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Comunidade de Bellavista Callarú, na tríplice fronteira com o Brasil, cobra resposta do governo peruano e ameaça pedir anexação após relatar abandono, violência e falta de serviços básicos
Era 1903 quando o Brasil teve seu território expandido pela última vez. Na ocasião, o Acre — então parte da Bolívia — foi anexado por meio do Tratado de Petrópolis mediante o pagamento de 2 milhões de libras. Hoje, 123 anos depois, o país pode ganhar um novo pedaço de terra, desta vez vindo do Peru.
Localizada na região de Loreto, na tríplice fronteira entre Peru, Brasil e Colômbia, a área pertence ao povoado de Bellavista Callarú. Os moradores se ressentem do que veem como descaso do governo peruano.
Recentemente, eles chegaram a dar um ultimato ao Estado: se a situação não mudar, vão pedir para ser anexados pelo Brasil.

Segundo o povo Tikuna, que habita vastas extensões da tríplice fronteira, a região sofre com descaso do governo peruano, num cenário onde o narcotráfico e organizações criminosas avançam sob o território em meio à ausência do Estado.
A comunidade já denunciou assassinatos de lideranças, extorsões e recrutamento forçado pelo tráfico.
Para além da segurança, os moradores do local também enfrentam a falta de serviços básicos. Na área da saúde, o cenário é descrito como crítico. A unidade médica local funciona apenas com dois técnicos, sem médicos ou obstetras, o que obriga o encaminhamento de gestantes em situação de risco para Santa Rosa e, em muitos casos, para hospitais em território brasileiro.
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Recentemente, o líder local deu um ultimato ao Estado peruano, com prazo de 30 dias para autoridades responderem à queixa.
Elaborado pelo prefeito Desiderio Flores Ayambo, o documento diz que “se não houver resposta concreta, analisaremos alternativas drásticas, incluindo nos tornarmos parte do Brasil”.
O povo Tikuna também está presente no Brasil e é apontado como o maior grupo indígena do país, segundo o Censo de 2022 do IBGE — o que só reforça o argumento a favor da anexação.
Para além de segurança e de melhores condições gerais, a comunidade quer a criação do distrito de Bellavista Callarú.
Segundo os moradores, o pedido de emancipação está há mais de dois anos parado no Ministério das Relações Exteriores do Peru, apesar de a localidade cumprir os requisitos legais e ter população superior à de outros distritos criados recentemente na região.
A liderança local afirma que a demanda não atende a interesses políticos, mas se enquadra como uma medida de defesa nacional e de proteção aos direitos humanos.
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