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Giovanna Figueredo

Giovanna Figueredo

Repórter do Seu Dinheiro com cobertura focada em mercado imobiliário, pequenas e médias empresas e temas ESG. Formada em Jornalismo pela Universidade de São Paulo (ECA‑USP).

SUSTENTABILIDADE NA BOLSA

Investimento em ESG: C&A (CEAB3) e Allos (ALOS3) entram nas ações sustentáveis recomendadas pelo BTG em fevereiro

As empresas substituíram os papéis da Cyrela (CYRE3) e Rede D’Or (RDOR3)

Giovanna Figueredo
Giovanna Figueredo
19 de fevereiro de 2026
15:40 - atualizado às 15:12
esg
Imagem: Grok/ Seu Dinheiro

Os analistas do BTG Pactual atualizaram a carteira mensal de ESG com as recomendações de fevereiro. As novidades da carteira nessa edição são as ações da Allos (ALOS3) e C&A (CEAB3), que substituíram os papéis da Cyrela (CYRE3) e Rede D’Or (RDOR3).

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Na visão dos analistas, a Allos adiciona defensividade ao portfólio e pode se beneficiar de um ambiente de queda de juros.

No caso da varejista C&A, o destaque é o valuation de 7,5x preço sobre lucro (P/L) para 2026, além do foco em eficiência operacional.

As 10 ações ESG recomendadas pelo BTG em fevereiro são:

EmpresaTickerPotencial de valorização*
AllosALOS326,1%
Axia EnergiaAXIA34,1%
CopelCPLE32,3%
C&ACEAB346,5%
EquatorialEQTL329,7%
ItaúITUB44,2%
LocalizaRENT37,2%
NubankROXO3430,8%
Raia DrogasilRADL3-
SaneparSAPR11-
*Com base no relatório publicado em 19/02/2026. Fonte: BTG Pactual

Segundo o banco, o portfólio ESG superou o benchmark S&P/B3 nos 30 últimos dias — com valorização de 13,1% contra 10,1%. Isso significa que as ações selecionadas tiveram um desempenho maior que o índice usado como referência da carteira.

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Confira, a seguir, os critérios de recomendação de cada ativo.

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BTG recomenda 10 ações ESG para investir no mês

Allos (ALOS3)

Além do perfil defensivo e da exposição a um cenário de queda de juros, o BTG destaca as perspectivas de distribuição de dividendos em 2026, divulgada recentemente pela Allos.

A estimativa é de um rendimento de dividendos de 11% no ano, o que “torna a tese de investimento mais atrativa à medida que a estratégia migra de crescimento para geração de valor”, explicam os analistas no relatório.

  • ESG: a estratégia de sustentabilidade da Allos tem foco em promover diversidade, equidade e inclusão. No quesito ambiental, destacam-se o uso de energia renovável, gestão de resíduos, práticas de economia circular e uso responsável da água. A companhia também conta com um plano de transição climática.

Axia Energia (AXIA3)

A Axia se destaca como a principal beneficiária do atual cenário de preços de energia mais elevados.

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Os analistas também defendem que a companhia pode se tornar uma relevante geradora de caixa e pagadora de dividendos nos próximos 5,5 anos devido à combinação de disciplina de capital e preços fortes:

“Mesmo após a sólida performance recente das ações, ainda vemos espaço para um desempenho positivo”.

  • ESG: a empresa tem como meta zerar emissões de gases de efeito estufa até 2030 e investe em projetos ambientais voltados à restauração de cursos d’água, à melhoria da geração de energia e da navegação em importantes bacias hidrográficas. Também mantém padrões elevados de conformidade, transparência e iniciativas ligadas à diversidade, equidade e inclusão.

Copel (CPLE3)

A empresa concluiu a migração para o Novo Mercado em dezembro de 2025, o que melhora a liquidez das ações e aumenta a atratividade para investidores estrangeiros.

Além disso, o Leilão de Capacidade previsto para março pode funcionar como um catalisador positivo de curto prazo para as ações da Copel.

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O BTG também explica que a companhia se beneficia dos preços de energia mais elevados e apresenta uma TIR real de 7,5%, superior a outros nomes pagadores de dividendos cobertos pelos analistas do banco.

  • ESG: em 2024, a Copel atingiu a marca de produzir 100% de sua energia a partir de fontes renováveis. A empresa também avança na descarbonização da frota e investe em segurança e treinamento de funcionários. Após a privatização, passou a adotar padrões mais elevados de governança corporativa.

C&A (CEAB3)

A C&A vem intensificando o foco em eficiência operacional, especialmente em vendas por metro quadrado.

