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Com a mudança, o preço médio do combustível vendido pela estatal passará a ser de R$ 2,57 por litro, o que representa uma queda de R$ 0,14 por litro
Encher o tanque poderá custar menos para os motoristas a partir desta semana. A Petrobras (PETR4) anunciou que, a partir de terça-feira (27), os preços de venda da gasolina A para as distribuidoras terão uma redução de 5,2%.
Com o reajuste, o valor médio do combustível comercializado pela estatal cairá de R$ 2,71 para R$ 2,57 por litro — uma diminuição de R$ 0,14 por litro. O corte era esperado, mas, ainda assim, os preços praticados pela Petrobras estão acima da paridade internacional.
Desde dezembro de 2022, os preços da gasolina para as distribuidoras acumulam redução de R$ 0,50 por litro. Considerando a inflação do período, a queda real chega a 26,9%, de acordo com a petrolífera.
Para o diesel, a Petrobras informou que, neste momento, os preços de venda às distribuidoras serão mantidos. Desde dezembro de 2022, o combustível acumula uma redução real de 36,3%, já descontada a inflação.
O corte é decorrência da queda internacional do preço do petróleo, em um momento de maior cautela no mercado internacional. Para analistas, o Brent, preço padrão da commodity, deve ficar em torno de US$ 60 em 2026. Hoje, o valor está por volta de R$ 64.
Atualmente, o preço que a Petrobras pratica com as distribuidoras é 8% acima da paridade de importação, de acordo com dados da Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis (Abicom).
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Essa conjuntura favorece as importações do combustível, colocando maior concorrência para a Petrobras.
“Apesar da estabilidade no câmbio, os preços de referência da gasolina e, principalmente, do óleo diesel apresentaram valorização no mercado internacional no fechamento do dia útil anterior, o cenário médio de preços está acima da paridade para a gasolina e abaixo dela para o óleo diesel”, conforme avaliação da Abicom em seu site.
Para o Itaú BBA, o ajuste era amplamente esperado, embora a magnitude tenha ficado ligeiramente abaixo do projetado pelo banco.
Desde o fim de novembro, a diferença entre os preços domésticos da gasolina e o preço de paridade internacional (IPP) vinha se ampliando e permanecendo elevada. Segundo os analistas, isso levou os investidores a antecipar que uma revisão poderia ocorrer no curto prazo.
Após o ajuste, os preços domésticos devem ficar aproximadamente 5% acima do IPP, de acordo o Itaú BBA.
Com o anúncio de hoje, a inflação brasileira deve ganhar algum fôlego no grupo de transportes, já que o reajuste no preço da gasolina tende a aliviar os custos do setor.
Segundo Andréa Angelo e Lais Camargo, especialistas em inflação da Warren Investimentos, o ajuste representa uma queda aproximada de 1,54% no preço ao consumidor — o equivalente a R$ 0,09 por litro. O impacto estimado no índice de preços ao consumidor amplo (IPCA) é de -8 pontos-base.
“Vamos incorporar no IPCA-15 de fevereiro uma variação de -0,90%, no IPCA cheio -1,21% e -0,56% no IPCA-15 de março”, afirmam as analistas.
*Com informações do Money Times
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