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Golpe da maquininha, do Pix, clonagem de cartão, as opções são diversas e é preciso estar atento para a festa não virar pesadelo
O Carnaval é um dos períodos mais aguardados do calendário brasileiro — e um dos mais movimentados economicamente. Entre blocos, viagens e desfiles na Sapucaí, bares e restaurantes ficam lotados e a circulação de dinheiro aumenta de forma significativa em poucos dias.
Em 2026, a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) estima que a festa deve movimentar R$ 14,5 bilhões — uma alta de 3,8% em relação ao ano anterior, já descontada a inflação.
Com tantas transações financeiras concentradas em um curto intervalo de tempo, especialmente em ambientes informais e turísticos, o risco de golpes no Carnaval aumenta.
A combinação entre pressa, distração e grandes aglomerações cria um cenário propício para fraudes, que muitas vezes só são percebidas depois que o pagamento já aconteceu. Do Pix aos cartões por aproximação, passando por QR Codes e Wi-Fi abertos, criminosos aproveitam a falta de atenção dos foliões para agir.
Confira abaixo quais são os principais golpes aplicados no Carnaval, segundo um levantamento feito pela XP.
1 - Golpe da maquininha
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O valor digitado na maquininha é diferente do combinado. Em meio à pressa ou baixa visibilidade, o consumidor confirma o pagamento sem perceber que está sendo cobrado muito acima do preço real.
2 - Troca de cartão
O golpista observa a senha durante o pagamento e, ao devolver o cartão, entrega outro muito parecido. Com o cartão verdadeiro e a senha da vítima, ele realiza compras e saques rapidamente.
3 - Clonagem de cartão
Utilizando máquinas adulteradas ou dispositivos clandestinos, criminosos copiam os dados do cartão e os usam para compras — principalmente online — sem que a vítima perceba de imediato. A incidência aumenta em locais de grande movimento.
4 - Golpe do Pix
A vítima é induzida a transferir dinheiro para uma chave ou destinatário diferente do combinado. Isso pode ocorrer via QR Code adulterado ou informações confusas repassadas pelo fraudador. Como o Pix é instantâneo, recuperar o valor é difícil.
5 - Pagamento por aproximação sem consentimento
Em multidões, o cartão ou celular habilitado para pagamentos por aproximação pode encostar em uma maquininha sem que o dono perceba, gerando cobranças pequenas e sem senha. Muitas vezes, só aparece no extrato depois.
6 - Conexões públicas e não confiáveis
Redes Wi-Fi abertas podem ser manipuladas para capturar dados bancários, senhas e credenciais sem que o usuário note.
7 - Pontos públicos de carregamento
Estações de carregamento, como portas USB em locais públicos, podem ser adulteradas para acessar o dispositivo ou instalar softwares maliciosos que coletam dados.
Embora o risco de golpes aumente no Carnaval, medidas simples ajudam a diminuir a vulnerabilidade, segundo o relatório da XP.
Atenção redobrada toda vez que for efetuar um pagamento é fundamental: verifique o valor na tela da maquininha, observe o estado físico do equipamento e prefira maquininhas de estabelecimentos conhecidos. Não faça pagamentos correndo, com pressa, sem verificar os dados antes — seja via Pix, QR Code ou cartão de débito ou crédito.
Ajustar temporariamente os limites no banco também é uma estratégia eficaz — assim, mesmo em caso de perda, roubo ou golpe, o prejuízo potencial fica limitado.
A XP também recomenda desconfiar de links, promoções e mensagens que ofereçam vantagens exageradas, especialmente em redes sociais e aplicativos de conversa. Outra recomendação é evitar acessar bancos, corretoras e carteiras digitais em redes Wi-Fi públicas. O uso de internet móvel é o mais recomendado para qualquer situação.
Proteger o celular também é indispensável: ative uma senha forte, com biometria, autenticação em dois fatores e oculte prévias de mensagens na tela bloqueada. Ative alertas de movimentação financeira para detectar mais rapidamente qualquer atividade suspeita em sua conta e agir antes que o prejuízo aumente.
Se, mesmo com todos os cuidados possíveis uma transação suspeita ou não reconhecida acontecer, a orientação é agir imediatamente:
Avise o banco assim que notar a fraude
Use o aplicativo, central telefônica ou agência física e informe quais transações são suspeitas, se houve perda do cartão ou celular e quando percebeu o problema.
O serviço Celular Seguro, do governo federal, também pode ajudar a bloquear rapidamente o aparelho. [Conheça aqui]
Bloqueie cartões, contas e acessos
Interrompa a fraude bloqueando cartões físico e virtual, alterando senhas e revisando permissões de acesso em todos os dispositivos.
Registre um Boletim de Ocorrência
Especialmente em casos de roubo, golpes via redes sociais, invasão de conta ou transferências via Pix sem autorização. O BO formaliza o ocorrido e ajuda na contestação da transação financeira na hora de recorrer ao banco.
Guarde provas e documentos
Salve prints, extratos, comprovantes, números de protocolo, conversas, links e dados de recebedores. Esse material acelera a análise do banco e aumenta as chances de estorno.
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