🔴 TOUROS E URSOS: LULA 3 FAZ 3 ANOS, OS DADOS ECONÔMICOS E A POPULARIDADE DO GOVERNO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos

Carolina Gama

Formada em jornalismo pela Cásper Líbero, já trabalhou em redações de economia de jornais como DCI e em agências de tempo real como a CMA. Já passou por rádios populares e ganhou prêmio em Portugal.

ESQUENTA PARA JACKSON HOLE

A mensagem do Fed sobre os juros que mudou os rumos da bolsa em Nova York

A ata da reunião de política monetária de julho foi divulgada nesta quarta-feira (20) e traz pistas sobre o que o mercado pode esperar do discurso de Powell em um dos eventos mais importantes realizados por um banco central

Carolina Gama
20 de agosto de 2025
16:01 - atualizado às 13:51
Montagem traz o presidente do Fed, Jerome Powell, em primeiro plano. Ele usa óculos e veste terno cinza escuro com camisa branca. Ao fundo, um cenário com a bolsa de NY e a bandeira dos EUA
Jerome Powell - Imagem: Canvas/ Montagem: Seu Dinheiro

Jerome Powell vai falar aos investidores na sexta-feira (22) durante sua participação no Simpósio de Jackson Hole, considerado um dos eventos mais importantes do mundo para a política monetária. Mas parece que o recado do Federal Reserve (Fed) sobre o futuro dos juros nos EUA veio antes — e o mercado não gostou do que leu. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

A ata da reunião do mês passado divulgada nesta quarta-feira (20) derrubou a bolsa em Nova York. O documento trouxe uma sinalização importante para quem espera o corte de juros na maior economia do mundo: a maioria dos dirigentes considera que o risco de inflação supera o risco para o emprego — o que pode indicar uma visão mais cautelosa sobre o afrouxamento monetário. 

Como resultado dessa leitura do mercado, o Dow Jones, que operava no azul, inverteu o sinal de passou a cair (-0,16%), enquanto o S&P 500 e o Nasdaq aceleram as perdas (0,54% e -1,11%, respectivamente). 

  • VEJA TAMBÉM: O que você precisa saber para investir agora? O Touros e Ursos, podcast do Seu Dinheiro, convida os principais especialistas do mercado para dar o veredito; assista aqui

Ao mesmo tempo, os investidores correram para ajustar suas posições com relação às apostas no corte de juros na próxima reunião do comitê de política monetária (Fomc, na sigla em inglês), reduzindo levemente a ainda majoritária aposta na redução da taxa — atualmente na faixa entre 4,25% e 4,50% ao ano

De acordo com a ferramenta FedWatch do CME Group, as chances estimadas de corte de 25 pontos-base (pb) nos juros em setembro caíram de 84,9% para 82,9%, após divulgação da ata de hoje. A aposta de uma redução mais agressiva, de 50 pb no próximo mês, se manteve nula.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Até dezembro, a expectativa mais forte continuou em 46,3% para um corte acumulado de 50 pb. A chance de um corte mais robusto, de 75 pb, caiu de 38,6% para 36,7%, enquanto a de 25 pb subiu de 13,9% para 15,4%.

Leia Também

O que diz a ata sobre a inflação e os juros

A ata da última decisão de política monetária do Fed traz uma avaliação dos membros do Fomc: a aceleração da inflação no curto prazo nos EUA parece provável, ainda que a magnitude, o timing e a persistência sejam incertas.

O documento relata que os dirigentes do Fed concordam que a inflação seguia relativamente elevada naquele momento, mas indicadores recentes sugeriam que o crescimento da atividade apresentava moderação no primeiro semestre.

Os participantes do encontro concordaram ainda que, ao considerar ajustes adicionais à política monetária, avaliariam dados recebidos, além da perspectiva e o equilíbrio de riscos.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Neste sentido, os dirigentes consideraram que os efeitos das tarifas "estavam se tornando mais aparentes nos dados, como indicado pelos recentes aumentos na inflação de bens", enquanto a inflação de serviços continuou a desacelerar.

Segundo a ata, "muitos membros [do Fomc] notaram que pode levar algum tempo para que os efeitos completos das tarifas mais altas sejam sentidos nos preços de bens e serviços ao consumidor".

