🔴 [NO AR] ONDE INVESTIR NO 2º SEMESTRE: Renda Fixa em 2026: Ainda Vale Comprar Tesouro IPCA+? – ASSISTA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
EM BUSCA DO EQUILÍBRIO PERDIDO

Raízen (RAIZ4) atrai potenciais compradores para mais uma de suas usinas e avança em processo de reestruturação

Estratégia de desinvestimento de ativos no Brasil e na Argentina pode chegar a R$ 15 bilhões e equalizar o balanço da empresa

Grupo Cosan
Além da refinaria, a Raízen opera postos de combustível e outros ativos na Argentina - Imagem: Divulgação Raízen -

A Raízen (RAIZ4), a joint venture de energia renovável entre o Grupo Cosan (CSAN3) e a Shell, está expandindo a lista de ativos à venda e já atraiu interessados na sua operação na Argentina.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Segundo informações do Estadão, a compra de uma refinaria da Raízen na Argentina está sendo conduzida pelo BTG Pactual e avaliada por empresas como a Trafigura (multinacional de commodities com sede em Cingapura e unidade em Montevidéu) e a Glencore (anglo-suíça que atua em mineração e commodities).

A Raízen atua na Argentina com mais de mil postos de combustível, uma fábrica de lubrificantes, três terminais terrestres, duas bases de aeroportos e ativos de GLP (gás liquefeito de petróleo), além de sua refinaria — avaliada em US$ 1 bilhão (cerca de R$ 5,6 bilhões) em 2018 quando todos esses ativos foram adquiridos da Shell.

Procurada pelo Seu Dinheiro, a Raízen afirmou que não comentará o tema. 

Estratégia de desinvestimento para arrumar a casa

A alta dívida da Raízen, um dos principais problemas do Grupo Cosan, exerce pressão sobre o caixa da companhia, motivando a estratégia de desinvestimento e venda de ativos da empresa conduzida pelo CEO Nelson Gomes.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Após um período de juros baixos, a Raízen realizou investimentos robustos em crescimento, o que resultou em sua complexa situação financeira atual.

Leia Também

RESPIRO PASSAGEIRO

Um alívio para a Raízen (RAIZ4): venda de usina e prazo maior na B3 ajudam a gigante, mas não resolvem os problemas

RECUPERAÇÃO EXTRAJUDICIAL

Pão de Açúcar (PCAR3) reage a críticas de credores, diz que acusações não têm fundamento e vê caminho livre para aprovação do plano

A empresa de energia e bioenergia reportou um prejuízo líquido de R$ 2,57 bilhões em 2024, revertendo o lucro de R$ 793 milhões do ano anterior. O endividamento líquido cresceu 22,5% em um ano, alcançando R$ 38,59 bilhões. 

Esta semana, a Raízen concluiu o acordo para a venda de um grupo de projetos de usinas solares distribuídas para o Patria Investimentos — a operação está em análise pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade). No ano passado, a companhia já havia vendido 31 projetos semelhantes ao Pátria por R$ 700 milhões.

Na semana passada, a Raízen fechou a venda da usina de Leme para a Ferrari Agroindústria S.A e a Agromen Sementes Agrícolas Ltda por R$ 425 milhões.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Além disso, em fevereiro deste ano, o conselho da Raízen aprovou a proposta de captação de até R$ 2,4 bilhões para financiar ou refinanciar dívidas. 

Segundo fontes consultadas pelo Estadão, a estratégia de venda de ativos da Raízen no Brasil e na Argentina pode chegar a um valor próximo do que se estima suficiente para equilibrar o balanço da empresa, de R$ 10 bilhões a R$ 15 bilhões.

Há pouco, a ação da Raízen (RAIZ4) estava em alta de 5,5%.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Fachada da Raízen roxa e branca 17 de julho de 2026 - 19:50
Em um fundo com cifrões caindo do céu, o símbolo da Vivo aparece no centro da imagem 16 de julho de 2026 - 19:23
Tela de celular com o logo do PayPal 16 de julho de 2026 - 11:50

APÓS TOMBO DAS AÇÕES NOS ÚLTIMOS ANOS

Oferta de US$ 53 bilhões coloca o PayPal na mira de dois gigantes; veja quem quer comprar a empresa

16 de julho de 2026 - 11:50
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar