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Turquia, Reino Unido, Itália, Austrália, Malásia, Cingapura, Omã, Irlanda e outros países decidiram que as aeronaves desse modelo devem ficar em terra
O acidente com o avião da Ethiopian Airlines segue causando danos à Boeing. Reguladores, empresas aéreas e governos de diversos países entraram nesta terça-feira, 12, para o grupo dos que vetaram a operação do modelo 737 MAX.
Em comunicado, a Turkish Airlines informou que a companhia manterá em terra todos seus modelos Boeing 737, até segunda ordem. O executivo-chefe da aérea, Bilal Eksi, diz que todos os voos com o modelo estão suspensos até que a incerteza sobre seu funcionamento seja esclarecida.
O governo da Itália, por sua vez, também decidiu vetar o modelo. As autoridades locais afirmaram que todas as aeronaves devem ficar em terra a partir das 21h (hora local, 1h de Brasília).
Já no Canadá, o ministro do Transportes, Marc Garneau, afirmou que o país busca mais informações sobre a causa do acidente de domingo, sem querer tomar uma medida antes disso.
Vale lembrar que o acidente deixou 157 pessoas mortas e ocorreu menos de seis meses depois que outro Boeing 737 MAX 8 caiu na Indonésia, reforçando preocupações sobre a segurança.
Autoridades aéreas em Reino Unido, Austrália, Malásia, Cingapura, Omã, Irlanda e outros países também já decidiram que as aeronaves desse modelo devem ficar em terra, por ora.
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Ontem, China e Indonésia foram os primeiros países a suspender a utilização do MAX 8.
A suspensão das operações do MAX 8 levou à ociosidade de cerca de 40% da frota da série MAX. A maioria dessas aeronaves é do próprio MAX 8. Vale lembrar que a Boeing entregou mais de 370 unidades do MAX a 47 clientes.
No pregão de hoje na bolsa norte-americana, a ação da Boeing chegou a cair mais de 3%. Ontem, nos negócios dos mercados à vista, o papel fechou em baixa de 5,3%.
*Com Estadão Conteúdo.
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