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A companhia se antecipou a movimento de minoritários, ocupando vagas no conselho e rejeitando pedido de assembleia feito por Rafael Ferri, que queria uma Assembleia sobre as vagas que estavam em aberto desde o fim de dezembro
A dança das cadeiras no alto escalão do Pão de Açúcar (PCAR3) segue a todo vapor. Na noite da última quarta-feira (14), a companhia informou ao mercado a eleição de Carlos Augusto Reis de Athayde Fernandes e de Eleazar de Carvalho Filho como membros do seu conselho de administração.
Os dois assumem de forma interina e a nomeação deve passar por ratificação na próxima Assembleia Geral. A dupla assume posições nas quais o investidor Rafael Ferri, acionista do GPA e que pleiteava espaço no conselho, estava de olho.
Ferri chegou a solicitar a convocação de uma assembleia geral extraordinária (AGE), em conjunto com outro acionista, Hugo Shoiti Fujisawa, com o objetivo de discutir justamente a recomposição do conselho, uma vez que essas duas cadeiras, agora ocupadas, estavam vagas após renúncias no fim de 2025.
O pedido, porém, foi rejeitado pela dona da rede de supermercados, que alegou que os solicitantes não detinham o percentual mínimo de ações, de 3%, exigido por lei para convocar uma AGE. Segundo a varejista, eles tinham cerca de 2,78% do capital social do Pão de Açúcar. Além disso, o comando da empresa alegou que as vagas já haviam sido preenchidas.
Na avaliação de um gestor ouvido pelo Seu Dinheiro, os Coelho Diniz, maiores acionistas do Pão de Açúcar, não demonstram apetite por disputas de poder na companhia e tendem a evitar movimentos como os do Ferri, especialmente após as articulações envolvendo o investidor no ano passado.
Em linhas gerais, Rafael Ferri teve uma atuação ativa e ruidosa no GPA ao longo do último ano, marcada por tentativas de ganhar espaço no conselho de administração e por disputas com outros grupos de acionistas.
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O investidor começou 2025 aumentando participação e articulando apoio entre minoritários para entrar no conselho, movimento que chegou a se concretizar em um primeiro momento. Pouco depois, porém, reduziu sua fatia no capital, o que enfraqueceu sua posição política dentro da companhia e levantou questionamentos sobre a sustentabilidade daquela influência.
Na sequência, Ferri tentou manter ou retomar uma cadeira no conselho, mas não recebeu votos suficientes para garantir espaço no colegiado.
Mesmo assim, seguiu pressionando a companhia. Este ano, pediu a convocação de uma assembleia para discutir a recomposição do conselho após renúncias.
A resposta do GPA foi dura: a empresa rejeitou o pedido, alegando falta de participação acionária mínima e informando que as vagas já haviam sido preenchidas. Na prática, o episódio marcou o arrefecimento do protagonismo de Ferri no tabuleiro de poder do GPA, em um cenário no qual os principais acionistas parecem pouco dispostos a embarcar em novas disputas internas.
Cabe lembrar que, no passado, Ferri chegou a ser condenado pela CVM por manipulação de mercado no caso da chamada "bolha do alicate", como ficou conhecida a valorização e posterior queda da empresa de utensílios domésticos Mundial.
Recentemente, o comando da empresa passou por uma série de mudanças marcantes e que mexeram fortemente com as ações da companhia.
Primeiro, a varejista anunciou um novo CEO na semana passada: Alexandre Santoro, vindo da IMC, dona das redes Frango Assado, Viena e Pizza Hut, entrou para substituir Marcelo Pimentel, que renunciou ao cargo em outubro do ano passado.
Dias depois, o CFO e diretor de relação com investidores, Sirotsky Russowsky, renunciou ao cargo, empurrando o GPA para uma queda forte na bolsa.
O CEO recém-empossado ocupa essas posições de forma interina. Russowsky liderava o processo de desalavancagem e as negociações tributárias com o fisco, e seu substituto terá que acumular funções mesmo com pouco tempo na empresa, elevando o risco de execução.
Você pode entender mais detalhes sobre isso nesta reportagem do Seu Dinheiro.
Esses movimentos são simultâneos à tomada de rédeas do controle da companhia pela família mineira Coelho Diniz, que se tornou a principal acionista do grupo no ano passado, superando a empresa francesa Segisor, que tem pouco mais de 20% do capital. A Segisor se tornou acionista após reorganização societária realizada em 2015 pela Casino, antiga controladora do Grupo Pão de Açúcar.
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