Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
Camille Lima

Camille Lima

Jornalista formada pela Universidade Municipal de São Caetano do Sul (USCS), em 2025 foi eleita como uma das 50 jornalistas mais admiradas da imprensa de Economia, Negócios e Finanças do Brasil. Já passou pela redação do TradeMap. Hoje, é repórter de bancos e empresas no Seu Dinheiro. A cobertura atual é majoritariamente centrada no setor financeiro (bancos, instituições financeiras e gestoras), em companhias maiores listadas na B3 e no mercado de ações.

PRÉVIA DOS BALANÇOS

Itaú (ITUB4) vai ser o grande destaque da safra do 1T26 ou o Bradesco (BBDC4) encosta? O que esperar dos balanços dos bancos

Inadimplência, provisões e pressão no lucro devem dominar os balanços do 1T26; veja o que esperar dos resultados dos grandes bancos

Camille Lima
Camille Lima
27 de abril de 2026
6:11 - atualizado às 15:51
Imagem criada por inteligência artificial para ilustrar a temporada de balanços de bancos Itaú (ITUB4), Bradesco (BBDC4), Santander Brasil (SANB11) e Banco do Brasil (BBAS3).
Imagem criada por inteligência artificial para ilustrar a temporada de balanços de bancos Itaú (ITUB4), Bradesco (BBDC4), Santander Brasil (SANB11) e Banco do Brasil (BBAS3). - Imagem: Dall-E/ChatGPT

A primeira safra de resultados de bancos de 2026 está prestes a começar — e já traz um aviso ao investidor: desta vez, não é só sobre quem cresce mais; é também sobre quem erra menos. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Depois de um fim de ano mais benigno, o primeiro trimestre de 2026 (1T26) deve recolocar o foco onde realmente dói em ciclos de crédito: inadimplência, provisões e disciplina na concessão.  

Quem dá a largada é o Santander Brasil (SANB11), que divulga seus números na quarta-feira (29), antes da abertura do mercado. 

Entenda o que esperar para cada um dos grandes bancos e quais serão os desafios impostos pelo cenário macro. 

Confira o calendário de balanços dos bancos no 1T26:

NomeTickerDataHorário de divulgação
Santander Brasil  SANB11  29/04/2026    Antes da abertura  
Itaú Unibanco  ITUB4  05/05/2026  Após o fechamento  
Banco Bradesco  BBDC4  06/05/2026  Após o fechamento  
Banco BTG Pactual  BPAC11  12/05/2026  Antes da abertura  
Banco do Brasil  BBAS3  13/05/2026  Após o fechamento  
Fonte: Site de RI das empresas.  

O que esperar dos bancos no 1T26?  

Na visão do JP Morgan, o tema central desta temporada de resultados de bancos será a qualidade dos ativos de crédito.  

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A expectativa é de deterioração dos índices de inadimplência logo no início do ano, especialmente nas carteiras de pessoas físicas — um movimento típico do primeiro trimestre, mas que ganha peso em um ambiente macro mais apertado. 

Leia Também

A dúvida que paira sobre o setor é: trata-se apenas de um efeito sazonal ou do início de uma tendência mais persistente para o setor? 

“Essa discussão é relevante porque impacta não apenas provisões, mas também o apetite de risco dos bancos para crescimento”, avalia o banco norte-americano. 

O Safra segue na mesma linha e vê a pressão atingindo tanto pessoas físicas quanto empresas, com destaque para o segmento rural e empresas específicas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O pano de fundo, segundo os analistas, é menos favorável do que no fim de 2025. Desta vez, a sazonalidade da margem financeira líquida (NII) não deve ser suficiente para compensar o aumento do custo do risco. 

“Para o investidor, isso significa um trimestre em que a leitura dos balanços tende a depender menos da expansão das receitas e mais da capacidade de cada banco em absorver o avanço das provisões sem comprometer excessivamente a rentabilidade”, diz o Safra. 

O banco ainda recomenda ao investidor observar três variáveis centrais ao longo da temporada de balanços, para além dos lucros ou da expansão da carteira de crédito:  

  1. A evolução da inadimplência; 
  1. O comportamento do custo do risco; e  
  1. A capacidade de sustentar retorno sobre o patrimônio em meio à piora do ciclo de crédito. 

Para o Bank of America (BofA), os bancos devem entregar resultados “pouco inspiradores”, pressionados por menos dias úteis, menor atividade e um ambiente macro mais incerto — agravado pelas tensões geopolíticas. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A combinação de receitas mais fracas e maior custo de risco tende a pesar sobre o lucro líquido, com a deterioração do crédito se espalhando além do agronegócio, segundo os analistas. 

Como os bancos devem performar no 1T26? Veja as projeções:  

EmpresaProjeções - Lucro líquido - BloombergProjeções - Rentabilidade (ROE) - Média Seu Dinheiro
Santander Brasil (SANB11)  R$ 4,072 bilhões  16,6%  
Itaú Unibanco (ITUB4)  R$ 12,452 bilhões  24,4%   
Banco Bradesco (BBDC4)  R$ 6,652 bilhões  15,4%  
Banco BTG Pactual (BPAC11)  R$ 4,583 bilhões  25,2%  
Banco do Brasil (BBAS3)  R$ 4,107 bilhões  7,3%  
Fonte: Consenso Bloomberg e média das projeções compiladas pelo Seu Dinheiro.  

Santander Brasil (SANB11) abre a temporada do 1T26 sob pressão 

  • Data de divulgação do balanço: 29 de abril - antes da abertura 
  • Lucro líquido ajustado projetado: R$ 4,072 bilhões (+5,5% a/a) 
  • Rentabilidade (ROE) prevista: 16,6% 

No caso do Santander Brasil (SANB11), a expectativa é de um trimestre mais fraco, ainda que dentro do esperado. 

A XP Investimentos projeta um crescimento mais seletivo da carteira, especialmente em segmentos de maior risco, como cartões de baixa renda, agronegócio e pequenas e médias empresas. Além disso, a valorização cambial deve pesar na comparação anual. 

Para 2026, no entanto, a XP avalia que o banco tem capacidade de melhorar a originação e entregar um crescimento na faixa de “um dígito médio”. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Por sua vez, o UBS BB vê lucros praticamente estáveis no Santander, pressionados por maior carga tributária e margens com clientes mais fracas.  

Já o BofA espera um crescimento tímido, reflexo das políticas mais conservadoras de concessão de crédito e um trimestre sazonalmente fraco, o que deve resultar em uma leve queda na rentabilidade na comparação trimestral. 

Itaú Unibanco (ITUB4) na liderança 

  • Data de divulgação do balanço: 05 de maio - depois do fechamento  
  • Lucro líquido ajustado projetado: R$ 12,452 bilhões (+14,3% a/a)  
  • Rentabilidade (ROE) prevista: 24,4% 

Embora o trimestre tenda a ser mais difícil para o setor, o Itaú Unibanco (ITUB4) ainda aparece como o mais resiliente entre os grandes bancos. 

A XP descreve o período como “mais fraco, porém benigno”, sem mudança na trajetória de médio prazo. O lucro deve ter uma leve contração na comparação trimestral, mas ainda crescer na base anual, segundo as projeções dos analistas. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O UBS BB também avalia que uma leve queda sequencial do lucro do Itaú é uma possibilidade, devido ao pagamento farto de dividendos no último trimestre, na ordem de R$ 20 bilhões. 

Desde o primeiro trimestre de 2020, os lucros do Itaú caíram sequencialmente apenas uma vez, no quarto trimestre de 2022, impactado pelas provisões relacionadas à Americanas. 

Do lado da rentabilidade, a XP espera que o ROE permaneça “resiliente, beneficiado pelo menor patrimônio líquido após o pagamento de dividendos, apesar do resultado trimestral mais fraco”. 

Mesmo com alguma pressão em crédito — especialmente em cartões e rotativo —, o banco segue sustentado por linhas mais seguras, como crédito imobiliário, consignado e PMEs com garantias. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Bradesco (BBDC4) tenta manter recuperação no 1T26 

  • Data de divulgação do balanço: 06 de maio - depois do fechamento  
  • Lucro líquido ajustado projetado: R$ 6,652 bilhões (+13,4% a/a)  
  • Rentabilidade (ROE) prevista: 15,4% 

Já o Bradesco (BBDC4) pode ser um dos grandes destaques positivos da temporada, na visão da XP. A expectativa é de mais um trimestre de recuperação gradual, marcando o nono avanço consecutivo nos lucros.  

Os analistas preveem que o caminho à frente pode ser mais tortuoso, “marcado por menos ganhos fáceis, competição mais intensa e investimentos contínuos em tecnologia em um ambiente macroeconômico mais desafiador”, diz a XP. 

O UBS BB aposta que o foco do 1T26 estará em dois pontos principais:  

  1. O acordo da BradSaúde no capital do banco; e
  1. A capacidade de o Bradesco entregar resultados em linha com o consenso de mercado, que segue acima do ponto médio do guidance estipulado pelo próprio banco. 

“Caso o banco entregue o desempenho que esperamos para o 1T26, a tendência de revisões negativas de lucros pelo consenso pode cessar”, avaliam os analistas. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Já o BTG Pactual reforça a previsão de que o crescimento da carteira de crédito deve desacelerar. “Vemos o Bradesco mantendo boa tração comercial e um apetite ao risco moderado, dado o pano de fundo macroeconômico.” 

O 1T26 do BTG Pactual (BPAC11) 

  • Data de divulgação do balanço: 12 de maio - antes da abertura  
  • Lucro líquido ajustado projetado: R$ 4,583 bilhões (+36,1% a/a)  
  • Rentabilidade (ROE) prevista: 25,2% 

E por falar no BTG Pactual (BPAC11), a expectativa é que o banco deve apresentar um “bom trimestre, mas menos empolgante”, segundo o JP Morgan.  

O UBS BB vai na mesma linha. Para os analistas, a mudança significativa nas condições macroeconômicas após o início do conflito no Irã provocou uma elevação relevante na curva de juros, o que deve adicionar alguma pressão sobre os resultados. 

A volatilidade dos mercados tende a afetar áreas como Investment Banking e Sales & Trading, embora o crédito siga como suporte. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Os analistas do BofA preveem que o crédito corporativo e ao consumidor deve continuar a ter um sólido crescimento, com a qualidade dos ativos permanecendo bem controlada. 

Banco do Brasil (BBAS3) sem sinal de alívio no curto prazo 

  • Data de divulgação do balanço: 13 de maio - depois do fechamento  
  • Lucro líquido ajustado projetado: R$ 4,107 bilhões (-44,3% a/a)  
  • Rentabilidade (ROE) prevista: 7,3% 

Banco do Brasil (BBAS3) entra novamente nesta temporada como o nome mais pressionado entre os grandes bancos.  

A expectativa é de mais um trimestre difícil, sem sinais claros de inflexão no curto prazo, como antecipou a administração do banco recentemente. 

Segundo o JP Morgan, as provisões para devedores duvidosos devem voltar a subir, puxadas pelo agronegócio e por casos de inadimplência na carteira corporativa.  

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O Bank of America reforça a preocupação e não descarta resultados abaixo do esperado, diante da deterioração contínua do crédito rural. 

Do lado da carteira, o cenário também não ajuda: o crescimento deve ficar em um dígito baixo, limitado pela estagnação das linhas rural e corporativa. O crédito ao consumidor, via consignado privado, aparece como um dos poucos pontos de suporte. 

O alívio, se vier, deve ficar para depois. A expectativa da XP é que a pressão sobre provisões comece a diminuir apenas no segundo semestre, com a evolução das novas safras.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
A CERVEJA ESQUENTOU

Nem a Copa do Mundo salva a Ambev (ABEV3): Safra rebaixa ação e aumenta preço-alvo

24 de abril de 2026 - 16:15

Banco eleva preço-alvo de ABEV3 para R$ 16, mas avalia que mercado ignora pressão de margens e já precifica cenário positivo

VALE A PENA?

Brava (BRAV3) pode ter novo dono: colombiana compra 26% da junior oil e propõe OPA; o que muda para o investidor?

24 de abril de 2026 - 9:54

A estatal colombiana pretende, ainda, lançar uma OPA (oferta pública de ações) para comprar mais 25% das ações, com preço de R$ 23, prêmio de 27,8%

O ÚLTIMO A SAIR...

Sem CEO e sem CFO? Alliança Saúde (AALR3) vive onda de renúncias no comando; presidente sai após menos de um ano no cargo

24 de abril de 2026 - 9:26

Renúncia de Ricardo Sartim amplia incertezas enquanto empresa negocia dívidas e tenta reorganizar o caixa

SINAL AMARELO

Adeus, compra: JP Morgan rebaixa Klabin (KLBN11) e elege única favorita em papel e celulose; veja qual

23 de abril de 2026 - 19:45

Banco vê falta de gatilhos para a Klabin no curto prazo e cenário mais desafiador para a fibra longa e reforça aposta em concorrente

PONTO DE VIRADA

Depois de cortar 80% da dívida, Ocyan mira novos contratos da Petrobras (PETR4); estratégia pode até gerar dividendos

23 de abril de 2026 - 16:32

Ocyan entra em nova fase após reestruturação, com foco em contratos da Petrobras e crescimento sustentável no setor de óleo e gás

PRESSÃO MADE IN CHINA

Localiza (RENT3) sofre com invasão de carros chineses, mas há esperanças; ação pode subir até 25%, segundo o BTG

23 de abril de 2026 - 16:03

O banco mantém a recomendação de compra para a ação, além de ser a ação preferida do setor — ela é negociada a 13 vezes o preço da ação sobre o lucro estimado

O ‘PLANO GALÁXIA’

‘Não vai ser fácil’: o recado da CEO do Banco do Brasil (BBAS3) sobre 2026 — e o que vem depois da crise

23 de abril de 2026 - 14:25

Após forte pressão nos balanços, o BB reformula a estratégia de crédito rural — e quer destravar crescimento em um mercado ainda pouco explorado; veja o que dizem os executivos

O CONTRA-ATAQUE DO BB

O “novo Banco do Brasil” (BBAS3): como o banco tenta virar a página da inadimplência no agro — e saltar no crédito privado

23 de abril de 2026 - 12:34

Após forte pressão nos balanços, o BB reformula a estratégia de crédito rural — e quer destravar crescimento em um mercado ainda pouco explorado; veja o que dizem os executivos

EM RECUPERAÇÃO

Indefinido: veja o que a Raízen (RAIZ4) disse à CVM sobre as negociações com credores

23 de abril de 2026 - 10:31

Entre as propostas apresentadas também estaria a saída de Rubens Ometto, fundador da controladora Cosan (CSAN3), da presidência do conselho da Raízen

OI SOLUÇÕES

Última joia da coroa? Oi (OIBR3) coloca ativo bilionário à venda e movimenta gigantes das telecom; veja detalhes

23 de abril de 2026 - 10:01

Unidade de tecnologia e conectividade da Oi pode valer até R$ 1,6 bilhão, atrai interesse de grandes teles e marca nova etapa na reestruturação da companhia, que ainda prepara a venda de outros ativos bilionários

NÚMEROS INCERTOS

Investidores no escuro? Veja por que a Oncoclínicas (ONCO3) descontinuou a divulgação das projeções de lucro e Ebitda

23 de abril de 2026 - 9:33

A decisão tem em vista fatores macroeconômicos que o setor de saúde vem enfrentando ao longo dos últimos anos, associado ao desempenho financeiro da companhia

REORGANIZANDO A CASA

Após saída de Tanure, Light S.A. (LIGT3) troca CEO em subsidiária e nomeia novo diretor de RI

22 de abril de 2026 - 19:46

A mudança acontece em meio a uma sequência de ajustes na governança da elétrica, que tenta se reequilibrar após a recuperação judicial da controladora

PROVA DE RESISTÊNCIA

O grande teste das incorporadoras: quem aguenta mais um ano de crédito caro no setor? Itaú BBA responde

22 de abril de 2026 - 18:32

Ambiente mais restritivo favorece empresas com balanços mais sólidos e expõe incorporadoras mais alavancadas

DE PATINHO FEIO A PROTAGONISTA

Após apanhar na bolsa, distribuidoras de energia podem dar a volta por cima. XP diz o que você deve colocar na carteira

22 de abril de 2026 - 18:05

Depois da compressão de retornos e desempenho abaixo do mercado, setor pode se beneficiar de agenda regulatória e queda da Selic

ENTENDA

A estreia deste banco na bolsa foi um balde de água fria, mas o futuro pode guardar alta de 80%, segundo o BTG

22 de abril de 2026 - 17:06

Após a estreia na bolsa, Agibank acumula queda superior a 30%; apesar da revisão para baixo nas projeções, analistas ainda veem potencial de alta, em meio a pressões externas e impactos no crédito consignado

LUZ NO FIM DO TÚNEL?

Gestora resgatou o BRB: conheça a Quadra Capital, que comprou R$ 15 bilhões em ativos do Banco Master

22 de abril de 2026 - 16:32

A operação inclui participações societárias em empresas listadas, como Oncoclínicas e Ambipar

HORA DE ABANDONAR OS PAPÉIS

Ação da Braskem (BRKM5) ainda pode cair pela metade: Bradesco BBI faz alerta para ‘situação insustentável’

22 de abril de 2026 - 15:11

Banco projeta queima de caixa bilionária e alerta para risco na estrutura de capital mesmo com melhora dos spreads petroquímicos

VAREJO FARMACÊUTICO

A virada da Pague Menos (PGMN3): o que está por trás da recomendação de compra do BTG Pactual

22 de abril de 2026 - 14:31

Banco vê espaço para crescimento consistente, ganho de produtividade e impacto relevante dos medicamentos GLP-1

NOVA ESTRUTURA

Sai um, entram dois: Azzas 2154 (AZZA3) reorganiza a casa após baixas no alto escalão; veja como fica agora

22 de abril de 2026 - 13:01

Após saída de executivo-chave e sequência de baixas no alto escalão, companhia reestrutura área de Fashion & Lifestyle e retoma divisão entre masculino e feminino

COSTURANDO UM APORTE

Energisa (ENGI11) anuncia acordo de R$ 1,4 bilhão com Itaú (ITUB4) — e banco entra como sócio em divisão estratégica

22 de abril de 2026 - 11:00

Entrada do Itaú via Denerge dá exposição indireta a distribuidoras e reforça estrutura de capital da elétrica

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar
Jul.ia
Jul.ia
Jul.ia

Olá, Eu sou a Jul.ia, Posso te ajudar com seu IR 2026?

FAÇA SUA PERGUNTA
Dúvidas sobre IR 2026?
FAÇA SUA PERGUNTA
Jul.ia
Jul.ia