Entre as razões citadas estão:

  • acúmulo de estoques em antecipação às tarifas mais altas;
  • lenta transferência de aumentos de custos de insumos para preços finais; 
  • atualização gradual de contratos;
  • manutenção de relacionamentos entre empresas e clientes; 
  • questões relacionadas à arrecadação de tarifas; 
  • negociações comerciais ainda em andamento.

“As evidências até agora sugeriram que os exportadores estrangeiros estavam pagando, na melhor das hipóteses, uma parte modesta do aumento das tarifas, o que implica que as empresas e consumidores domésticos estavam arcando predominantemente com os custos”, diz a ata. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Alguns dirigentes destacaram também que empresas teriam cada vez mais que repassar os custos de tarifas aos clientes finais. 

A VITÓRIA de TRUMP na guerra comercial pode ser POSITIVA para o BRASIL

A avaliação da equipe técnica

A ata também traz uma avaliação da equipe técnica do Fed. No encontro do mês passado, o time avaliou os riscos para a atividade econômica norte-americana como "inclinados para baixo, em vista do enfraquecimento do crescimento do PIB [Produto Interno Bruto] até agora neste ano e da elevada incerteza política".

A equipe técnica também avalia que as tarifas devem acelerar a inflação nos EUA este ano e "fornecer alguma pressão adicional em 2026", ao mesmo tempo em que a projeção segue prevendo "enfraquecimento do mercado de trabalho, com a taxa de desemprego subindo acima da taxa natural estimada até o fim do ano e permanecendo acima dela até 2027".

Na leitura do Fomc, "indicadores sugeriram que o crescimento da atividade econômica havia moderado no primeiro semestre" e que, na época da reunião, o desemprego permanecia baixo e o mercado de trabalho sólido. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Alguns membros do comitê, contudo, notaram sinais de perda de dinamismo. Já os dirigentes que divergiram da decisão de manutenção — Christopher Waller e Michelle Bowman, que votaram pelo corte dos juros —- alertaram que o risco de queda no emprego havia aumentado significativamente.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
A BOLA DA VEZ

De olho na Venezuela, a grande aposta de Michael Burry agora é na ação de uma refinaria

6 de janeiro de 2026 - 17:29

O petróleo venezuelano está entre os mais pesados e com maior teor de enxofre do mundo, e apenas um número limitado de refinarias está equipado para processá-lo com eficiência

MUITA CALMA NESSA HORA

Chevron, Exxon e ConocoPhillips estão nas alturas após captura de Maduro, mas analistas recomendam cautela com as ações 

5 de janeiro de 2026 - 19:34

De acordo com especialistas, o momento não é de euforia e sim de pé no chão com a disparada dos papéis dessas companhias — e tudo por causa do petróleo

SINAL AMARELO

“Início de uma bolha”: Ray Dalio alerta que boom da IA em Wall Street pode esconder riscos iminentes

5 de janeiro de 2026 - 18:40

Índices dos EUA viveram três anos de altas impulsionadas pela inteligência artificial, mas sinais de instabilidade e tensões geopolíticas aumentam o risco de uma correção brusca

OURO NEGRO

Única petroleira americana na Venezuela está no país há mais de 100 anos e se prepara para os efeitos da queda de Maduro

5 de janeiro de 2026 - 13:54

Única petroleira americana atua no país há mais de um século e pode sair na frente com a abertura do setor após a queda de Nicolás Maduro

PAIS DEFENDE DIÁLOGO

“Violação clara do direito internacional”: China quer que os EUA libertem Maduro imediatamente

4 de janeiro de 2026 - 14:45

Governo chinês afirma que a ação dos EUA fere normas internacionais e pede que a crise seja resolvida por meio do diálogo

FIGURA IMPORTANTE DO CHAVISMO

Quem preside a Venezuela agora? Conheça Delcy Rodríguez, sucessora interina de Maduro; Trump cogita negociação

4 de janeiro de 2026 - 10:49

Rodríguez assume em meio à crise política e militar, enquanto Washington sinaliza negociação e Caracas reage

“AMBIENTE DESUMANO”

“Inferno na Terra”: prisão em que Maduro ficará já recebeu El Chapo, P.Diddy e ex-parceira de Epstein

4 de janeiro de 2026 - 9:51

Detido pelos Estados Unidos, o presidente venezuelano aguarda a tramitação das acusações em uma prisão federal de Nova York conhecida por abrigar réus de alta notoriedade e por suas duras condições internas

