🔴 HOJE: AULA COMPLETA E GRATUITA COM ESPECIALISTA EM IA PARA INVESTIDORES – VEJA AQUI

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

O INIMIGO AGORA É OUTRO?

Um novo vilão para o Banco do Brasil (BBAS3)? Safra identifica outro problema, que pode fazer as coisas piorarem

Apesar de o agronegócio ter sido o maior vilão do balanço do 1T25 do BB, com a resolução 4.966 do Banco Central, o Safra enxerga outro segmento que pode ser um problema no próximo balanço

Ações do Banco do Brasil (BBAS3) caem forte na B3 dividendos
Banco do Brasil (BBAS3) - Imagem: Canva Pro / Shutterstock / Montagem Seu Dinheiro

O Banco do Brasil (BBSA3) está passando por um sufoco depois da divulgação dos resultados do primeiro trimestre de 2025, que surpreendeu negativamente e levou  as ações a sofrerem uma forte queda na bolsa. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Isso se deu em razão da piora na inadimplência do agronegócio e à implementação da resolução 4.966 do Banco Central, que obriga as instituições a provisionarem perda de crédito esperada, sem necessariamente ter sinais concretos de calote. Antes, os bancos só eram obrigados a fazer esse colchão no balanço após uma evidência de falha no pagamento.

No entanto, outro segmento entrou no radar do Safra como um possível novo vilão para o BB: os empréstimos para empresas.

“Acreditamos que o mercado está focando principalmente no risco do agronegócio, dado o recente agravamento evidenciado pelos dados do Banco Central. Ainda assim, pode estar negligenciando uma ameaça bastante relevante neste trimestre: o crédito corporativo”, apontam os analistas, em relatório.

Novo problema para o Banco do Brasil? 

Na visão dos analistas, as provisões ligadas a empresas podem se tornar uma fonte ainda mais significativa de pressão sobre os lucros no curto prazo e frustrar ainda mais as estimativas do mercado.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

“O crédito corporativo já era um ponto de atenção, mas destacamos o novo índice de inadimplência acima de 30 dias divulgado pelo BB, que mostrou um forte aumento no primeiro trimestre e pode estar migrando para inadimplência acima de 90 dias no segundo trimestre”, ressaltam.

Leia Também

RENEGOCIAÇÃO

Raízen (RAIZ4) consegue desconto de R$ 8,5 bilhões em dívidas tributárias; veja quanto a empresa terá de pagar

PERDEU O ENCANTO?

Itaú BBA deixa de recomendar compra de Bradesco (BBDC4), e ação cai forte; o que levou o bancão a perder o brilho?

Com a adoção do novo modelo contábil de perda de crédito esperada, o agravamento da inadimplência de curto prazo tende a exigir um volume maior de provisões. Isso acontece porque, pelas novas regras do BC, os empréstimos com atraso de até 30 dias e aqueles com mais de 90 dias em aberto exigem um nível mais robusto de cobertura.

Nesse cenário, os analistas destacam um ponto importante: no primeiro trimestre, o Banco do Brasil provisionou apenas 40% do total da inadimplência formada no período. 

Apesar disso, o Safra aponta fatores que podem mitigar o impacto, como amortizações, modelos de compartilhamento de perdas com o governo (como o Pronampe), garantias adicionais e o chamado curing (recuperação de crédito), que devem reduzir as perdas de crédito esperadas (ECLs) e evitar que o BB tenha que provisionar 100% da nova formação de inadimplência.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

*Com informações do Money Times

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Interior de centro de distribuição da Shopee em Franco da Rocha (SP). 28 de outubro de 2026 - 10:46
Oceanpact (OPCT3) vence ação contra Petrobras 27 de outubro de 2026 - 17:06
Fachada do Banco do Brasil (BBAS3). Divulgação 27 de outubro de 2026 - 13:09
Daniela de Castro, diretora do Bradesco Principal. 27 de outubro de 2026 - 12:03
Fachada de agência do Itaú Unibanco (ITUB4). 26 de outubro de 2026 - 9:12
Fusão de Cobasi com Petz. Montagem com dois cachorros felizes 23 de outubro de 2026 - 16:21
O CEO do Bradesco (BBDC4), Marcelo Noronha. 23 de outubro de 2026 - 11:46
Agência do Banco Bradesco (BBDC4) | Dividendos 22 de outubro de 2026 - 18:07
22 de outubro de 2026 - 17:58
weg ação wege3 22 de outubro de 2026 - 17:18
Prédio da JBS (JBSS3) 22 de outubro de 2026 - 14:22
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar