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Itaú BBA e Bank Of America dizem até onde o índice pode ir e quem brilhou em uma semana marcada por recordes sucessivos
O céu até pode ser o limite, mas os 200 mil pontos do Ibovespa estão logo ali. O principal índice da bolsa brasileira não tomou conhecimento da gravidade nesta semana e emendou uma sequência de recordes que deixou o investidor eufórico.
Nesta sexta-feira (10), o principal índice da B3 já renovou a máxima histórica intradia pela terceira sessão consecutiva, rompendo a barreira inédita dos 197 mil e chegando a tocar os 197.553,64 pontos.
Por volta de 12h15, o Ibovespa subia 0,94%, aos 196.696,23 pontos. No mês, o índice acumula alta de 5%. No ano, os ganhos já passam de 22%.
Mas após tanta valorização, o fôlego acabou ou ainda tem lenha para queimar? Se depender das projeções técnicas do Itaú BBA e da análise estratégica do Bank of America (BofA), o rali brasileiro ainda tem marcos importantes para buscar.
Para a equipe de análise técnica do Itaú BBA, o movimento recente de alta pavimentou a estrada para o Ibovespa atingir os 200 mil pontos no curto prazo.
O otimismo não para por aí. Olhando para o médio prazo, os analistas Fábio Perina e Lucas Piza projetam um objetivo ainda mais audacioso: os 250 mil pontos.
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No entanto, para que esse salto aconteça, o mercado precisa de uma ajudinha coletiva.
Embora o Ibovespa esteja em patamares recordes, impulsionado especialmente pelas ações da Petrobras (PETR4), outros índices setoriais ainda não ultrapassaram as máximas de 2026.
“Para termos um mercado como um todo livre para subir, esperaremos a renovação da máxima do ano para os demais índices”, diz a dupla de analistas.
Vale também ficar de olho nos suportes, já que nem tudo é subida em linha reta. O Itaú BBA alerta que o Ibovespa encontra suportes em 188.100, 184.300 e 179.800 pontos. Se o índice perder essa região, a tendência de alta pode ser ameaçada.
O desempenho do Ibovespa também se deve muito à entrada de capital estrangeiro na bolsa brasileira.
Em abril até o momento, houve entrada de R$ 3,153 bilhões por parte dos gringos, resultado de compras acumuladas de R$ 95,241 bilhões e vendas de R$ 92,087 bilhões.
Só na quarta-feira (8), dia que sucedeu o anúncio do cessar-fogo entre EUA e Irã, os estrangeiros ingressaram com R$ 2,614 bilhões na B3. Naquele dia, o Ibovespa fechou em alta de 2,09%, aos 192.201,16, e o giro financeiro foi de R$ 41,8 bilhões.
No acumulado do ano, o fluxo de capital externo está positivo em R$ 56,518 bilhões.
Se você está se perguntando o que motivou tamanha força compradora, o Bank of America tem a resposta.
Segundo o banco, o Ibovespa surfou uma onda de apetite por risco global, com os mercados emergentes superando o desempenho do S&P 500 nesta semana.
Excluindo a China, os mercados emergentes registraram mais uma semana de entrada de capital estrangeiro.
Por aqui, esse fluxo ajudou a sustentar o otimismo, mesmo em um cenário onde o BofA prevê maior crescimento, inflação e cortes de juros menores à frente.
O BofA também mapeou os grandes vencedores deste rali. A alta não foi apenas concentrada em commodities, mas distribuída entre os pesos-pesados da bolsa brasileira.
O Brazil's Magnificent Seven (BZ 7), grupo formado por Mercado Livre, Nubank, WEG, BTG Pactual, RD Saúde, Localiza e Itaú, brilhou intensamente, acumulando uma valorização de 7,5% na semana.
Os gigantes inesquecíveis não ficaram muito atrás. O grupo conhecido como Brazil's Unforgettable 7 é formado por Petrobras, Vale, JBS, Banco do Brasil, Ambev, Bradesco e Gerdau e registrou alta de 6%.
Além dos preços, o investidor deve ficar atento à composição do Ibovespa. O BofA lembra que a B3 divulgará a segunda prévia oficial do índice em 16 de abril.
A expectativa é que a exclusão da IRB e das classes especiais de ações da Localiza, Cyrela e Axia seja confirmada.
No campo das entradas, a Tenda aparece como uma candidata possível para estrear na carteira teórica, a depender do seu volume de negociação até o fim do mês.
As mudanças oficiais passam a valer no dia 4 de maio.
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O principal índice de ações da B3 encerrou o dia em alta de 2,01%, a 192.201,16 pontos. O dólar à vista terminou as negociações a R$ 5,1029, com queda de 1,01%, enquanto os futuros do petróleo tiveram as maiores quedas percentuais desde a pandemia
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