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O Ibovespa fechou em queda de mais de 2% e o dólar ficou acima de R$ 4,90, com os investidores optando por assumir um viés mais defensivo após o Fed ficar em cima do muro em sua decisão de política monetária — e, assim, não reduzir a incerteza dos mercados
O Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA) manteve os juros do país inalterados e deu a entender que permanecerá com essa postura no curto prazo, mas também sinalizou que fará o que está ao seu alcance para ajudar a economia
O Itaú BBA promoveu uma mudança em sua carteira ‘top 5’ para junho: optou por realizar lucros em Magazine Luiza e incluiu Via Varejo para continuar exposta ao e-commerce
Após cair quase 2% no início da tarde, o Ibovespa ganhou força e se afastou das mínimas, reagindo positivamente à decisão de juros do Fed e às sinalizações de que a instituição poderá usar “todas as ferramentas” para dar suporte à economia
Após sete sessões em alta, o Ibovespa cedeu a um movimento e correção e terminou o dia com perdas moderadas, inferiores a 1% — o dólar também ficou na defensiva e fechou em alta. E boa parte dessa cautela se deve à expectativa em relação à decisão de juros do Fed, prevista para amanhã.
O Ibovespa chegou a cair mais de 2% nesta terça-feira, cedendo a um movimento de cautela e realização de lucro antes da reunião do Fed, mas já reduziu o ritmo de baixa. O dólar também fica na defensiva e sobe
O Ibovespa cravou a sétima alta consecutiva e já acumula um salto de mais de 11% em junho. O otimismo também continua firme no mercado de câmbio, com o dólar recuando mais de 2% hoje
O Ibovespa continua em alta e, com isso, já volta ao patamar dos 97 mil pontos, aproveitando mais um dia de tranquilidade no exterior. O dólar também segue calmo, ficando abaixo do nível de R$ 4,90 pela primeira vez desde 13 de março
A bolsa brasileira e os demais mercados do mundo estão numa onda de recuperação, mas há diversos fatores de risco no radar, incluindo o cenário político e uma importante decisão de política monetária
Carlos Wizard, que assumiria a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde, desistiu do cargo após declarações polêmicas nos últimos dias
A pandemia mexeu diretamente com a economia global e encurralou algumas grandes empresas: Latam, Avianca, JCPenney e Hertz são apenas algumas que precisaram recorrer à recuperação judicia
O recente rali da bolsa pegou todo mundo de surpresa — e, não à toa, a matéria elencando cinco razões que explicam essa onda de otimismo foi a mais lida do Seu Dinheiro nesta semana
A XP Investimentos revisou para cima sua projeção para o Ibovespa ao fim de 2020, passando de 94 mil pontos para 112 mil pontos — um patamar que implica num potencial de alta de mais de 18% em relação aos níveis atuais da bolsa
O dólar à vista terminou a semana a R$ 4,99, indo ao menor nível desde 26 de março, enquanto o Ibovespa cravou a sexta alta seguida e voltou ao patamar de 94 mil pontos. Entenda o que motivou toda essa onda de otimismo nos mercados
O Ibovespa contrariou a tendência global e fechou em alta, aproximando-se do patamar dos 94 mil pontos. O tom mais cauteloso visto lá fora só foi sentido no mercado de câmbio, com o dólar à vista subindo e voltando a R$ 5,13
O Ibovespa até cedeu a um movimento de realização de lucros durante a manhã, mas já voltou a se fortalecer e, com isso, ronda o patamar dos 94 mil pontos. No câmbio, o dólar à vista tem um dia de oscilações tímidas, tentando permanecer abaixo da faixa de R$ 5,10
O Ibovespa teve mais um dia de ganhos e chegou ao maior nível desde 6 de março, sustentado pelo otimismo global. O dólar à vista caiu forte, chegando a R$ 5,01 na mínima da sessão
O dólar à vista segue em queda firme e já se aproxima dos R$ 5,00, enquanto o Ibovespa sobe e busca os 93 mil pontos. Novamente, os investidores mostram-se otimistas com as perspectivas para a economia global e deixam de lado os fatores de risco
Enquanto o mundo passa por forte turbulência, os mercados estão mais calmos que nunca: o dólar teve a maior queda diária desde 2018 e o Ibovespa foi às máximas em quase três meses
O dólar à vista já aparece na faixa de R$ 5,21, chegando às mínimas desde 14 de abril. Entenda o que está acontecendo com o mercado de câmbio e o que está por trás desse alívio