Os analistas destacam o programa Energia C&A, que já capturou parte dos ganhos esperados, com melhorias adicionais previstas para 2026 e mais de 50 iniciativas em andamento.

A companhia usa mecanismos de precificação dinâmica para preservar competitividade, ao mesmo tempo em que implementa aumentos seletivos de preços.

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  • ESG: a empresa busca ampliar o uso de materiais sustentáveis e trabalha para reduzir impactos ambientais por meio de melhor gestão de água, resíduos e energia, menor emissão de CO₂ e uso de energia renovável, assegurando também condições de trabalho seguras. Além disso, capacita a equipe para incentivar consumidores a adotarem escolhas mais responsáveis em moda.

Equatorial (EQTL3)

Na visão dos analistas, a Equatorial segue como uma excelente tese de carrego, negociando com uma TIR real de 9,7%. Eles argumentam que a empresa também oferece contratos de longa duração, proteção contra inflação e baixa sensibilidade a uma desaceleração econômica.

  • ESG: os pilares incluem descarbonização das operações, gestão eficiente de recursos naturais, restauração de ecossistemas, cuidado com colaboradores e comunidades, inovação, integridade e fortalecimento da governança.

Itaú (ITUB4)

Embora já tenha valorizado mais de 20% em 2026, o Itaú segue como o favorito do BTG entre os grandes bancos.

Os analistas destacam que a instituição financeira está bem-posicionada para proteger a rentabilidade em um cenário mais volátil e ainda assim entregar retornos robustos, além de ter capacidade de acelerar crescimento e ganhar participação de mercado.

  • ESG: o banco tem metas de redução de emissões de carbono até 2030 e neutralidade climática em 2050, além de iniciativas voltadas à transparência no relacionamento com clientes, melhoria do NPS e educação financeira.

Localiza (RENT3)

A Localiza é considerada pelo banco um dos nomes mais bem posicionados para se beneficiar de um ambiente de juros mais baixos, dada a maior sensibilidade e perfil intensivo em capital.

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A empresa também apresenta tendências positivas nos três principais segmentos —aluguel de veículos, gestão de frotas e venda de seminovos.

  • ESG: a governança corporativa é um dos pontos fortes, em que a empresa oferece um bom relacionamento com clientes e funcionários. No aspecto ambiental, destacam-se práticas como lavagem de carros sem água, frota majoritariamente flex e maior uso de energia renovável.

Nubank (ROXO34)

As ações do Nubank recuaram desde o início do ano — fazendo com que os analistas passassem a gostar ainda mais do papel.

A retomada do crescimento, impulsionada pela expansão do crédito e inadimplência ainda saudável, sustenta uma visão construtiva para margens financeiras ajustadas ao risco.

Além disso, o BTG destaca que o valuation do “roxinho” ainda é bastante atrativo.

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  • ESG: a estratégia do Nubank é fortemente focada no pilar social, com iniciativas em inclusão financeira, experiência do cliente, inovação, atração e retenção de talentos e políticas de diversidade e inclusão.

Raia Drogasil (RADL3)

A RD é considerada uma das histórias mais bem-sucedidas dos últimos 20 anos entre os varejistas brasileiros e tem chamado a atenção tanto de investidores estrangeiros quanto do mercado doméstico.

A companhia vem apresentando desempenho consistente nos últimos dois trimestres, reforçando uma tese de crescimento de longo prazo.

O BTG projeta um crescimento anual composto do lucro por ação (LPA) de 25% entre 2025 e 2030, sustentando o preço sobre lucro (P/L) de 24x em 2026, maior que o dos pares.

  • ESG: a empresa prioriza a ampliação do acesso à saúde, o incentivo a hábitos mais saudáveis, diversidade, inclusão e desenvolvimento profissional, além da redução do impacto ambiental. A companhia estabeleceu metas claras relacionadas à expansão da plataforma de saúde, uso de energia renovável, redução de emissões e desenvolvimento de talentos.

Sanepar (SAPR11)

Os analistas enxergam um valuation atrativo para a Sanepar, que é negociada a 8,4x preço sobre lucro (P/L) para 2026, ainda mais quando considerado que a companhia opera abaixo do potencial regulatório.

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O principal “gatilho” para a ação em 2026 é a corrida eleitoral, já que a eleição para governador pode aumentar as expectativas de maior eficiência ou privatização, ambos cenários com bom potencial lucrativo.

  • ESG: a política de sustentabilidade é focada na oferta de água de qualidade, coleta e tratamento de esgoto e gestão de resíduos, com impactos ambientais e sociais relevantes sobre saúde, educação e renda.

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