🔴 É HORA DE SAIR DA DEFENSIVA: ESTES 10 ATIVOS PODEM MULTIPLICAR ATÉ 400x EM 12 MESES – CONFIRA

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

BALANÇO

Lucro da Gerdau (GGBR4) salta para R$ 1 bilhão no 1T26, enquanto guerra já começa a pesar na conta. O que fazer com as ações agora?

Companhia entrega balanço robusto em meio a cenário global mais apertado para o aço; veja os principais destaques do resultado e o que dizem os analistas

Fachada de usina da Gerdau (GGBR4). goau4
Fachada de usina da Gerdau (GGBR4) - Imagem: Divulgação

A Gerdau (GGBR4) começou 2026 entregando lucro forte, mas com um alerta no radar: a guerra no Oriente Médio já começa a pressionar os negócios. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A maior produtora de aço do Brasil encerrou o primeiro trimestre com lucro líquido ajustado de R$ 1 bilhão, alta de 33,6% na comparação anual e de 51,2% frente ao trimestre anterior.  

Ebitda ajustado (que mede a capacidade de geração de caixa operacional do negócio) avançou 23,2% em um ano, para R$ 2,95 bilhões, com recuperação em todas as operações, enquanto a margem Ebitda ajustada subiu 3,9 pontos percentuais, a 17,7%. 

Outro ponto de destaque foi a geração de caixa. Embora o primeiro trimestre costume ser mais fraco para o fluxo de caixa livre (FCF), refletindo uma sazonalidade de volumes mais suave e maior consumo de capital de giro, a Gerdau entregou um indicador positivo em R$ 16 milhões no trimestre, revertendo a queima de R$ 1,2 bilhão um ano antes. 

Já a receita líquida recuou 3,8% na comparação anual, para R$ 16,7 bilhões. Segundo a Gerdau, a queda reflete uma combinação de volumes menores e preços ainda pressionados, tanto no mercado doméstico quanto nas exportações. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O custo da guerra para a Gerdau (GGBR4) 

E é nesse ponto que entra o pano de fundo global. “A dinâmica de oferta permaneceu desafiadora, com elevada penetração de aço importado e novas capacidades de produção locais, o que continuou limitando a recuperação dos níveis de preço”, afirmou a Gerdau. 

Leia Também

PROVENTOS

Dividendos e JCP: Dona da Vivo (VIVT3) vai pagar R$ 500 milhões aos acionistas; confira os prazos

SETE CHAVES?

O segredo da Vale (VALE3) não está mais tão bem guardado assim — e já aparece no preço da ação

Segundo a companhia, o trimestre foi marcado por um ambiente mais turbulento, com tensões geopolíticas afetando diretamente o setor. 

“O primeiro trimestre transcorreu em um cenário global volátil e desafiador, marcado por tensões geopolíticas que impactaram os mercados de commodities e as cadeias globais de suprimentos”, disse a empresa. 

Na prática, a guerra no Oriente Médio intensificou pressões já existentes — como inflação e gargalos logísticos — e acabou reforçando um ambiente menos favorável para preços e volumes. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Em meio a esse cenário, as vendas totais da Gerdau somaram 1,32 milhão de toneladas entre janeiro e março, queda de 9,5% em relação ao trimestre anterior e de 7,5% na comparação anual. 

A companhia atribui o desempenho a uma sazonalidade mais intensa no início do ano, somada a uma demanda global ainda enfraquecida — cenário que afetou tanto o mercado interno quanto as exportações. 

Entre os segmentos, os aços planos foram os mais pressionados. As vendas recuaram quase 18% na base anual e 22% na comparação trimestral, refletindo a menor demanda doméstica e, principalmente, o avanço das importações. 

No Brasil, o ambiente competitivo também continuou apertado para a Gerdau. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“Além de uma sazonalidade maior do que a tipicamente apresentada no início do ano, níveis elevados de importações — especialmente de aços planos — afetaram os volumes de vendas no mercado interno e mantiveram os preços ainda sob pressão”, disse a empresa. 

Segundo o Instituto Aço Brasil (IABr), o primeiro trimestre foi novamente marcado por níveis recordes de importação. Em fevereiro, a penetração de aço importado no segmento de planos chegou a 34%, o maior patamar da série histórica, encerrando o período com média de 28,5%. 

Operação nos EUA na contramão 

Se o ambiente doméstico segue pressionado, a operação da Gerdau na América do Norte continua funcionando como um contrapeso relevante. 

No primeiro trimestre, o lucro bruto na região quase dobrou em relação ao ano anterior, com alta de 93%, para R$ 1,9 bilhão. A receita líquida avançou 6,6% na mesma base, somando R$ 9,3 bilhões. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A produção de aço bruto cresceu 8,4% na comparação anual, impulsionada pela retomada dos níveis de atividade e pela resiliência da demanda por aços longos nos Estados Unidos. 

As vendas também vieram mais fortes, com alta de 3,8% frente ao primeiro trimestre de 2025, beneficiadas pela recomposição de estoques e pela retomada típica após o período sazonal de fim de ano. 

“O crescimento no trimestre foi impulsionado pelo aumento da carteira de pedidos nos segmentos de construção não residencial e energia renovável, além da maior demanda do canal de distribuição”, afirmou a companhia. 

O que fazer com as ações da Gerdau (GGBR4) agora? 

Na leitura do BTG Pactual, a Gerdau (GGBR4) entregou um conjunto de resultados sólido — com uma surpresa positiva vindo justamente de onde havia mais incerteza: o Brasil. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Segundo os analistas, as margens domésticas vieram “melhores do que o temido”, refletindo os avanços contínuos em eficiência, com redução de custos e ganhos de produtividade. Já as operações nos Estados Unidos mantiveram o desempenho robusto, como já era esperado. 

“Embora permaneçamos cautelosos quanto ao ritmo de recuperação no Brasil, o forte desempenho dos EUA continua a justificar nossa preferência pelo nome em relação aos pares brasileiros”, acrescentaram. 

Nas palavras do BTG, a Gerdau é “a história mais limpa em um setor confuso” na América Latina — vista como a siderúrgica de maior qualidade da região, com a exposição aos EUA funcionando como um diferencial competitivo relevante. 

O ponto de atenção está no valuation. Para o banco, boa parte desse cenário mais favorável já parece incorporada nos preços, o que limita o potencial de valorização no curto prazo e sustenta a recomendação neutra para GGBR4. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Por sua vez, a XP Investimentos avalia que os resultados reforçaram uma tese já conhecida: a operação na América do Norte segue sustentando o desempenho consolidado da Gerdau — e deve continuar sendo o principal vetor de melhora ao longo do segundo trimestre. 

“Embora o cenário no Brasil permaneça pressionado, vemos o bom desempenho de custos como um sinal positivo à frente, especialmente considerando os recentes aumentos de preços no mercado doméstico”, afirmou a corretora. 

A XP manteve uma visão construtiva para GGBR4, que segue como a principal escolha dos analistas no setor de mineração e siderurgia, sustentada por uma geração resiliente de fluxo de caixa livre ao longo de 2026 e 2027. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Montagem ilustrativa mostra Cleusa Maria segurando um bolo em primeiro plano, diante do interior de uma loja da Sodiê Doces. Ao fundo são vistos vitrines de doces, mesas, cadeiras, decoração com balões e a identidade visual da marca. A composição foi criada digitalmente e não corresponde a uma fotografia única de uma situação real. 14 de setembro de 2026 - 7:07
Logo do Banco BRB 13 de setembro de 2026 - 15:44
Usiminas (USIM5), Vale (VALE3), CSN (CSNA3) e CSN Mineração (CMIN3) 11 de setembro de 2026 - 14:15
11 de setembro de 2026 - 11:40
David Vélez, fundador e CEO do Nubank, durante evento de lançamento em Miami. 10 de setembro de 2026 - 13:41
Logo da BB Seguridade (BBSE3) 10 de setembro de 2026 - 11:33
Imagem mostra um panda comendo um bambu em zoológico 10 de setembro de 2026 - 10:52
ID da foto:1307414278 9 de setembro de 2026 - 17:57
9 de setembro de 2026 - 15:48
Fachada do Banco do Brasil (BBAS3). 9 de setembro de 2026 - 14:27
SLC Agrícola 9 de setembro de 2026 - 11:17
Fachada do Banco Inter. 9 de setembro de 2026 - 9:39
Montagem com a logo da enjoei e uma arara de roupas ao fundo em tons de rosa 8 de setembro de 2026 - 20:04
Logo da Tenda em fundo vermelho e letras brancas 8 de setembro de 2026 - 19:15
ações bancos banco do brasil bbas3 bradesco bbdc4 itaú itub4 santander sanb11 8 de setembro de 2026 - 18:24
Fachada do Banco Inter. 8 de setembro de 2026 - 16:23
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar