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Ministro de Minas e Energia diz que há espaço para que a petroleira reajuste para baixo o preço dos combustíveis, mas é outra notícia que mexe com os papéis nesta segunda-feira (21)
As ações da Petrobras (PETR4) começaram a segunda-feira (21) em baixa, mas não foi a queda de mais de 1% do petróleo no mercado internacional a responsável pelas perdas. A notícia de que a estatal poderia apostar no setor de distribuição pesavam nos papéis, mas a negativa da companhia já reverteu o movimento.
Por volta de 12h10, PETR4 subia 0,87%, cotada a R$ 31,26, enquanto PETR3 avançava 0,95%, cotada a R$ 33,97.
A notícia do potencial retorno da Petrobras ao mercado de distribuição de combustíveis surgiu na imprensa na semana passada e a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) pediu que a estatal se explicasse.
Na sexta-feira (18), a companhia afirmou que estuda constantemente oportunidades de negócios sinérgicos em todos os segmentos de energia, que todos os estudos estão em andamento e, até o momento, não há qualquer decisão tomada pela companhia.
No comunicado, a Petrobras reitera não haver nenhum estudo para voltar ao setor de distribuição por meio de um projeto greenfield.
"Eventuais decisões passarão por todas as análises necessárias, em observância às práticas de governança e aos procedimentos internos aplicáveis para aprovação de projetos e serão tempestivamente comunicadas ao mercado", diz a nota.
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Inicialmente, a notícia indicando que a Petrobras voltaria ao setor de distribuição gerou uma reação negativa no mercado, por ser vista como um sinal de intervenção do governo na companhia.
Enquanto a Petrobras nega a entrada iminente no segmento de distribuição, o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, concedeu uma entrevista ao jornal Valor Econômico na qual diz haver chance para um novo corte de preços dos combustíveis.
"Temos condição e espero que a empresa ainda reduza mais os preços dos combustíveis. É a minha expectativa, se nós continuarmos com o Brent nos níveis que estão hoje", afirmou Silveira.
O ministro ainda avaliou que o processo de licenciamento da Petrobras na Margem Equatorial "andou".
"Após as simulações, o próximo passo é o licenciamento. É natural agora que a Petrobras acelere o processo de simulação e entregue os resultados ao Ibama. Se o Ibama pediu as simulações, já deu uma sinalização clara que entendeu a importância de licenciar e do Brasil poder conhecer o potencial e de poder pesquisar na região. Agora está dependendo de a Petrobras entregar o resultado das simulações", afirmou.
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