DEPOIS DA OPERAÇÃO QUE DEPÔS MADURO

“Precedente perigoso”: Conselho de Segurança da ONU se reúne na segunda (5) para tratar do ataque à Venezuela

4 de janeiro de 2026 - 8:53

Reunião foi convocada após ação militar dos EUA que resultou na prisão de Nicolás Maduro; secretário-geral da ONU alerta para “precedente perigoso”

'MAKE VENEZUELA GREAT AGAIN'

Trump divulga imagem de Maduro e diz que EUA vão governar Venezuela; confira os detalhes do pronunciamento

3 de janeiro de 2026 - 14:41

O presidente norte-americano revelou que a operação usou forças aéreas, terrestres e navais. Maduro e a esposa, Cilia Flores, estão sendo levados para Nova York

PAZ EM RISCO

Venezuela confirma ataque dos EUA e exige prova de vida de Maduro; veja as reações na América Latina

3 de janeiro de 2026 - 10:04

Líderes de diversos países da América Latina condenaram os ataques dos Estados Unidos nesta manhã, com exceção apenas do presidente da Argentina

É HOJE

Onde assistir à São Silvestre: a corrida centenária que para a Avenida Paulista

31 de dezembro de 2025 - 5:39

Edição de 100 anos acontece em 31 de dezembro; confira os horários das largadas e onde ver a transmissão ao vivo

TUDO ISSO? 

Quanto vale vencer a São Silvestre? Prêmio de 2025 é recorde 

29 de dezembro de 2025 - 16:55

A edição centenária da São Silvestre entra para a história ao pagar R$ 296 mil em prêmios

ALTA TENSÃO

Sem cessar-fogo temporário: a conversa de Putin e Trump sobre um acordo de paz com a Ucrânia, segundo o Kremlin

28 de dezembro de 2025 - 16:17

Após o telefonema entre os líderes políticos, o Kremlin informou que ambos os presidentes não apoiam a pressão de europeus; entenda

RETA FINAL DO CONFLITO?

Fim da guerra na Ucrânia? Por que Zelensky e Trump vão ligar para líderes europeus agora

28 de dezembro de 2025 - 14:06

O contato busca destravar negociações de paz enquanto impasse territorial segue no centro das discussões

VALE TUDO

Da soberania na IA até a proibição da camisinha: o que a China está preparando para 2026 

27 de dezembro de 2025 - 16:44

Bússola para a segunda maior economia do mundo, o plano quinquenal 2026-2030 mostra até onde Xi Jinping pode ir na busca pela supremacia chinesa

ORÁCULO DE OMAHA

Comprar a Berkshire Hathaway foi o maior erro de Warren Buffett; entenda o motivo

26 de dezembro de 2025 - 18:45

Mesmo após transformar a empresa em um conglomerado trilionário, o investidor diz que a compra inicial foi um erro estratégico

VAI TER DINHEIRO PARA TODO MUNDO?

O bilionário que tem mais de 100 filhos em 12 países diferentes — e que promete dividir sua herança com todos eles

26 de dezembro de 2025 - 14:18

Fundador do Telegram, Pavel Durov afirma ser pai de mais de 100 crianças em ao menos 12 países e diz que qualquer filho que comprove vínculo genético terá direito à herança

WALL STREET

Bolsas de NY fecham em alta na véspera de Natal; S&P 500 e Dow Jones renovam recordes

24 de dezembro de 2025 - 16:21

Um dos destaques foi a Nike, que avançou quase 5% depois que o CEO da Apple, Tim Cook, comprou 50 mil ações da fabricante de calçados

TRABALHO NOS EUA

Após taxa de US$ 100 mil, EUA mudam regras para obtenção de visto H-1B; entenda como vai funcionar

23 de dezembro de 2025 - 17:20

A medida reforça uma política de resistência progressiva da Casa Branca à imigração, e coloca no centro do controle do governo os trabalhadores especializados

TUDO O QUE RELUZ

Ouro em US$ 6 mil é possível: saiba até aonde o metal precioso pode chegar com os novos recordes e o que fazer agora 

23 de dezembro de 2025 - 15:05

O ouro voltou a renovar máximas nesta terça-feira (23), pelo segundo dia consecutivo, e foi seguido de perto pela prata, que superou os US$ 70 por onça

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar