🔴 TRÊS AÇÕES LIGADAS À IA PODEM DOBRAR NOS PRÓXIMOS MESES – CONHEÇA AQUI

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

BILIONÁRIOS ANTES DOS 25

Esses brasileiros criaram uma fintech nos EUA vendida por US$ 5,1 bilhões. Conheça a história da Brex e saiba por que o mercado torceu o nariz para o negócio

Henrique Dubugras e Pedro Franceschi fundaram a Brex em 2017, alcançaram US$ 12,3 bi em valuation em 2022 e agora venderam a fintech para a Capital One

Fundadores da Brex, Henrique Dubugras (esq.) e Pedro Franceschi (dir.)
Fundadores da Brex, Henrique Dubugras (esq.) e Pedro Franceschi (dir.) - Imagem: Divulgação/Brex

Dois jovens se conheceram pela internet, tornaram-se amigos e criaram uma startup que chegou a valer mais de US$ 12 bilhões. Parece roteiro de cinema, mas é a história real dos brasileiros Henrique Dubugras (26) e Pedro Franceschi (25).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Os dois voltaram ao centro dos holofotes nesta quinta-feira (22) com a notícia da venda da fintech Brex por US$ 5,15 bilhões para a Capital One Financial Corporation, nos Estados Unidos.

Fundada em 2017 no Vale do Silício, a Brex começou oferecendo cartões de crédito corporativos, mas rapidamente expandiu para soluções de gestão de despesas e pagamentos B2B. Em 2021, já era referência da nova geração de fintechs globais, entrando para o seleto grupo dos decacórnios — startups avaliadas em mais de US$ 10 bilhões.

A dupla dinâmica

Antes de se tornarem empresários, Henrique e Pedro se conheceram em uma discussão sobre programação no Twitter (hoje X), em 2012. Adolescentes autodidatas em codificação, não conseguiram resolver o debate em apenas 140 caracteres e migraram para uma chamada no Skype.

“No Skype não conseguíamos brigar tanto e nos tornamos melhores amigos”, relembrou Dubugras em entrevista à Forbes.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A amizade evoluiu para negócios: em 2013, fundaram no Brasil a Pagar.me, plataforma que permitia pagamentos online para vendedores. A empresa foi vendida posteriormente para a Stone, e com os recursos, os dois seguiram para Stanford, nos EUA.

Leia Também

RESULTADOS DO 3T26

Microsoft (MSFT) mostra que é possível crescer com IA gastando menos e com balanço sólido; veja números

CILADA NA BOLSA?

E agora, Nubank? Itaú BBA corta preço-alvo e alerta: o pior ainda pode estar por vir

Lá, iniciaram o curso de Ciência da Computação, mas decidiram abandonar a universidade para fundar a Brex.

Venda da Brex divide investidores

Agora, com a venda para a Capital One, o valor da transação representa menos da metade do pico de valuation da empresa, o que pode significar perdas para alguns investidores.

A venda também chama atenção por ser muito inferior ao valuation da concorrente Ramp, avaliada em US$ 32 bilhões em novembro.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ainda assim, investidores que apostaram cedo na Brex — como Ribbit Capital, Y Combinator, Kleiner Perkins, DST Global, além de nomes como Peter Thiel e Max Levchin — viram seu capital multiplicar mais de 700 vezes, segundo o TechCrunch.

O futuro sob a Capital One

Em comunicado, a Capital One afirmou que espera concluir a aquisição até meados de 2026, após o cumprimento das condições usuais de fechamento.

Pedro Franceschi seguirá como CEO da Brex, enquanto Henrique Dubugras assumirá posição no conselho de administração.

“Desde a nossa fundação, nos propusemos a construir uma empresa de pagamentos na vanguarda da revolução tecnológica”, declarou Richard D. Fairbank, fundador e CEO da Capital One. “A aquisição da Brex acelera essa jornada, especialmente no mercado de pagamentos empresariais”, completou.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

*Com informações da Forbes

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Gilson Finkelsztain, novo CEO do Santander Brasil (SANB11). 28 de outubro de 2026 - 14:32
Interior de centro de distribuição da Shopee em Franco da Rocha (SP). 28 de outubro de 2026 - 10:46
Oceanpact (OPCT3) vence ação contra Petrobras 27 de outubro de 2026 - 17:06
Fachada do Banco do Brasil (BBAS3). Divulgação 27 de outubro de 2026 - 13:09
Daniela de Castro, diretora do Bradesco Principal. 27 de outubro de 2026 - 12:03
Fachada de agência do Itaú Unibanco (ITUB4). 26 de outubro de 2026 - 9:12
Fusão de Cobasi com Petz. Montagem com dois cachorros felizes 23 de outubro de 2026 - 16:21
O CEO do Bradesco (BBDC4), Marcelo Noronha. 23 de outubro de 2026 - 11:46
Agência do Banco Bradesco (BBDC4) | Dividendos 22 de outubro de 2026 - 18:07
22 de outubro de 2026 - 17:58
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar