O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A viagem do presidente norte-americano começa na terça-feira (13) e chama atenção não só pelas tensões geopolíticas — titãs da bolsa americana acompanham de perto as visitas
No mercado financeiro, quanto maior o risco, maior é a recompensa — mas será que o mesmo vale quando o assunto é geopolítica? Quem poderá responder a essa pergunta é o presidente norte-americano, Donald Trump, que viaja na terça-feira (13) ao Golfo Pérsico.
No caminho do republicano estão países como Arábia Saudita, Catar e Emirados Árabes Unidos — e os riscos são altos já que o presidente norte-americano deve encarar um cenário de tensão e turbulência geopolítica.
Não à toa, a agenda de Trump inclui negociações de cessar-fogo entre Israel e Gaza, petróleo, comércio, acordos de investimento e o potencial para novos desenvolvimentos políticos nas áreas de exportação de semicondutores avançados e programas nucleares.
Trump mantém há muito tempo um relacionamento próximo com os países do Golfo Pérsico, em particular os Emirados Árabes Unidos e a Arábia Saudita, onde seus filhos têm diversos empreendimentos comerciais e projetos imobiliários planejados.
Essas relações podem fortalecer a posição dos países na negociação de novos acordos comerciais, ao mesmo tempo em que levantam preocupações entre os críticos sobre potenciais conflitos de interesse, acusações que a família Trump rejeita.
Durante o primeiro mandato do presidente, sua primeira viagem ao exterior foi à Arábia Saudita — país que agora sedia as negociações que Trump espera que ponham fim à guerra entre Rússia e Ucrânia.
Leia Também
O Catar, por sua vez, desempenhou um papel central nas negociações entre Israel e o Hamas sobre cessar-fogo e libertação de reféns.
A visita de Trump está atraindo vários titãs de Wall Street e do Vale do Silício ao reino saudita.
Um fórum de investimentos entre Arábia Saudita e EUA, anunciado na semana passada e programado para 13 de maio em Riad, contará com convidados como o CEO da BlackRock, Larry Fink; o CEO da Palantir, Alex Karp; e CEOs de grandes empresas como Citigroup, IBM, Qualcomm, Alphabet e Franklin Templeton, entre outras.
O czar da Casa Branca em inteligência artificial (IA) e criptomoedas, David Sacks, também estará presente.
Tanto a Arábia Saudita quanto os Emirados Árabes Unidos investiram pesadamente em infraestrutura de IA com o objetivo de se tornarem polos globais para a tecnologia.
Portanto, a principal preocupação desses líderes provavelmente é o futuro das exportações de semicondutores dos EUA, aos quais eles ainda não tiveram acesso devido a preocupações com a segurança nacional. Mas isso pode mudar em breve.
O governo Trump anunciou na quarta-feira (7) o plano de revogar a "regra de difusão de IA" da era Biden, que impunha controles rígidos à exportação de chips avançados de IA, mesmo para países amigos dos EUA.
Segundo um porta-voz do Departamento de Comércio dos EUA, a regra será substituída por outra “muito mais simples que libere a inovação americana e garanta o domínio da IA americana”, sem divulgar detalhes.
*Com informações da CNBC
O metal precioso encerrou o ano passado com o maior ganho desde pelo menos 1979, superando em muito o índice S&P 500
O petróleo venezuelano está entre os mais pesados e com maior teor de enxofre do mundo, e apenas um número limitado de refinarias está equipado para processá-lo com eficiência
De acordo com especialistas, o momento não é de euforia e sim de pé no chão com a disparada dos papéis dessas companhias — e tudo por causa do petróleo
Índices dos EUA viveram três anos de altas impulsionadas pela inteligência artificial, mas sinais de instabilidade e tensões geopolíticas aumentam o risco de uma correção brusca
Única petroleira americana atua no país há mais de um século e pode sair na frente com a abertura do setor após a queda de Nicolás Maduro
Governo chinês afirma que a ação dos EUA fere normas internacionais e pede que a crise seja resolvida por meio do diálogo
Rodríguez assume em meio à crise política e militar, enquanto Washington sinaliza negociação e Caracas reage
Detido pelos Estados Unidos, o presidente venezuelano aguarda a tramitação das acusações em uma prisão federal de Nova York conhecida por abrigar réus de alta notoriedade e por suas duras condições internas
Reunião foi convocada após ação militar dos EUA que resultou na prisão de Nicolás Maduro; secretário-geral da ONU alerta para “precedente perigoso”
O presidente norte-americano revelou que a operação usou forças aéreas, terrestres e navais. Maduro e a esposa, Cilia Flores, estão sendo levados para Nova York
Líderes de diversos países da América Latina condenaram os ataques dos Estados Unidos nesta manhã, com exceção apenas do presidente da Argentina
Edição de 100 anos acontece em 31 de dezembro; confira os horários das largadas e onde ver a transmissão ao vivo
A edição centenária da São Silvestre entra para a história ao pagar R$ 296 mil em prêmios
Após o telefonema entre os líderes políticos, o Kremlin informou que ambos os presidentes não apoiam a pressão de europeus; entenda
O contato busca destravar negociações de paz enquanto impasse territorial segue no centro das discussões
Bússola para a segunda maior economia do mundo, o plano quinquenal 2026-2030 mostra até onde Xi Jinping pode ir na busca pela supremacia chinesa
Mesmo após transformar a empresa em um conglomerado trilionário, o investidor diz que a compra inicial foi um erro estratégico
Fundador do Telegram, Pavel Durov afirma ser pai de mais de 100 crianças em ao menos 12 países e diz que qualquer filho que comprove vínculo genético terá direito à herança
Um dos destaques foi a Nike, que avançou quase 5% depois que o CEO da Apple, Tim Cook, comprou 50 mil ações da fabricante de calçados
A medida reforça uma política de resistência progressiva da Casa Branca à imigração, e coloca no centro do controle do governo os trabalhadores especializados