O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Em ritmo lento, as discussões ainda não têm os termos definidos e estão longe de serem concluídas, segundo apurou o The Wall Street Journal.
A Shell está em estágios iniciais de negociação para uma possível aquisição da rival BP, em uma transação que, se concretizada, pode se tornar o maior negócio do setor de petróleo em décadas.
Representantes das duas empresas estão mantendo tratativas ativas , de acordo com o The Wall Street Journal (WSJ) nesta quarta-feira (25).
Avaliada em cerca de US$ 80 bilhões, a BP poderia ser adquirida por um valor ainda maior, com ágio — o que colocaria o acordo entre os mais expressivos da história da indústria, rivalizando com a fusão de US$ 83 bilhões que originou a Exxon Mobil no início dos anos 2000.
A combinação das duas gigantes formaria uma nova força no grupo das supermajors petrolíferas, fortalecendo a posição da Shell frente a concorrentes como Exxon Mobil e Chevron.
A fusão também seria a maior do ano até o momento, em um mercado abalado pela guerra comercial do presidente dos EUA, Donald Trump, e outras tensões geopolíticas.
Apesar do avanço das discussões, fontes próximas das negociações ouvidas pelo WSJ alertam que os termos do possível negócio ainda não foram definidos e que uma fusão está longe de ser certa, com negociações caminhando em ritmo lento.
Leia Também
A Shell entra nas negociações com uma posição forte, com suas ações superando significativamente as da BP nos últimos anos. A Shell que, assim como a BP, tem sede no Reino Unido, mas opera globalmente, possui um valor de mercado superior a US$ 200 bilhões.
Por outro lado, a BP vem enfrentando anos de gestão instável, dificuldades na transição energética e pressão crescente de investidores.
O fundo Elliott Management, que detém mais de 5% das ações da BP, exige mudanças desde fevereiro e vê uma fusão como uma saída viável.
Desde então, a BP tem tentado reverter a situação:
Para o Wall Street Journal, um porta-voz da Shell afirmou que o foco atual da empresa está em capturar o valor da Shell, continuando os esforços em desempenho, disciplina e simplificação. Já a BP preferiu não comentar.
Se concretizada, a união da Shell com a BP se somaria a uma onda de consolidações no setor de energia, que busca escala e eficiência diante de pressões por rentabilidade e transformação.
Outros grandes movimentos incluem:
No caso da Shell e BP, a fusão criaria uma empresa com presença global ampliada em gás natural liquefeito, operações no Golfo do México e uma das maiores redes de comercialização do mundo.
Além disso, seria politicamente mais aceitável para o Reino Unido do que uma venda da BP para uma empresa estrangeira.
*Com informações do Estadão Conteúdo e Wall Street Journal
Novo acordo prevê paridade no conselho e decisões conjuntas; analistas destacam maior influência da estatal em meio à fragilidade financeira da Braskem
Banco eleva preço-alvo de ABEV3 para R$ 16, mas avalia que mercado ignora pressão de margens e já precifica cenário positivo
A estatal colombiana pretende, ainda, lançar uma OPA (oferta pública de ações) para comprar mais 25% das ações, com preço de R$ 23, prêmio de 27,8%
Renúncia de Ricardo Sartim amplia incertezas enquanto empresa negocia dívidas e tenta reorganizar o caixa
Banco vê falta de gatilhos para a Klabin no curto prazo e cenário mais desafiador para a fibra longa e reforça aposta em concorrente
Ocyan entra em nova fase após reestruturação, com foco em contratos da Petrobras e crescimento sustentável no setor de óleo e gás
O banco mantém a recomendação de compra para a ação, além de ser a ação preferida do setor — ela é negociada a 13 vezes o preço da ação sobre o lucro estimado
Após forte pressão nos balanços, o BB reformula a estratégia de crédito rural — e quer destravar crescimento em um mercado ainda pouco explorado; veja o que dizem os executivos
Após forte pressão nos balanços, o BB reformula a estratégia de crédito rural — e quer destravar crescimento em um mercado ainda pouco explorado; veja o que dizem os executivos
Entre as propostas apresentadas também estaria a saída de Rubens Ometto, fundador da controladora Cosan (CSAN3), da presidência do conselho da Raízen
Unidade de tecnologia e conectividade da Oi pode valer até R$ 1,6 bilhão, atrai interesse de grandes teles e marca nova etapa na reestruturação da companhia, que ainda prepara a venda de outros ativos bilionários
A decisão tem em vista fatores macroeconômicos que o setor de saúde vem enfrentando ao longo dos últimos anos, associado ao desempenho financeiro da companhia
A mudança acontece em meio a uma sequência de ajustes na governança da elétrica, que tenta se reequilibrar após a recuperação judicial da controladora
Ambiente mais restritivo favorece empresas com balanços mais sólidos e expõe incorporadoras mais alavancadas
Depois da compressão de retornos e desempenho abaixo do mercado, setor pode se beneficiar de agenda regulatória e queda da Selic
Após a estreia na bolsa, Agibank acumula queda superior a 30%; apesar da revisão para baixo nas projeções, analistas ainda veem potencial de alta, em meio a pressões externas e impactos no crédito consignado
A operação inclui participações societárias em empresas listadas, como Oncoclínicas e Ambipar
Banco projeta queima de caixa bilionária e alerta para risco na estrutura de capital mesmo com melhora dos spreads petroquímicos
Banco vê espaço para crescimento consistente, ganho de produtividade e impacto relevante dos medicamentos GLP-1
Após saída de executivo-chave e sequência de baixas no alto escalão, companhia reestrutura área de Fashion & Lifestyle e retoma divisão entre masculino e feminino