🔴 É HORA DE SAIR DA DEFENSIVA: ESTES 10 ATIVOS PODEM MULTIPLICAR ATÉ 400x EM 12 MESES – CONFIRA

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

SÓ HYPE?

O que fez a Apple praticamente desistir de um de seus modelos mais novos do iPhone

Ultrafino, bonito e… mal compreendido: o iPhone Air patina nas vendas enquanto a linha 17 decola

iphone 17 pro max iphone 17 air
Imagem: Reprodução Apple

O que era para ser o iPhone mais ousado da década acionou um alarme dentro da Apple. O iPhone Air, modelo ultrafino apresentado junto à família iPhone 17, perdeu fôlego nas vendas e agora é o único da família a registrar retração nas projeções de produção, segundo relatórios de analistas da Mizuho Securities e da Morgan Stanley.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Apesar do modelo ter conquistado bons números na China, não empolgou nos mercados ocidentais, onde o interesse dos consumidores parece se concentrar nas versões iPhone 17, 17 Pro e 17 Pro Max.

Ultrafino, mas com sacrifícios

O iPhone Air nasceu como a aposta da Apple no segmento de smartphones ultrafinos, mas, para atingir o novo formato, a empresa precisou fazer concessões. 

Em testes divulgados pela TechRadar mostram que o Air resistiu 12 horas e 2 minutos em navegação web, cerca de 45 minutos a menos que o iPhone 17. Um bom resultado, mas insuficiente para um produto posicionado como premium.

O Tom’s Guide também destacou a ausência de lentes telefoto e ultrawide, o que reforçou a percepção de que o Air é “leve demais até nas funções”.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

China vs Ocidente

A recepção do iPhone Air foi oposta nos dois lados do mapa. Na China, o iPhone Air esgotou em poucas horas após o início das vendas, com filas em lojas de Pequim, Xangai e Tianjin, além de prazos de entrega online que já chegam a duas semanas.

Leia Também

O MAIOR RETORNO PARA O SEU BOLSO

Empresas do Brasil pagaram mais de R$ 22 bilhões em dividendos no último trimestre; veja quem superou a Petrobras (PETR4) como maior pagadora

PROVENTOS

Dividendos e JCP: Dona da Vivo (VIVT3) vai pagar R$ 500 milhões aos acionistas; confira os prazos

Já em mercados ocidentais, o interesse ficou aquém das expectativas, levando a Apple a ajustar a previsão global da linha.

Segundo analistas da Mizuho Securities, a previsão de produção da família iPhone 17 subiu de 88 milhões para 94 milhões de unidades, puxada pelos modelos campeões de venda:

  • iPhone 17: +2 milhões de unidades;
  • iPhone 17 Pro: +1 milhão;
  • iPhone 17 Pro Max: +4 milhões.

O Air foi o único a seguir na direção oposta. E, segundo a Nikkei Asia, seus pedidos de fabricação foram reduzidos “a níveis próximos de fim de linha”.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Linha Pro domina intenções de compra

A Morgan Stanley e a JPMorgan Chase & Co. destacam que a demanda pela linha iPhone 17 como um todo está acima das projeções iniciais.

A Morgan Stanley estima que a Apple pode elevar a produção para mais de 90 milhões de unidades na segunda metade de 2025, partindo de um intervalo anterior entre 84 e 86 milhões.

O banco também revisou o preço-alvo das ações da Apple para US$ 298, citando uma demanda mais forte do que o previsto para os modelos 17 Pro e 17 Pro Max, hoje os principais motores de crescimento da linha.

A JPMorgan, por sua vez, reforça o domínio da linha Pro. Em sua pesquisa de mercado mais recente, o iPhone 17 Pro Max aparece como o modelo mais desejado, com 33% das intenções de compra, seguido por 17 Pro (22%) e 17 (20%). 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O iPhone Air, no entanto, ficou com apenas 2% das preferências — um desempenho tão baixo que o modelo nem chegou a figurar no ranking principal do relatório.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Montagem ilustrativa mostra Cleusa Maria segurando um bolo em primeiro plano, diante do interior de uma loja da Sodiê Doces. Ao fundo são vistos vitrines de doces, mesas, cadeiras, decoração com balões e a identidade visual da marca. A composição foi criada digitalmente e não corresponde a uma fotografia única de uma situação real. 14 de setembro de 2026 - 7:07
Logo do Banco BRB 13 de setembro de 2026 - 15:44
Usiminas (USIM5), Vale (VALE3), CSN (CSNA3) e CSN Mineração (CMIN3) 11 de setembro de 2026 - 14:15
11 de setembro de 2026 - 11:40
David Vélez, fundador e CEO do Nubank, durante evento de lançamento em Miami. 10 de setembro de 2026 - 13:41
Logo da BB Seguridade (BBSE3) 10 de setembro de 2026 - 11:33
Imagem mostra um panda comendo um bambu em zoológico 10 de setembro de 2026 - 10:52
ID da foto:1307414278 9 de setembro de 2026 - 17:57
9 de setembro de 2026 - 15:48
Fachada do Banco do Brasil (BBAS3). 9 de setembro de 2026 - 14:27
SLC Agrícola 9 de setembro de 2026 - 11:17
Fachada do Banco Inter. 9 de setembro de 2026 - 9:39
Montagem com a logo da enjoei e uma arara de roupas ao fundo em tons de rosa 8 de setembro de 2026 - 20:04
Logo da Tenda em fundo vermelho e letras brancas 8 de setembro de 2026 - 19:15
ações bancos banco do brasil bbas3 bradesco bbdc4 itaú itub4 santander sanb11 8 de setembro de 2026 - 18:24
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar