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Polícia investiga duas mortes por arma de fogo em condomínio onde caça é permitida; vítimas são ligadas à família Rantzau

Caroline von Rantzau tinha 26 anos. Ela era herdeira de uma das maiores fortunas da Alemanha. Até o início de junho, quando a jovem foi encontrada morta em seu quarto, dentro de sua propriedade em um residencial de luxo na África do Sul.
A morte de Caroline chamou a atenção das autoridades locais e da imprensa internacional não apenas por seu sobrenome tradicional, mas por um mistério que envolve um aparente assassinato ocorrido dias antes na mesma propriedade, situada em um condomínio onde a caça de animais selvagens é permitida.
Tudo começou em 31 de maio, quando Arno Koën, de 44 anos, foi encontrado morto com um ferimento de bala no peito no residencial Leeuwfontein, pertencente a seus empregadores, a família Rantzau.
Gerente financeiro da família, Arno foi descrito por pessoas próximas como um mentor e uma figura paterna para a jovem herdeira.
Com as investigações policiais se iniciando, a surpresa veio no dia seguinte, quando Caroline foi encontrada morta na mesma residência, dentro de seu próprio quarto.
O que se sabe até o momento é que, de acordo com relatórios policiais, barulhos de disparos foram escutados na propriedade pouco antes do corpo da jovem ser encontrado.
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Os investigadores acreditam que o tiro foi disparado por um rifle de caça calibre .375, arma que consta no inventário de armas do pai da jovem, de acordo com jornal New York Post.
Ainda não foram divulgados os resultados das autópsias que determinam as circunstâncias das mortes de forma mais precisa.
Com uma proximidade temporal suspeita entre os casos, a investigação continua em andamento, sem suspeitos oficiais divulgados.
Caroline era herdeira de uma fortuna transgeracional. Seu pai, Eberhart von Rantzau, é executivo da empresa centenária Deutsche Afrika-Linien (DAL), ligada ao transporte marítimo internacional.
Atualmente a DAL tem atividades voltadas principalmente ao transporte de navios-tanque de produtos químicos.
Apesar de ser herdeira de um grande patrimônio familiar, Caroline vinha tentando multiplicar sua fortuna por conta própria. Recentemente, ela teria adquirido propriedades em regiões remotas da fronteira da África do Sul com Moçambique.
A jovem também era responsável por administrar a companhia de safari estabelecida na região da residência na qual foi encontrada morta.
*Sob supervisão de Ricardo Gozzi
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