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Da Riviera Francesa ao Palácio de Mônaco, Philippe Junot ficou conhecido mundialmente por um casamento que marcou a história da realeza europeia
Philippe Junot morreu aos 85 anos, como anunciou uma de suas filhas, Victoria, nas redes sociais. As causas não foram divulgadas. Ele passou seus últimos anos em Madri, longe dos holofotes que ocupou nas décadas finais do século passado.
Com a morte de Junot, desaparece também um personagem que já não se encontra mais no século 21: o playboy clássico, herdeiro de uma grande fortuna, frequentador assíduo da noite europeia, dono de um charme exibido sem esforço.
Philippe Junot teve investimentos, negócios e sobrenome ilustre. Mas nada disso se compara ao episódio que o eternizou: o casamento com a princesa Carolina de Mônaco.
De um lado, o “imperador da noite” da Costa Azul. Do outro, a filha de Rainier III e Grace Kelly. Carolina tinha 20 anos; Junot, 36. A diferença não era apenas etária, era de mundos, hábitos e expectativas.
O romance começou em 1977, em Paris, em uma daquelas festas glamourosas que definiram a elite europeia dos anos 1970. Isso bastou para incendiar a imprensa internacional.
Junot, até então figura conhecida apenas em alguns círculos, foi catapultado ao noticiário global.
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A cerimônia aconteceu em 28 de junho de 1978, diante de cerca de 800 convidados. Entre eles, nomes como Ava Gardner, ícone de uma Hollywood que também já não existe.
Foi um casamento de revista, literalmente. Mas durou pouco: a união terminou em anulação, dois anos depois.
Para o Palácio de Mônaco, a experiência bastou para confirmar uma suspeita antiga: Junot jamais foi considerado um “bom partido” para a primogênita.
Philippe Junot era filho de Michel Junot, que foi vice-prefeito de Paris, e de Lydia Thykjær, herdeira de uma família industrial dinamarquesa.
Também era descendente de Jean-Andoche Junot, general de Napoleão Bonaparte e duque de Abrantes, que tem o sobrenome entre os inscritos no Arco do Triunfo, em Paris.
Embora tivesse origem familiar ligada à história francesa, Junot não possuía título nobiliárquico formal.
Sua fama esteve muito mais associada ao estilo de vida e à exposição social do que à atuação profissional.
Após o divórcio de Carolina de Mônaco, ele voltou a se casar, teve filhos e seguiu nos holofotes por algum tempo. Nos últimos anos, porém, manteve uma vida relativamente reservada.
*Com informações do El País.
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