🔴 CRIPTO VOLTOU? VEJA COMO BUSCAR MULTIPLICAÇÕES DE ATÉ 214 VEZES – CLIQUE AQUI

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

SAFRA VERDE E AMARELA

Mais de 100 azeites brasileiros são premiados em concurso internacional; saiba quais são e quanto custam

Com recorde de participação, o concurso EVO IOOC Italy 2026 premiou centenas de rótulos de produtores brasileiros, da Serra da Mantiqueira ao Rio Grande do Sul

Centenas de azeites brasileiros receberam medalha de ouro em premiação na Itália
Centenas de azeites brasileiros receberam medalha de ouro em premiação na Itália - Imagem: Betul Ustun/ Pexels

Durante muito tempo, os azeites mais premiados do mundo tinham CEP conhecido. Itália, Espanha, Grécia e Portugal dominavam o setor. Mas, nos últimos anos, um novo protagonista vem ganhando espaço nas principais competições internacionais. O Brasil.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A edição de 2026 do EVO International Olive Oil Contest (EVO IOOC), um dos concursos mais respeitados da olivicultura mundial, realizada nesta sexta-feira, 26, confirmou essa mudança de cenário.

Dos 786 azeites extravirgens inscritos por produtores de 33 países, ente eles, 101 rótulos brasileiros receberam medalha de ouro e outros 30 conquistaram medalha de prata, além de diversos prêmios especiais que colocaram produtores brasileiros entre os melhores do mundo.

Como funciona a premiação?

Todos os anos, a região da Calábria, na Itália, recebe o EVO IOOC, considerado um dos concursos mais rigorosos da olivicultura mundial. Um painel de 32 especialistas de 14 países prova as amostras às cegas e avalia atributos como intensidade do frutado, equilíbrio, complexidade aromática, persistência, amargor, picância e ausência de defeitos, seguindo os protocolos do Conselho Oleícola Internacional.

Segundo a organização, neste ano, o evento registrou o maior número de inscrições e amostras já recebidas. "Esta edição representa um marco histórico para a EVO IOOC Itália", destacou a organização. "Os resultados obtidos atestam a vitalidade do setor internacional de azeite e a crescente atenção à qualidade. Os óleos selecionados e premiados este ano expressam o melhor da produção global."

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Os azeites recebem uma pontuação e, a partir dela, podem conquistar medalha de ouro (entre 84 e 100 pontos) ou medalha de prata (de 65 a 83,9 pontos). Além disso, os produtos mais bem avaliados disputam categorias especiais.

Leia Também

MIRA NO LUXO

Zara x John Galliano: conheça a nova coleção, veja os preços e saiba se ela chega ao Brasil

ALÉM DA HOSPEDAGEM

Airbnb vai permitir aluguel de carros no Brasil; veja como reservar e quem pode usar

Entre as principais categorias estão Melhor Azeite Internacional, Melhor Monovarietal, Melhor Blend (Coupage), Melhor Orgânico, Melhor do Hemisfério Norte e Melhor do Hemisfério Sul. A competição também concede o tradicional Best of Country, destinado ao azeite mais bem avaliado de cada país participante.

Os brasileiros que mais se destacaram

Entre os principais vencedores da edição está a Estância das Oliveiras, de Viamão (RS). O produtor conquistou dois dos títulos mais cobiçados da competição. O La Mamma (R$ 199) levou o prêmio de Melhor Azeite do Brasil, enquanto o monovarietal Frantoio (R$ 169) conquistou o título de Melhor Azeite Monovarietal do Hemisfério Sul, categoria que premia produtos extraído a partir de uma única variedade de azeitona. A empresa ainda alcançou medalha de ouro nos 12 azeites inscritos.

Azeites da Estância das Oliveiras receberam premiação
Os azeites La Mamma (R$ 199) levou o prêmio de Melhor Azeite do Brasil, enquanto o Frantoio (R$ 169) conquistou o título de Melhor Azeite Monovarietal do Hemisfério Sul/ Divulgação

“Um grande azeite começa muito antes de chegar ao lagar. Ele nasce no cuidado com o solo, na definição precisa do momento da colheita e em centenas de decisões técnicas. O prêmio mostra que um azeite brasileiro produzido no Rio Grande do Sul pode competir em alto nível com as regiões mais tradicionais do mundo”, declara André Sittoni Goelzer, Mestre de Lagar da Estância das Oliveiras.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Além disso, outro destaque foi a Sabiá, de Santo Antônio do Pinhal (SP), cujo azeite Coratina (R$ 131) foi escolhido como o Melhor Azeite do Hemisfério Sul, uma das distinções internacionais mais importantes da competição.

O azeite Coratina (R$ 131), da Sabiá, foi escolhido como o Melhor Azeite do Hemisfério Sul
O azeite Coratina (R$ 131), da Sabiá, foi escolhido como o Melhor Azeite do Hemisfério Sul/ Divulgação

Já a marca Colhida, produzida em Sapucaí-Mirim, na Serra da Mantiqueira, conquistou duas medalhas de ouro com seus blends Intenso (R$ 110) e Suave (R$ 110). A empresa já havia sido reconhecida na edição anterior como produtora do melhor azeite brasileiro da competição.

Azeite Colhida
Os azeites Intenso (R$ 110) e Suave (R$ 110) da Colhida receberam medalhas de ouro/ Divulgação

A lista de produtores premiados continua crescendo

Além dos vencedores dos principais títulos, dezenas de produtores brasileiros receberam medalhas de ouro e prata.

Entre os premiados estão Prosperato, Milonga, Mantikir, Costa Doce, Casa Colombi, Fazenda Resedá, Soul Mantiqueira, Oliq, Origen Trevisan, Santo Agostinho, Dona Ana, Cinque, Vulcano, Olivas Incríveis, Altoé, Verde Louro, PURO, Torrinhas e BAEOLI, entre outros.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A Serra da Mantiqueira e o Rio Grande do Sul concentram boa parte das marcas premiadas. Mas outras regiões também vêm se destacando na produção de azeites extravirgens de alta qualidade, como, por exemplo, a Chapada Diamantina, na Bahia.

Se comparado aos gigantes europeus, o Brasil ainda é um produtor recente. Grande parte dos olivais comerciais foi implantada apenas nas últimas duas décadas. A Estância das Oliveiras, por exemplo, lançou seu primeiro azeite em 2019. Enquanto isso, a Colhida, dos chefs Juan e Gabi Zan, colheu sua primeira safra em 2024.

Mesmo sendo um produtor relativamente jovem, o Brasil reúne condições que favorecem a produção de azeites de alta qualidade. O clima das regiões de altitude, a colheita precoce e o processamento das azeitonas poucas horas após a colheita ajudam a preservar aromas e sabores. Os investimentos em tecnologia completam a equação e permitem que produtores brasileiros concorram com países de tradição olivícola centenária.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Novo Corolla será inspirado em um protótipo apresentado durante a Japan Mobility Show de 2025 e chegará ao Japão em outubro 30 de setembro de 2026 - 11:30
Colagem de Ronaldo Nazario acenando e Simulação de Reserv Beach Club ao fundo 30 de setembro de 2026 - 8:16
Obra anti-brexit de Banksy vai a leilão no Reino Unido 29 de setembro de 2026 - 16:50
Daniel Vorcaro, Paulo Gonet e outras autoridades se reuniram no George Club, em Londres, para noite regada a uísque e charuto 29 de setembro de 2026 - 9:16
Spa Desert Rock, na Arábia Saudita, ganhou prêmio de melhor design de spa em 2026 28 de setembro de 2026 - 16:41
Avião da Singapore Airlines voando acima das nuvens sob céu azul. 28 de setembro de 2026 - 13:15
Herengracht, um dos canais de Amsterdã; à frente, batatas do Fabel Friet 28 de setembro de 2026 - 8:16
Várias panelas de fondue sobre mesa de madeira 26 de setembro de 2026 - 10:00
Punta Del Este, vista aérea 26 de setembro de 2026 - 8:00
Montagem ao fundo mostra símbolos de fabricantes de veículos e a bandeira da China. Em primeiro plano, um homem grisalho e de barba. Ao lado dele, a pergunta: Adeus Fiat e Volkswagen? 25 de setembro de 2026 - 12:15
Novo tênis da Gucci não é produzido na Itália 25 de setembro de 2026 - 9:16
Organic Festival acontece em setembro em Trancoso, na Bahia 25 de setembro de 2026 - 8:16

GASTRONOMIA LOCAL

Organic Festival: em Trancoso, a comida vira conversa sobre o futuro

25 de setembro de 2026 - 8:16
Marie-Berengere Chapoton, managing director do Rosewood São Paulo, e outros três executivos comentam prêmio no 50 Best Hotels 23 de setembro de 2026 - 17:40
Sorvete com azeite e flor de sal vira tendência gastronômica 23 de setembro de 2026 - 11:17
Hotel Delano 23 de setembro de 2026 - 8:16

TEMPORADA QUENTE

Miami não para: 11 novidades que estão mudando a cidade em 2026

23 de setembro de 2026 - 8:16
Plano previa transformar esquina da Av. São João com a Ipiranga em uma "Times Square paulistana" 22 de setembro de 2026 - 18:00
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar