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Brasileira Bia Haddad estreia no US Open 2025 em busca do maior prêmio da história do tênis; só por entrar na quadra ela vai receber US$ 110 mil
Começa na tarde de hoje, ao meio-dia, a trajetória de Bia Haddad Maia no US Open 2025, em Nova York.
Sua primeira adversária será a britânica Sonay Kartal, que figura na 51ª colocação no ranking mundial da WTA e foi recentemente carrasca da brasileira no Indian Wells, em março, quando a derrotou por 2 sets a 0, com parciais de 6/2 e 6/1.
Bia Haddad Maia vem passando por altos e baixos em 2025. Além da derrota para Kartal, a número 1 do Brasil e 22ª do mundo também foi eliminada no último WTA de Monterrey, para a tcheca Marie Bouzkováno (44ª), na semana passada.
Apesar do retrospecto recente negativo, Bia Haddad terá uma motivação a mais para dar a volta por cima: a maior premiação da história do tênis.
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Ao todo, a premiação do US Open 2025 ultrapassará os US$ 90 milhões — equivalente a R$ 500 milhões.
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Hoje, só por pisar na quadra 12 do Billie Jean King National Tennis Center, Bia Haddad Maia embolsará US$ 110 mil, o que equivale a quase R$ 600 mil na cotação atual.
Caso a tenista brasileira saia vitoriosa do confronto com Kartal, ela já vai garantir US$ 154 mil, o que dá cerca de R$ 835 mil.
Já caso a tenista brasileira supere as expectativas a saia dos Estados Unidos com a taça em mãos, terá direito a um cheque de US$ 5 milhões — pouco mais de R$ 27 milhões.
Vale lembrar que não há diferença na premiação entre as modalidades feminina e masculina no US Open.
Em tempo, ontem, na chave masculina de simples, o brasileiro João Fonseca venceu o sérvio Miomir Kecmanovic por 3 sets a zero, parciais de 7/6, 7/6 e 6/3, mesmo depois de um mal-estar na quadra.
Com 473 vitórias e 267 derrotas em 740 jogos como profissional, a tenista de 29 anos já possui quatro títulos em torneios ATP: 2024 - Seul; 2023 - Troféu WTA Elite Zhuhai; 2022 - Nottingham; e 2022 - Birmingham.
Juntando suas premiações em torneios de simples e duplas, a brasileira acumula US$ 8.617.635,00, aproximando-se ao equivalente de pouco mais de R$ 47 milhões na carreira.
O valor leva em conta somente as premiações esportivas, deixando de lado as receitas com patrocínio e acordos de publicidade.
Além do acordo envolvendo minerais, saúde, defesa, turismo e tecnologia também foram contemplados
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