🔴 TRÊS AÇÕES LIGADAS À IA PODEM DOBRAR NOS PRÓXIMOS MESES – CONHEÇA AQUI

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

FUSÕES E AQUISIÇÕES

Uma gigante do petróleo vem aí: Shell está em negociações para comprar a rival BP em negócio que pode redefinir o setor

Em ritmo lento, as discussões ainda não têm os termos definidos e estão longe de serem concluídas, segundo apurou o The Wall Street Journal.

Posto Shell, administrado pela Raízen, uma subsidiária da Cosan
Posto Shell, administrado pela Raízen, uma subsidiária da Cosan - Imagem: Shutterstock

A Shell está em estágios iniciais de negociação para uma possível aquisição da rival BP, em uma transação que, se concretizada, pode se tornar o maior negócio do setor de petróleo em décadas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Representantes das duas empresas estão mantendo tratativas ativas , de acordo com o The Wall Street Journal (WSJ) nesta quarta-feira (25). 

Avaliada em cerca de US$ 80 bilhões, a BP poderia ser adquirida por um valor ainda maior, com ágio — o que colocaria o acordo entre os mais expressivos da história da indústria, rivalizando com a fusão de US$ 83 bilhões que originou a Exxon Mobil no início dos anos 2000.

A combinação das duas gigantes formaria uma nova força no grupo das supermajors petrolíferas, fortalecendo a posição da Shell frente a concorrentes como Exxon Mobil e Chevron. 

A fusão também seria a maior do ano até o momento, em um mercado abalado pela guerra comercial do presidente dos EUA, Donald Trump, e outras tensões geopolíticas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Apesar do avanço das discussões, fontes próximas das negociações ouvidas pelo WSJ alertam que os termos do possível negócio ainda não foram definidos e que uma fusão está longe de ser certa, com negociações caminhando em ritmo lento.

Leia Também

BALANÇO 3T26

Com minério de ferro e petróleo jogando contra, Vale (VALE3) vê lucro cair 54%, para US$ 1,255 bilhão

O FUTURO DA PETROLEIRA

Petrobras (PETR4) confirma terceira descoberta de petróleo na Margem Equatorial

Negociação em patamares desiguais

A Shell entra nas negociações com uma posição forte, com suas ações superando significativamente as da BP nos últimos anos. A Shell que, assim como a BP, tem sede no Reino Unido, mas opera globalmente, possui um valor de mercado superior a US$ 200 bilhões.

Por outro lado, a BP vem enfrentando anos de gestão instável, dificuldades na transição energética e pressão crescente de investidores. 

O fundo Elliott Management, que detém mais de 5% das ações da BP, exige mudanças desde fevereiro e vê uma fusão como uma saída viável.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Desde então, a BP tem tentado reverter a situação:

  • Anunciou redução de investimentos em energia limpa e aumento na produção de petróleo e gás;
  • Estuda a venda de ativos como a Castrol (lubrificantes) e parte da Lightsource (energia solar);
  • Confirmou a saída de seu presidente, Helge Lund, ligado à estratégia de descarbonização.

Para o Wall Street Journal, um porta-voz da Shell afirmou que o foco atual da empresa está em capturar o valor da Shell, continuando os esforços em desempenho, disciplina e simplificação. Já a BP preferiu não comentar.

Uma fusão que redefine o setor

Se concretizada, a união da Shell com a BP se somaria a uma onda de consolidações no setor de energia, que busca escala e eficiência diante de pressões por rentabilidade e transformação.

Outros grandes movimentos incluem:

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
  • A Chevron, que tenta finalizar a compra da Hess por US$ 53 bilhões, contestada pela Exxon;
  • A ExxonMobil, que concluiu em 2023 a aquisição da Pioneer por US$ 60 bilhões;
  • A Diamondback Energy, que comprou a Endeavor por US$ 26 bilhões.

No caso da Shell e BP, a fusão criaria uma empresa com presença global ampliada em gás natural liquefeito, operações no Golfo do México e uma das maiores redes de comercialização do mundo. 

Além disso, seria politicamente mais aceitável para o Reino Unido do que uma venda da BP para uma empresa estrangeira.

*Com informações do Estadão Conteúdo e Wall Street Journal

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Celular com logo Nubank 29 de outubro de 2026 - 11:22
Mina da Vale em Ouro Preto (MG) 29 de outubro de 2026 - 6:30
Gilson Finkelsztain, novo CEO do Santander Brasil (SANB11). 28 de outubro de 2026 - 14:32
Interior de centro de distribuição da Shopee em Franco da Rocha (SP). 28 de outubro de 2026 - 10:46
Oceanpact (OPCT3) vence ação contra Petrobras 27 de outubro de 2026 - 17:06
Fachada do Banco do Brasil (BBAS3). Divulgação 27 de outubro de 2026 - 13:09
Daniela de Castro, diretora do Bradesco Principal. 27 de outubro de 2026 - 12:03
Fachada de agência do Itaú Unibanco (ITUB4). 26 de outubro de 2026 - 9:12
Fusão de Cobasi com Petz. Montagem com dois cachorros felizes 23 de outubro de 2026 - 16:21
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar