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Banco é o único brasileiro na operação, que pode movimentar até US$ 10 bilhões e marca nova tentativa de Bill Ackman de abrir capital; estrutura combina fundo fechado e holding da gestora, em modelo inspirado na estratégia de longo prazo de Warren Buffett.
Ser o único banco brasileiro a participar do IPO histórico da Space X não foi o bastante para o BTG Pactual (BPAC11). Após o feito, o banco de André Esteves conseguiu entrar em mais uma abertura de capital bilionária lá fora, a da gestora Pershing Square, do bilionário Bill Ackman.
O investidor é um dos mais conhecidos de Wall Street e apontado como um “discípulo” de Warren Buffett.
De acordo com a Bloomberg, a definição do preço deve ocorrer no dia 28 de abril, com indicação de US$ 50 por ação — o que coloca a operação em uma faixa potencial de captação entre US$ 5 bilhões e US$ 10 bilhões na bolsa de Nova York (NYSE).
Diferentemente de um IPO tradicional, a estrutura desenhada por Bill Ackman combina dois ativos em uma única proposta ao investidor. Quem entrar na oferta comprará ações do Pershing Square USA (PSUS), um fundo fechado listado em bolsa que concentrará todo o capital levantado.
Ao mesmo tempo, também receberá participação na Pershing Square Inc. (PSI), a holding da gestora, o que transforma o investidor em cotista do portfólio e sócio do negócio.
Hoje, a Pershing Square administra aproximadamente US$ 27 bilhões, com posições relevantes em empresas como Alphabet e Nike. Em paralelo, a gestora tem buscado movimentos mais ambiciosos, como a proposta recente de aquisição da Universal Music Group, avaliada em US$ 65 bilhões.
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Entre os coordenadores da oferta, o destaque fica para o BTG Pactual, único representante brasileiro no grupo. O banco de André Esteves divide a operação com nomes de peso como Citigroup, UBS, Bank of America e Wells Fargo.
A participação não é pontual. A relação entre BTG e Pershing Square vem sendo construída há mais de uma década. Em 2014, o banco foi responsável pela distribuição do IPO do Pershing Square Holdings na Europa.
Mais recentemente, em 2024, avançou um passo além ao integrar o grupo que comprou 10% da gestora por US$ 1,05 bilhão — movimento visto como uma espécie de “ensaio” para a abertura de capital.
O Pershing Square USA (PSUS) é um fundo fechado listado em bolsa que, ao contrário dos tradicionais, não permite resgate direto. Quem quiser sair do investimento precisa vender suas cotas no mercado secundário, como faria com qualquer ação.
Não é a primeira vez que Ackman tenta levar o Pershing Square USA ao mercado americano. Em 2024, o gestor chegou a arquivar um prospecto com a ambiciosa meta de captar US$ 25 bilhões — o que seria o maior IPO de fundo fechado da história —, mas cancelou a operação dias antes do início das negociações.
Desta vez, o alvo foi ajustado para um intervalo mais conservador, e a operação já parte com US$ 2,8 bilhões garantidos. A demanda vem de investidores como family offices, fundos de pensão, seguradoras e investidores de altíssimo patrimônio de origem norte-americana e internacional.
Por trás do IPO está uma ambição declarada: transformar a Pershing Square em um conglomerado de investimentos de longo prazo inspirado em Warren Buffett. Ackman busca acesso ao chamado “capital permanente” — aquele que não pode ser resgatado diretamente pelos cotistas, garantindo à gestora estabilidade de longo prazo.
Em carta a investidores, Ackman argumentou que ter capital permanente representa uma vantagem competitiva sustentável frente a gestores com capital de curto prazo.
A presença no IPO da Pershing Square não é o único destaque recente do BTG em Wall Street. Como o Money Times noticiou, o banco entrou como um dos 21 selecionados para o IPO da SpaceX, a empresa aeroespacial de Elon Musk — que também comanda Tesla, X (ex-Twitter) e Neuralink.
A operação deve acontecer em junho e promete ser uma das maiores estreias da história de Wall Street. A SpaceX deve estrear na bolsa com uma avaliação de US$ 1,75 trilhão (aproximadamente R$ 9 trilhões) e o IPO deve movimentar US$ 75 bilhões
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