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O GPA elegeu nesta segunda-feira (5) um novo conselho de administração, mas o investidor ficou de fora — e isso indica a influência do Casino
O Grupo Pão de Açúcar (PCAR3) aprovou a destituição integral de seu Conselho de Administração e elegeu novos nomes para compor a mesa nesta segunda-feira (6) — e a decisão foi com direito a emoção. O investidor Rafael Ferri, que tinha conquistado um assento em maio deste ano com apoio de peso, ficou de fora do board.
A chapa eleita conta com três representantes da família Coelho Diniz, atualmente a maior acionista do GPA: André Luiz Coelho Diniz, Luiz Henrique Cunha e Leandro Assis Campos.
O Casino, que detém a segunda maior fatia da varejista, também ficou com três representantes: Christophe José Hidalgo, Marcelo Ribeiro Pimentel — CEO do GPA — e Helene Esther Bitton. O restante dos nomes foi: Edson Ticle, Gustavo Lobato e Rodolfo Costa Francisco.
Na Assembleia Geral Extraordinária (AGE), os acionistas aprovaram por maioria a fixação em nove cadeiras para o conselho, com mandato até a assembleia ordinária de 2026.
A eleição ocorreu pelo sistema de voto múltiplo, solicitado por acionistas que representavam mais de 5% do capital. No pleito, os mais votados foram Edson Ticle (492,3 milhões de votos), Marcelo Ribeiro Pimentel (364,5 milhões) e Rodolfo Costa Francisco (359,9 milhões). Já Rafael Ferri recebeu apenas 37,8 milhões de votos, o que explica sua exclusão do novo board.
Ferri era antagônico ao Casino e até se aproximou dos Coelho Diniz, chegando a estar entre os indicados na nova chapa proposta pelos majoritários em setembro.
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Mas sua saída de última hora pode indicar uma mudança de alinhamento dos Coelho Diniz, que se encontraram com Philippe Palazzi, CEO da holding francesa, em sua passagem pelo Brasil em setembro. O grupo quer vender sua fatia no GPA e tem tentado encaminhar as negociações nesse sentido. Você pode conferir mais detalhes nesta reportagem.
Cabe lembrar que, no passado, Ferri chegou a ser condenado pela CVM por manipulação de mercado no caso da chamada "bolha do alicate", como ficou conhecida a valorização e posterior queda da empresa de utensílios domésticos Mundial.
Em maio deste ano, o conselho da empresa já havia sido destituído para eleição de novos membros em um movimento ligado ao empresário Nelson Tanure.
Desta vez, a família Coelho Diniz que deu o pontapé inicial ao propor uma Assembleia Geral Extraordinária (AGE) para discutir a atual composição do conselho a fim de refletir a nova composição acionária do grupo mineiro, que foi comendo pelas beiradas e alcançou posição majoritária na varejista.
Você pode entender mais detalhes do avanço dos Coelho Diniz no GPA nesta reportagem do Seu Dinheiro.
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