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Embora o BC não tenha detalhado os motivos, a data da reunião indica que a medida está ligada à compra de R$ 12,2 bilhões em carteiras do Banco Master.
O Banco de Brasília pode ter perdas bilionárias envolvendo o Banco Master. Por isso, o Banco Central solicitou que o banco estatal crie uma provisão de cerca de R$ 2,6 bilhões para cobrir estas despesas ou perdas esperadas, de acordo com informações do jornal Valor Econômico. Com isso, o BRB pode registrar prejuízo no ano de 2025.
O pedido consta em termo de comparecimento enviado ao banco no dia 7 de janeiro e deve constar no balanço relativo a 31 de dezembro.
Embora o BC não tenha detalhado os motivos, a data da reunião indica que a medida está ligada à compra de R$ 12,2 bilhões em carteiras do Banco Master. O BRB afirma ter trocado cerca de R$ 10 bilhões em ativos, mas não há informações públicas sobre a qualidade dessa nova carteira.
O colunista Lauro Jardim, de O Globo, noticiou que o BC identificou insuficiência patrimonial decorrente dessas transações.
Em nota, o BRB disse que possíveis prejuízos relacionados à aquisição das carteiras do Master ainda estão em apuração pela autarquia e por auditoria independente. Caso sejam confirmados, o banco afirma que já possui plano de capital que prevê aportes via diferentes instrumentos de recomposição.
O banco também informou que estuda contratar empresa especializada para apoiar na venda dos ativos adquiridos pelo Master e negocia venda de parte de sua carteira de crédito, incluindo crédito de quase R$ 1 bilhão com garantia da União.
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O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, afirmou que a situação financeira do BRB permanece sólida. Segundo ele, o governo distrital possui mais de R$ 200 bilhões em imóveis para eventual necessidade de recursos e que as operações recentes não abalam a instituição, embora tenha afirmado não acompanhar os detalhes técnicos das transações bancárias.
O BRB registrou lucro de R$ 184,6 milhões no terceiro trimestre de 2025, queda de 34,2% em relação ao trimestre anterior, mas alta de 114,6% na comparação anual. No acumulado dos três primeiros trimestres de 2025, o resultado foi de R$ 715 milhões, crescimento de 731,5% ante 2024.
No mesmo período, as provisões de crédito atingiram R$ 584 milhões. Caso o BRB seja obrigado a provisionar os R$ 2,6 bilhões no quarto trimestre, o banco provavelmente registrará prejuízo no período. O índice de Basileia do BRB era de 13,91% no segundo trimestre, e o banco contava com R$ 1,48 bilhão em reservas de lucro.
Segundo a coluna da jornalista Malu Gaspar, também de O Globo, o diretor de fiscalização do BC, Ailton Aquino, pediu ao então presidente do banco estatal, Paulo Henrique Costa, que comprasse uma carteira de crédito fraudada do Banco Master.
Em resposta, o Banco Central diz que Aquino não recomendou esta venda. Em nota, o BC afirmou que a área de Aquino foi a responsável pela identificação de inconsistências na venda da carteira do Master ao BRB, "tendo, de imediato, promovido rigorosas investigações, que levaram à demonstração da insubsistência dos ativos integrantes de tais carteiras".
A autarquia também afirma que a área de fiscalização teve a iniciativa de comunicar essas irregularidades ao Ministério Público Federal, junto com o envio de documentos que comprovassem os ilícitos, com criteriosas análises técnicas.
O BC também diz que partiu de Aquino a iniciativa de submeter à Diretoria Colegiada do Banco Central a proposta de liquidação extrajudicial do grupo Master.
Com Money Times
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