 14% em 2019. Trata-se de uma guinada surpreendente: as ações da Coca-Cola ficaram engarrafadas no patamar de US$ 40 a US$ 50 entre outubro de 2015 e junho deste ano.
Leia Também
Os mercados brindaram especialmente o crescimento no volume de embalagens, uma métrica-chave para a Coca-Cola. O dado — que representa o número de latas, garrafas e outros recipientes vendidos direta ou indiretamente pela companhia aos consumidores — representa um termômetro a respeito das vendas de bebidas da empresa.
E, no segundo trimestre de 2019, a Coca-Cola registrou um aumento de 3% no volume de embalagens. O resultado foi especialmente animador na Ásia, onde a empresa viu a métrica se expandir em 7% em relação ao mesmo período do ano passado, o que neutralizou a queda de 1% vista na América do Norte.
"O crescimento nessa métrica foi impulsionado pela forte expansão nos mercados emergentes e em desenvolvimento", diz a Coca-Cola. E, ao separar esse indicador nos diversos produtos comercializados pela empresa, os dados também mostram números encorajadores.
Segundo a companhia, o volume de embalagens de refrigerantes aumentou em 3%. Dentro desse universo, a Coca-Cola tradicional teve crescimento de 4% em termos globais, enquanto a Coca-Cola sem açúcar teve expansão "de dois dígitos" pelo sétimo trimestre consecutivo — a empresa não abre os números por produto.
Águas e bebidas esportivas tiveram avanço de 2%, enquanto chás e cafés recaram 3%. Sucos, laticínios e bebidas de origem vegetal registraram "forte desempenho" no mercado da Índia.
Outro indicador importante para a Coca-Cola, o de crescimento orgânico das receitas, avançou 6% na mesma base de comparação, com avanço em todas as regiões geográficas. O destaque, nessa linha, foi a América Latina, onde a expansão orgânica das receitas chegou a 9%.
Após críticas da Squadra sobre a operação da empresa no Sul e Sudeste, a empresa estaria buscando vender ativos em uma das regiões, segundo reportagem do Pipeline
Três operações de peso envolvendo os FIIs Bresco Logística (BRCO11), Capitânia Logística (CPLG11) e REC Recebíveis (RECR11) são destaques hoje; confira a seguir
O principal índice de ações da B3 encerrou o dia em alta de 2,01%, a 192.201,16 pontos. O dólar à vista terminou as negociações a R$ 5,1029, com queda de 1,01%, enquanto os futuros do petróleo tiveram as maiores quedas percentuais desde a pandemia
Em evento do Bradesco BBI, especialistas afirmaram esperar a retomada do apetite dos estrangeiros e a continuidade da queda dos juros para destravar mais valor da Bolsa
O fundo imobiliário GGRC11 poderá emitir um lote extra de até 50%, o que pode elevar o volume total da oferta
Santander espera que a Hypera tenha um 1º trimestre mais fraco em 2026, mas ainda assim recomenda a compra da ação; o que está em jogo?
Aos poucos, a empresa está amadurecendo seus procedimentos internos e pode se tornar uma candidata a novos patamares nos EUA, como entrar em certos índices de ações
O FII do mês da série do Seu Dinheiro é avaliado como um dos maiores e mais diversificados fundos imobiliários do mercado brasileiro
Foram mantidas C&A (CEAB3), Brava Energia (BRAV3), Suzano (SUZB3), Plano&Plano (PLPL3), Smart Fit (SMFT3) e Intelbras (INTB3)
Segundo o banco, o portfólio busca superar o Índice de Dividendos (IDIV) da B3 no longo prazo
Até o dia 24 de março, a bolsa brasileira já acumulava R$ 7,05 bilhões, e a expectativa é de que o ingresso de capital internacional continue
Com a semana mais enxuta pelo feriado de Sexta-Feira Santa, apenas oito ações encerraram em queda
A Fictor Alimentos recebeu correspondência da B3 por negociar suas ações abaixo de R$ 1, condição conhecida como penny stock. A empresa busca solucionar o caso com um grupamento
Os papéis da companhia encerraram a semana a R$ 10,35 após o anúncio da Advent International sobre a compra de papéis da Natura; veja o que mais mexeu com as ações e o que esperar
A Embraer acumula queda na bolsa brasileira em 2026 e analistas dizem se a performance é sinal de risco ou oportunidade de compra
Os analistas destacam que a ação preferida no setor elétrico do banco tem um caixa robusto, que pode se traduzir em dividendos extras para os acionistas
Confira as recomendações da Empiricus Research em abril para ações, dividendos, fundos imobiliários, ações internacionais e criptomoedas
Em discurso à nação na ultima quarta-feira (1), Trump prometeu “levar o Irã de volta a Idade da Pedra”. Com isso, os futuros do Brent dispararam, mas bolsas ao redor do mundo conseguiram conter as quedas. Ibovespa encerrou o dia com leve alta de 0,05%, a 188.052,02 pontos
A Axia Energia teve que abrir espaço para uma outra empresa do setor, além de dividir o pódio com duas companhias do setor bancário e de aluguel de carros
Revisão da carteira internacional mostra uma guinada estratégica para capturar novas oportunidades no mercado global; veja quem saiu e quem entrou no portfólio