O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O evento organizado pelo BCE reuniu os chefes dos principais bancos centrais do mundo — e todos eles têm um inimigo em comum
Sem papas na língua, o chefe do Federal Reserve (Fed), Jerome Powell, aproveitou o maior evento de bancos centrais do mundo para mandar um recado duro ao presidente norte-americano, Donald Trump: os juros ainda não caíram nos Estados Unidos por causa das tarifas comerciais.
"Entramos em compasso de espera quando vimos o tamanho das tarifas e, essencialmente, todas as previsões de inflação para os EUA aumentaram substancialmente como consequência delas", disse Powell nesta terça-feira (1) no fórum organizado pelo Banco Central Europeu (BCE) em Sintra, Portugal.
A declaração direta acontece depois de o comitê de política monetária (Fomc, na sigla em inglês) manter a taxa de juros inalterada na faixa entre 4,25% e 4,50% ao ano no mês passado mesmo com toda a pressão da Casa Branca pelo afrouxamento monetário.
Questionado se julho seria cedo demais para os mercados esperarem um corte nas taxas, Powell respondeu que "realmente não pode dizer" e que "vai depender dos dados".
Os traders estão precificando uma probabilidade de mais de 76% de que o banco central norte-americano mantenha os juros inalterados novamente na reunião de 29 e 30 deste mês, de acordo com a ferramenta FedWatch do CME Group.
"Estamos indo reunião por reunião", disse Powell. "Eu não tiraria nenhuma reunião da mesa ou a colocaria diretamente na mesa. Vai depender de como os dados evoluem", acrescentou.
Leia Também
Christine Lagarde, presidente do BCE, não hesitou em sair em defesa do colega: “Faria exatamente a mesma coisa”.
A posição do Fed de manter os juros onde estão despertou a ira de Trump, que publicamente acusa Powell de falha na condução da política monetária norte-americana — na semana passada, o republicano chamou Powell de "terrível" e uma "pessoa mentalmente mediana".
Trump chegou até mesmo a ameaçar Powell de demissão — o mandato do presidente do Fed expira em maio de 2026.
Powell usou o palco do fórum para mandar um recado a quem sucedê-lo: “Estamos tentando alcançar estabilidade financeira e econômica. Se quisermos ter sucesso, precisamos fazer isso de uma forma completamente apolítica”, afirmou, ao ser questionado sobre qual conselho deixaria ao sucessor.
Ele admitiu que a missão não é simples. “Eu quero entregar uma economia em boa forma para o meu sucessor”, declarou.
Enquanto Powell subia o tom, outros líderes da política monetária — Andrew Bailey, presidente do Banco da Inglaterra (BoE); Kazuo Ueda, governador do Banco do Japão (BoJ); Christine Lagarde, presidente do Banco Central Europeu (BCE); e Chang Yong Rhee, governador do Banco da Coreia do Sul — também debateram os impactos das tarifas e os rumos da política monetária global.
Lagarde, por exemplo, reforçou que o ambiente ainda é de “muita incerteza” e que o momento exige vigilância.
Na mesma linha, Bailey, do BoE, afirmou que ainda é "muito cedo" para ver os efeitos das tarifas sobre os preços e que atualmente há "muita incerteza" no cenário.
"Nossa política é restritiva no momento e a direção da taxa de juros é, atualmente, para baixo", acrescentou.
Já Ueda, do Banco do Japão, disse que espera efeitos negativos das tarifas impostas pelos EUA, mas "ainda não os vê na prática".
Em relação às taxas de juros do BoJ, Ueda avaliou que elas estão "abaixo do nível neutro".
*Com informações do Money Times, Estadão Conteúdo e CNBC
Jamie Dimon fala dos efeitos das guerras, da inteligência artificial e das regras bancárias na aguardada carta anual aos acionistas
Pix já funciona de maneira limitada em algumas localidades estrangeiras, mas Banco Central prepara internacionalização mais abrangente da ferramenta que tira o sono de Donald Trump
O anúncio ocorre após Trump fazer mais um ultimato ao Irã, sob a ameaça de destruir usinas de eletricidade e pontes do país persa
Os ataques ocorreram cinco semanas após os primeiros bombardeios dos Estados Unidos e de Israel no Irã
Comum a cristãos, judeus e a outras culturas, a Páscoa ganha tradições e adaptações muito diferentes ao redor do mundo
A quarta maior economia do mundo está sob cerco; entenda como a guerra entre EUA e Irã reacendeu traumas financeiros na Índia e o impacto para os mercados
Para Brett Collins, gerente de portfólio de crédito da gestora do Nomura, guerra no Irã é um dos maiores riscos para o mercado de crédito corporativo hoje, mas Trump deve evitar que ela se arraste
Brendan Ahern, CIO da KraneShares, diz onde o governo chinês acerta, onde erra e onde o Ocidente subestima Pequim — “esse é um caminho que não tem mais volta”
Missão Artemis 2 vai levar o homem de volta à órbita da Lua pela primeira vez em mais de 50 anos, mas um em cada três brasileiros jura que ele nunca esteve lá antes.
Participando de evento na universidade nesta segunda-feira (30), ele avalia falou sobre o futuro da política monetária com a guerra e a inflação batendo na porta do banco central norte-americano
Autoridades norte-americanas insistem que a guerra pode estar se aproximando de um ponto de inflexão, mas os líderes iranianos continuam a rejeitar publicamente as negociações
A crise de combustíveis arrombou a porta na Ásia e agora ameaça entrar pela janela da Europa; confira as medidas de emergência que estão sendo tomadas para conter a disparada do petróleo e do gás no mundo
A prata não ficou atrás no movimento de correção, caindo 2,18% na sessão desta sexta-feira (20) e acumulando uma perda semanal ainda mais expressiva que a do ouro: 14,36%
Ator e campeão esportivo faleceu aos 86 anos após ser internado no Havaí; Chuck Norris deixa cinco filhos, incluindo o ator Mike Norris, e a esposa Gena O’Kelley
Em dia de forte aversão ao risco, o manual de sobrevivência do mercado mudou. Entenda por que os metais chegaram a cair 10% nesta quinta-feira (19), arrastando as ações das mineradoras
Por meio do programa Artemis, a Nasa afirma ter a intenção de estabelecer uma presença de longo prazo na Lua para fins científicos e de exploração
Inspirada no filme Exterminador do Futuro, a gestora analisa o impacto da inteligência artificial no mercado, e lista quais empresas já ganham em produtividade — e valem a pena investir
Os diretores do Fed optaram por seguir a postura adotada na reunião de janeiro, uma vez que os dados da economia norte-americana pontam para uma inflação resiliente, enquanto o mercado de trabalho perde força
Pesquisa do Bank of America mostra que gestores na América Latina preferem o Brasil ao México nos próximos 6 meses. Porém, a decolagem rumo aos 210 mil pontos sofreu uma pane técnica nas expectativas.
Presente inesperado impressionou as autoridades locais e veio acompanhado de um pedido bastante específico